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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

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1º #Passatempo #Lusitubers





Os Lusitubers lançam o seu primeiro passatempo em conjunto com a parceria da Chiado Editora

Início de passatempo: 31 Agosto 2015
Fim de passatempo: 15 Setembro 2015

Boa sorte a todos :)

a Rafflecopter giveaway

NOTA IMPORTANTE! - Devido a um erro do Rafflecopter, não consigo meter os links certos no formulário... ficam aqui em baixo caso queiram as entradas extra e entretanto tento rectificar: 

- A Toca do Nunca (Raquel): https://www.youtube.com/channel/UC1oHOKBilBGzD8GotHIMswA

- Blogue FLAMES (Roberta): https://www.youtube.com/channel/UCug1Ido26wgWSEzbwxDCMcw

- Filipe The YA reader (Filipe): https://www.youtube.com/channel/UCAgW_6p7L0-HIjiCU1Nfmcg

- Framboesa do Bosque (Roxana): https://www.youtube.com/channel/UClUF39qS7aoHKanPMB0uN7Q

- Just chapter one (Diogo): https://www.youtube.com/channel/UCCdRS48t_7FMhT__OogXkzg

- Just Me* (Jennifer): https://www.youtube.com/channel/UCooHfZc8jcWuHPLaQmRIX1A

- Liliana Carvalho: https://www.youtube.com/channel/UCJknvWnTOVmDex9RX7YNS0A

- Mary Red Hair (Mariana): https://www.youtube.com/channel/UC6KjdFr3nsm1kF5hxvLdgnA

- O cantinho dos livros (Ângela): https://www.youtube.com/channel/UCxa3kOGu2R3rJx_BaH2Mz_g

- The colorfull reader (Filipa): https://www.youtube.com/channel/UCTOnqExj09JsHHTFj84NBfQ

- The fond reader (Silvéria): https://www.youtube.com/c/Silv%C3%A9riaThefondreader?gvnc=1

- TheBooktarian (Ana): https://www.youtube.com/channel/UCul1aHpJWVTR-vzBYcu-2fA

- Turtix18’s Channel (Rodrigo): https://www.youtube.com/channel/UCNxa1-5SQi2LSWh8_rt8C8Q
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#Lusitubers BookTag Part 1 e 2


A Lusitubers Booktag foi criada por The fond reader (http://youtu.be/25-mxNeratQ) e Blogue Flames.
Esta Tag consiste em responder a 13 perguntas, cada uma delas relacionada com um dos 13 booktubers que inicialmente fizeram parte do projecto Lusitubers.

Perguntas:
1. A Toca do Nunca (Raquel): Um livro “escondido” na tua TBR há muito tempo
2. Blogue Flames (Roberta): Um livro em inglês
3. Framboesa do Bosque (Roxana): Um livro saboroso
4. Just chapter one (Diogo): Um livro lançado no século XXI
5. Just Me* (Jennifer): Um livro de poesia
6. No meu cérebro (Liliana): Um livro criativo
7. Mary Red Hair (Mariana): Um livro com a capa vermelha
8. O cantinho dos livros (Ângela): Um livro de um autor português
9. The colorfull reader (Filipa): Um livro colorido
10. The fond reader (Silvéria): Um livro pequenino (menos 150 páginas)
11. The YA reader (Filipe): Um livro YA
12. TheBooktarian (Ana): Um livro que te deixou cheio de energia
13. Turtix18’s Channel (Rodrigo): Um livro passado numa ilha

PARTE 1


PARTE 2



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Livro: V For Vendetta (V for Vendetta Complete) - Alan Moore & David Lloyd



Páginas: 296
1º edição 1982
ISBN: 1401207928 (ISBN13: 9781401207922)
Língua: Inglês
Prémios: Prometheus Hall of Fame Award (2006), Harvey Awards Nominee for Best Continuing or Limited Series & Best Writer (for Alan Moore) (1989)
Autores: Alan Moore & David Lloyd

Sinopse

"Remember, remember the fifth of November..."

A frightening and powerful tale of the loss of freedom and identity in a chillingly believable totalitarian world, V for Vendetta stands as one of the highest achievements of the comics medium and a defining work for creators Alan Moore and David Lloyd.
Set in an imagined future England that has given itself over to fascism, this groundbreaking story captures both the suffocating nature of life in an authoritarian police state and the redemptive power of the human spirit which rebels against it. Crafted with sterling clarity and intelligence, V for Vendetta brings an unequaled depth of characterization and verisimilitude to its unflinching account of oppression and resistance.

Opinião:

Não sou grande fã deste género de histórias, mas ultimamente tenho lido imensas Graphic Novels. Antes não lhes achava grande piada. Agora adoro! 
No entanto, a verdade é que o meu primeiro contacto com V for Vendetta foi com o filme que, pasmem-se, eu achei bem melhor do que o livro. 
De facto, toda a atmosfera (ajudada pelas imagens e pela banda sonora) não foi bem conseguida aqui. A arte deixou muito a desejar, e apesar de eu ter entendido o porquê, não pude deixar de ficar desiludida com a mesma. 
Esta história está carregada de fantásticas mensagens, e eu acho que nem toda a gente as irá compreender.

Eu sugiro que vejam o filme em vez de ler a Graphic Novel, e que a leia depois no caso de terem gostado da história. 

Roberta Frontini

domingo, 30 de agosto de 2015

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Document your life


Biscoitos, pintura anti-stress... Porto... amigos... Projecto Lusitubers... Montagem de PC... muitos doces e, claro.. Francesinha!

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

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Filme: Mad Max - Estrada da Fúria



Título Original: Mad Max - Fury Road
Ano: 2015
Género: Acção
Realizador: George Miller


A partir de agora, sempre que pensar na categoria de cinema "Acção" irei visualizar instantaneamente imagens do filme "Mad Max - Estrada da Fúria". É que se há produção que merece estar incluída nesta categoria é, sem margem para dúvidas, este filme.
Já tinha ouvido falar nos míticos filmes da série Mad Max, mas nunca me tinha atrevido a vê-los pois confesso que tenho uma certa aversão a ver películas antigas. Por isso mesmo, foi com satisfação que fiquei a saber que poderia "espreitar" o universo do herói Mad Max este ano com a estreia do seu mais recente filme.


Sinopse:
"A história decorre num futuro pós-apocalíptico, tendo como pano de fundo um vasto deserto. Aí, o bem mais precioso é a água e a palavra de Immortan Joe, um verdadeiro ditador, é lei. É nesse cenário desafiante que Mad Max, prisioneiro do líder daquele povo, se junta a Furiosa, braço direito de Immortan Joe, para tentarem escapar daquele lugar levando consigo uma carga preciosíssima. Enfurecido ao descobrir que foi traído, Immortan Joe dá início a uma louca e enraivecida perseguição que irá pôr os dois protagonistas à prova."


Esta foi das maiores surpresas cinematográficas que tive este ano. Não estava nada à espera de gostar TANTO deste filme. Foi acção do início ao fim! 
É verdade que algumas pessoas que viram a trilogia Mad Max criticam este 4º filme, algo desse género seria inevitável por parte dos maiores fãs que não viram com bons olhos, logo à partida, um novo filme para juntar à saga. Contudo de um ponto de vista de quem nunca tinha visto nenhum dos filmes anteriores, posso dizer que "Mad Max - Estrada da Fúria" cumpriu o propósito que buscava nele: entreter.
Se estão à procura de uma história com diálogos profundos e momentos de pura reflexão, o melhor é darem meia volta e escolherem outro filme pois aqui só encontrarão muita destruição, gritos e tiros.
Um outro aspecto que me agradou bastante nesta produção foi a concepção deste mundo pós-apocalíptico que foi diferente de tudo aquilo que tinha visto até então: desde as roupas e aspecto das personagens, passando pelos objectos e a utilidade a eles atribuída, terminando na ideia por detrás de uma sociedade tão distorcida, tudo neste filme foi de uma originalidade agradável.
É verdade que a história explora vários extremos (de loucura, de violência) que não irão por certo agradar aos leitores mais sensíveis, mas penso que todo o meu discurso até aqui já deixou claro que este é o filme ideal para os fãs de histórias de acção com bastante violência à mistura. 
Mad Max, ganhaste mais uma fã!


Por Mariana Oliveira

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

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105ª Entrevista do FLAMES: Susana Silva (autora portuguesa)



Nascida em 1981, Susana Silva, é licenciada em ensino de Biologia e Geologia pela Universidade de Aveiro. Trabalhou na educação e formação de adultos e de jovens até que o desemprego a impulsionou para a escrita. 

Estreou-se com a obra "Ao Som dos Tambores"

Sinopse
"Pontapeou uma pedra que se encontrava à sua frente e que foi parar à berma da estrada. Ele nem se importou. Mas quando olhou em volta… algo estranho… Ele estava no meio da movimentada estrada, e… nem um carro tinha passado. Olhou para um lado e para o outro, nem uma única pessoa se via, nem um motor de ouvia, o silêncio era de tal ordem que a presença de Gil parecia incomodar. Nada era racional naquela situação. Ansiaram o retorno daqueles que partiram, no entanto, este tornou-se mais assustador que a sua ausência. A vacuidade daqueles corpos anunciava o pior. Talvez a vida não tornasse a ser aquilo que tinha sido em tempos. A incrível história de Gil e de alguns amigos que assistem ao misterioso desaparecimento de todas as pessoas, tentando sobreviver com os meios subsistentes. Uma aventura onde há lugar à intrigante história do desaparecimento e retorno da humanidade e na qual Gil, família e amigos se vão tornar peões importantes num misterioso jogo de conspirações que parece interminável." 

O teu Filme preferido: "Inception"
O teu Livro preferido: "A Ilha", de Victoria Hislop
O teu Anime preferido: Em tempos foi "Sailor Moon"
O teu Manga preferido: Nunca li nenhum, mas pesquisei sobre isso e fiquei curiosa…
O teu Espectáculo/Evento/Programa de Entretenimento preferido: Um bom concerto de música
A tua Série preferida: Gosto de tantas, de diferentes géneros. Vou dizer-vos uma comédia (que bem que nos faz rir): "How I met you mother"


A escrita surgiu na tua vida sem que o tivesses planeado. Como é que isso aconteceu? 
Sempre gostei de escrever, faço-o desde os 17 anos, mas por causa da correria diária deixei de o fazer. Entretanto fiquei desempregada e a braços com um problema de saúde, a infertilidade. Dois problemas grandes que nos colocam rótulos, que afastam as pessoas e que nos afastam das pessoas. Recomecei a escrever para fugir da minha vida, das minhas dores, as minhas lágrimas, as minhas derrotas. 


O que é que a escrita trouxe de novo à tua vida? 
A escrita trouxe-me a vida. Enquanto escrevia esquecia tudo o resto e este processo solitário trazia-me o mundo por companhia. Escrever permitia-me criar novos mundos, dar-lhes cor, dar-lhes vida… Conceber personagens, conhecê-las, desenvolvê-las. Estudar para que tudo fizesse sentido. Falar com entendidos que desconhecia. Ninguém me podia parar a imaginação. Estava horas ocupada num mundo “ao som dos tambores”. 


Qual foi a fonte de inspiração para esta tua obra de estreia? 
Não sei se posso dizer que tenham sido fonte de inspiração, mas existiram dois cliques que me fizeram iniciar esta história. Um foi o filme “Guerra dos mundos”, também ele relatado na obra “Ao som dos tambores”, o outro foi uma série que relatava o dia a dia de sobreviventes a uma catástrofe. A história do meu livro seguiu depois um rumo muito próprio. Mas, como em tudo o que escrevo, inspiro-me nas pessoas, naquilo que vejo, que oiço, que sinto, naquilo em que acredito, mas também naquilo que consigo imaginar. E a imaginação não tem limites. 


De que forma é que “Ao Som dos Tambores” reflecte alguma parte de ti? 
Quando escrevo coloco sempre um pouco de mim, dos que me rodeiam, das minhas experiências. É inevitável. Neste livro podemos refletir sobre as questões do amor, da amizade, da coragem, valores com os quais muito me identifico, mas também acerca da sobrevivência, da inveja, dos limites do poder e do ter, questões que todos deveríamos ir refletindo, frequentemente, ao longo da nossa vida. Esta história era um escape àquilo que era a minha vida quando a escrevi, conforme já disse, mas pensando bem poderá relatar, de um sentido figurado, mais ou menos o que sentia. Deixo essa análise para os leitores. :)


Podes descrever-nos um pouco todo o processo que mediou o término da obra e a aceitação por parte de uma editora para publicá-la? 
Quando terminei a obra, coloquei-a na gaveta. Não sabia muito bem o que fazer com ela. Ainda a enviei para um concurso, mas não tive sequer resposta. Só no final do ano passado (2014) é que, incentivada pela família e amigos, enviei a obra para a Chiado Editara que prontamente me respondeu dizendo que a queriam editar. Foi algo com que nunca sonhei, sequer. Mas fiquei muito feliz com a oportunidade e com tudo o que esta experiência me tem trazido. 


Pretendes continuar a escrever? Quais são os teus planos para um futuro próximo? 
Eu continuo a escrever, sempre que posso. Infelizmente não posso fazer da escrita a minha principal atividade, porque não consigo sobreviver dela. Mas escrevo reflexões, pensamentos, histórias infantis. Escrevo sobre o que me apetece. Escrevo para me sentir mais viva, sendo criativa e estimulando-me mentalmente. Estou a escrever um novo livro, embora o processo seja bem mais complicado, pois há mais expectativas sobre mim e sobre o que vou escrever. E eu sinto isso. Estou a afastar-me do registo do livro "Ao som dos tambores", quero experimentar novas formas de escrever e de pensar a vida… agora se alguém chega a publicá-lo… isso já é outra história. 


Que conselhos deixas para quem está a começar a desafiante tarefa de escrever um primeiro livro?
Sejam vocês próprios. Escrevam com o coração, com a alma, mas com conhecimento também. Informem-se, estudem para que tudo faça sentido. Sejam organizados. Não desanimem, chorem se tiverem de chorar, riam quando tiverem de rir. E no final lutem pela edição do mesmo. Há tantas histórias a ser contadas e tantas histórias a ser lidas. A edição pode não ser um processo fácil, e frequentemente não o é, mas lembrem-se, sempre: não há sonhos insonháveis. 


Visitem a página oficial do Facebook da Susana aqui!

Muito obrigada Susana pela simpatia e pela disponibilidade!

terça-feira, 25 de agosto de 2015

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#Vlog - In London


A pedido de muitas famílias... aqui vai um vlog que fiz em Londres :)


segunda-feira, 24 de agosto de 2015

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Livro: O prazer da leitura



Desde que li o livro "O prazer da Leitura" (azul) que fiquei absolutamente viciada em livros de contos. 
Foi depois de ter lido esse livro que decidi que queria fazer a colecção de todos estes "pequenos tesouros". 

Como sempre, vai ser para mim muito difícil falar neste livro, porque não posso contar muita história, mas mesmo assim senti que vos tinha de falar nele. 

Verba Volent, Scripta Manent
João Aguiar

A escrita desta autor é soberba, sem dúvida alguma, no entanto não me parece que começar com este conto tenha sido boa ideia. De facto, apesar da escrita, a história é demasiado infanto-juvenil.
Pontuação: 3 estrelas

Para o livro de ouro do capitão Garcez
Mário Cláudio

Infelizmente este conto não me encheu as medidas. Mais uma vez acho que não foi bom meter este conto no início. Toda a leitura do livro começou por ficar bastante arrastada e cansativa. Foi uma pena. Este conto tinha uma história que não me conseguiu prender, apesar de a escrita ser fabulosa. 
Pontuação: 1 estrela

O Tratado de Tavira
Luísa Costa Gomes

Este conto fez-me, finalmente, sentir que a leitura da obra valeu a pena. 
Trata-se de um conto muito bem escrito e de uma história igualmente boa. 
Pontuação: 5 estrelas

Eclipse
Maria Teresa Horta

Este post começa a tornar-se repetitivo, mas a verdade é que aqui, mais uma vez, encontramos uma história muito bem escrita, mas que não conseguiu puxar minimanente por mim. 
Pontuação: 1 estrela

Viagem para dois
Lídia Jorge

Já li um livro da Lídia Jorge e uns contos. Achei-o extremamente bem escrito. Valeu a pena.
Pontuação: 3 estrelas

O triunfo do Mandarim
Nuno Júdice

Achei este conto muito interessante pois fala de Eça de Queiróz. Apesar de a escrita não me ter surpreendido, a verdade é que o achei um conto bastante interessante. 
Pontuação: 3 estrelas

Zero à esquerda
Manuel Jorge Marmelo

Inicialmente estava a ter alguns problemas com este conto. Foi "difícil" entrar na escrita, mas depois com o tempo a história ficou interessante. O estilo de escrita não é difícil nem complicado. Na verdade nem sei bem porque me custou tanto a iniciar, mas sem dúvida que no fim valeu a pena.
Pontuação: 4 estrelas

Velha infância
Filipa Melo

Fiquei bastante surpreendida também com este conto. Através dos olhos de um doente de Alzeimer, em poucas linhas, ficamos a par de algumas das suas maiores dificuldades. Muito interessante. 
Pontuação: 4 estrelas


A câmara invisível
Francisco José Viegas

Esta foi a primeira vez que me deparei com algo escrito por este autor. Fiquei agradavelmente surpreendida. O conto passa-se no Porto (em ruas e locais que tão bem conheço), e a escrita é absolutamente intrigante, cativante e bem escrita. É um policial, e eu adoro policiais, mas em conto penso que não resultou muito bem. O final acabou por ser abrupto e pouco interessante. No entanto fiquei mesmo com muita vontade em ler mais dele. 
Pontuação: 4.5 estrelas

O jogo literário
Rui Zink

Gostei bastante deste conto porque me fez rir bastante. O final desiludiu-me porque foi demasiado rápido e evidente, mas este é o problema dos contos em geral. Valeu bem a pena!
Pontuação: 4.5 estrelas


Roberta Frontini

domingo, 23 de agosto de 2015

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104ª Entrevista do FLAMES: OWAN (banda portuguesa)



OWAN (Out With A New) é um projeto musical criado e liderado por Danniel Boone (Autor, compositor, vocalista e multi-instrumentista).
Em 2007 os OWAN editam um homónimo EP “Out With A New” ainda com os anteriores músicos, EP esse que trouxe alguns show cases nos quais estão incluídos os da FNAC e alguns concertos. Depois veio um período de paragem na produção da banda, devido a diferentes caminhos pessoais que levaram a uma fase de grande composição por parte de Danniel Boone. Como cantor, compositor e guitarrista este foi o momento para o autor experimentar e procurar novos ambientes. Esta vontade de fazer música já havia começado vários anos antes desde que compôs a sua primeira música com 13 anos de idade. Neste período (2007/2011) ele desenvolveu uma maturidade que possibilitou materializar algumas das suas ideias musicais num álbum. A pré-produção do álbum, que haveria de chegar, “And Now You” começou em 2012 feita por Mike More (Baterista e produtor do EP) gravando e produzindo maquetas de cerca de 30 músicas nos estúdios FreakCastle, algumas das quais chegaram a ser tocadas em concertos. Em 2013 os OWAN tiveram a oportunidade de trabalhar com o produtor Quico Serrano e decidiram gravar um single. A partir deste trabalho no estúdio da Aguda com a colaboração de Inês Vicente (“voice coach” e “lyrics advisor”) mais músicas da fase de pré-produção e de outras músicas novas foram trazidas à vida no presente álbum “And Now You”. One day you will realize foi o tema escolhido para primeiro single e primeiro vídeo realizado pelo Alberto Almeida em Março de 2014.

A todos os artistas o FLAMES pergunta...

Porque escolheram este nome artístico? 
(Danniel Boone) – O nome Out With A New era uma das possibilidades que estava em cima da mesa, na altura de decidir o nome do projeto inicial. Acabou por ser escolhido por simbolizar um pouco a realidade de qualquer banda, quando inicia o seu percurso artístico, algo novo que é jogado no mundo (na selva) (risos). Ultimamente estamos a optar pela sigla OWAN (as iniciais de Out With A New). 

Quais são os artistas que vos inspiram? 
(Danniel Boone) – Esta é aquela pergunta em que a resposta pode ser injusta com um qualquer artista que, eu, eventualmente me possa esquecer. Já lá vai uma vida inteira a ouvir música (risos) … as influências são muitas e boas… tudo que nos rodeia acaba sempre por nos influenciar, direta ou indiretamente… e no que diz respeito à música, as influências vão desde o pop ao rock, do jazz ao blues… entre outras coisas como a música clássica. 

Qual é o local onde mais gostariam de atuar?
(Danniel Boone) – Não tenho nenhum lugar em especial. Todos os músicos ambicionam tocar em grandes palcos e com um grande público, e eu não fujo à regra…. Mas, estando essas condições reunidas, pode ser em qualquer palco… e chegado a esse nível, o local onde mais ambicionarei tocar vai ser sempre… o concerto seguinte. 

Que mensagem gostarias de ver a ser erguida num concerto vosso? 
(Danniel Boone) – Sou o fã nr. 42.000 000 (risos) Nenhuma mensagem em especial. Ainda não pensei nessa realidade… Num dos últimos Show Cases que fizemos nas FNAC’S fui surpreendido por alguns fãs a gravar com o telemóvel e a cantar alguns dos temas… e curiosamente fiquei envergonhado (risos) … também não tinha pensado nessa realidade. 

Recordas-te de alguma situação caricata que tenha ocorrido num concerto vosso e que queiras partilhar?  
(Danniel Boone) – Recordo-me de uma vez ir para um concerto em Braga, e quando estou preparado para fazer o sound-check reparo que não tinha os pedais de guitarra. Tive de vir ao Porto a “correr” !! 


Aos OWAN o FLAMES pergunta...

Como é que três pessoas com personalidades diferentes, desejos e ambições pessoais, conseguiram unir-se e dar origem a um único projeto musical? 
(Danniel Boone) – Eu criei este projeto há muito tempo, entretanto foi colocado na gaveta e só em finais de 2011 viu novamente a luz do dia (risos). Entretanto o Mike e o Telmo entraram na banda já com o projeto delineado, uma vez que sou eu que escrevo as letras e componho as músicas. Eles fazem parte de outros projetos musicais como a maior parte dos músicos. Digamos que eu sou o único que tem realmente um único projeto musical (risos). 

Como descreves o mercado musical português, principalmente do ponto de vista dos novos artistas que tentam vingar neste meio? 
(Danniel Boone) – O mercado português eventualmente é igual a qualquer outro mercado (não tenho conhecimento de causa), só que mais pequeno. Sabia que era difícil perseguir este meu sonho de criança mas, também sei que, posso partir mas nunca vergar (risos). Poderia estar a apontar um milhão de defeitos ao mercado e a tudo, que a ele, está relacionado, mas isso seria estar a perder tempo e ao mesmo tempo, desvalorizar o trabalho que estamos a desenvolver. Não só o álbum que editámos mas tudo o que está para acontecer. E quando digo estamos, refiro-me ao passado, presente e ao futuro assim como a todas as pessoas envolvidas, não deixando de salientar o grande maestro e produtor Quico Serrano e a minha voice-coach e grande diva Inês Vicente… é um orgulho ter trabalhado e aprendido tanto com estas duas excelentes pessoas. 

Qual foi a principal fonte de inspiração na criação do álbum "And Now You"? 
(Danniel Boone) - Quando começámos a trabalhar com o produtor Quico Serrano, a ideia era gravar um single, o “One Day You Will Realize”, tema que escrevi para o meu filho e do qual tenho um orgulho enorme, dado a mensagem ser para ele, de ser ele o protagonista do vídeo clip. Mas as coisas no início começaram por correr mal, com muita aprendizagem e nervosismo à mistura… era um mundo novo. O Quico foi pedindo mais um tema…mais outro… e de repente estávamos a gravar um álbum! Ainda me lembro da frase dele “…atenção meninos, estamos a gravar um álbum…” ou de uma outra que mostra toda a sua humildade “…muita atenção que o estúdio é uma escola, eu aprendo mas vocês também aprendem…” E tanto que aprendi! E quando queria mesmo colocar o dedo na ferida havia sempre a mítica frase “…há dessa maneira e há por quem sabe…” São vivências que nunca mais esqueço. E quando selecionamos os temas que fazem parte do álbum “And Now You” de entre cerca de 30 temas, reparei que muitos desses temas são mensagens que quero deixar para o meu filho e para a minha filha…também muito orgulhoso de ser ela a protagonista do segundo vídeo clip “You”. Resumindo, poder-se-á dizer que eu me inspirei nos meus filhos para escrever este primeiro álbum, mas de uma maneira não consciente… uma vez que esses temas poderiam até nem ter entrado neste primeiro álbum. Mas já escrevi mais temas para eles (risos) Sem dúvida são a minha principal fonte de inspiração.

Algumas canções têm letras com um tom de algum desespero, a par de rasgos de esperança. Estas perspetivas traduzem a vossa forma de estar na vida? 
(Danniel Boone) - A vida é mesmo assim… alturas boa e menos boas… nem sempre é fácil lidar com determinadas situações… mas acima de tudo há que ter esperança e nunca atirar a toalha ao chão. Lutar-se realmente por aquilo que ser quer … e não simplesmente dizer-se que se quer… menos palavras e mais atos, acima de tudo mostrar. Por vezes costumo dizer… que a música é o meu escape…o meu balão de oxigénio… claro que há momentos que a considero uma maldição (risos).

Porque optaram por cantar em inglês? Significa que já estão a "piscar o olho" a eventuais oportunidades para atuar no estrangeiro?
(Danniel Boone) – A opção de cantar em Inglês é uma opção natural, na minha maneira de ver as coisas, ouve o mesmo cuidado ao escolher os outros instrumentos…os sons… e não será à toa que eu não apareço (para já) de guitarra portuguesa (risos)…. E, essa escolha, na sua globalidade, é que deu origem ao som do “And Now You”. Acho que nesta sonoridade faz todo o sentido a fonética e ditongos em inglês… são opções que se tomam e definem caminhos. Logicamente que num mercado globalizado faz mais sentido cantar em inglês, quando se trata de rock, e por esse mesmo motivo não só já somos ouvidos além-fronteiras como poderá ser uma mais-valia. Claro que no mercado nacional funciona exatamente ao contrário… numa primeira fase é uma menos-valia (risos). 

Olhando em retrospetiva, terias mudado algo no processo de criação deste vosso álbum de estreia?  
(Danniel Boone) – Claro que sim, quanto mais não fosse por ter aprendido muito com este álbum… tive dois excelentes professores! Haveria sempre algo que se poderia alterar… mas ainda bem que não dá… marca uma altura das nossas vidas… vivências boas e menos boas… e que fica para sempre registado neste álbum de estreia. Certamente o melhor está para vir e mais momentos poderemos registar, com mais maturidade, com mais exigência estética, etc.. Mas não penso nisso até porque é altura de continuar a promover o álbum e o projeto. Não fosse este projeto feito com alma e coração … 

Como descreverias o álbum numa única frase?
(Danniel Boone) - And Now YOU 

Como imaginas os OWAN num futuro próximo? 
(Danniel Boone) – Imagino o projeto cheio de coisas boas… e para isso tenho de fazer tudo o que estiver ao meu alcance… estou de corpo e alma… e só assim faz sentido para se conseguir as tais coisas boas… Eu costumo dizer que, nesta fase, já não há volta a dar… por tudo que abdiquei, por toda a minha entrega, por respeito a mim próprio e aos meus filhos... e também por respeito a todos que acreditaram no projeto… Como tal, o caminho é para a frente… mesmo que por vezes tenha de tomar decisões difíceis… 

Para quem nunca teve a oportunidade de vos ver ao vivo, como descreverias um concerto vosso? 
(Danniel Boone) – Não serei certamente a melhor pessoa para descrever… até porque já vivi diferentes experiências em palco… Mas poderei dizer que as pessoas poderão ver uma banda rock… mas que mistura algo mais, com diferentes momentos. Aproveito para convidar toda a gente para o dia 03 de Outubro no Porto (Hard Club). 

Quais são as datas e os locais dos vossos próximos concertos? 
(Danniel Boone) – Neste momento temos agendado um concerto para o Porto no dia 03 de Outubro no Hard Club. Estamos na fase de arranjar um manager para termos a agenda de 2016 bem mais recheada de datas. (risos) Agradeço a oportunidade dada pelo FLAMES de dar a conhecer um pouco dos OWAN. Um grande bem-haja e muito sucesso !!

Obrigada Danniel pela disponibilidade demonstrada e votos de muito sucesso!
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Entretenimento: Novidades Universal Music Group


Novidades 

LANA DEL REY

Boas notícias! Lana del Rey lança novo álbum a 18 de setembro. Confesso que adoro a artista e o mês de Setembro é muito especial para mim, por isso mesmo esta novidade foi vivida por mim com imenso entusiasmo. 
"Honeymoon", o título do novo álbum de Lana Del Rey, já tem data de lançamento: 18 de setembro. Gravado entre Los Angeles e Nova Iorque, este é um dos discos mais aguardados da rentrée e já se encontra disponível em pré-venda no iTunes.
O álbum estará disponível em CD, vinil e formato digital. Será ainda lançada uma edição limitada em vinil vermelho, com uma imagem gráfica alternativa e um booklet de tamanho LP de 16 páginas. No Reino Unido esta edição estará disponível exclusivamente nas lojas D-C e nos Estados Unidos nas lojas Urban Outfitters.
Depois de em julho ter avançado online com a canção que dá titulo a este novo disco, na semana passada Lana Del Rey divulgou o teledisco do primeiro single, "High By the Beach", que já ultrapassou as nove milhões de visualizações no YouTube. O vídeo, produzido por Ben Cooper e realizado por Jake Nava nas praias de Malibu, em Los Angeles, já suscitou as mais altas expectativas para o novo álbum da cantora norte-americana.
Hoje, com o início da pré-venda no iTunes, ficou a ser conhecida uma nova música, "Terrence Loves You".


PEDRO ABRUNHOSA

Pedro Abrunhosa lança um convite ao público das Festas do Mar em Cascais, onde atua como cabeça de cartaz este sábado, 22 de agosto: a captação de imagens com qualquer tipo de dispositivo móvel e respectiva publicação online, com a hashtag #AbrunhosaCascais. O público terá assim a possibilidade de contribuir com a sua marca individual para o novo registo de Pedro Abrunhosa, que materializa um testemunho perene da digressão de suporte ao último álbum de originais, "Contramão". A realização encontra-se a cargo de André Tentúgal, realizador e músico português do projecto We Trust. 

A digressão de ‘Contramão’, registada agora em vídeo, começou em Janeiro de 2014 e completa em Setembro um ciclo de 100 concertos. É uma das maiores tournées da carreira de Pedro Abrunhosa e totaliza, até ao momento, mais de meio milhão de espectadores.

"Contramão" ao vivo – um espetáculo intenso, físico e interativo, sem perder o tom intimista -, chega este sábado às Festas do Mar, em Cascais, com entrada livre, num conceito a que se juntam as raízes marítimas de Cascais, com o envolvimento local da figura dos pescadores e das embarcações a ocupar um papel central na concepção do concerto. O Comité Caviar recebe a participação especial de Patrícia Antunes e Patrícia Silveira nos coros, e um quarteto de metais liderado por Gileno Santana.

Pedro Abrunhosa encontra-se já em estúdio a compor e pré-produzir o seu oitavo disco de originais, ainda sem data de lançamento previsto.

Agenda:
22 AGO - Cascais, Festas do Mar
23 AGO - Alcobaça, Feira de São Bernardo
29 AGO - Nevogilde - Lousada, Festas de Nevogilde
02 SET - Montemor-o-Novo, Feira da Luz
04 SET - Valpaços, Festas
05 SET - AgroSemana, Póvoa de Varzim
12 SET - Tondela
26 SET - Espinho, Casino

DIOGO PIÇARRA
É a cara do "Regresso às Aulas" do Continente

Campanha é sincronizada com o tema "Café Curto"

Diogo Piçarra é a cara da campanha deste ano de "Regresso às Aulas" do Continente. A campanha intitula-se "Hoje quem manda és tu", título retirado do refrão da música "Café Curto", a canção incluída em "Espelho" e que sincroniza o filme publicitário. A campanha decorrerá até 27 de setembro em TV, rádio e folheto e o filme publicitário pode ser visto aqui.


Este será certamente mais um êxito a somar aos 3 singles já conhecidos do álbum "Espelho": o primeiro, já um com estatuto de "novo clássico", "Tu e Eu", um dos temas mais ouvidos no Spotify, com mais de 1 milhão de streams, cujo videoclip, já ultrapassou as 4 milhões e 500 mil visualizações no VEVO; o segundo, o tema "Verdadeiro", cujo videoclip estreado há dois meses, já atingiu as 400 mil visualizações; e o último, "Breve", com o vídeo estreado há uma semana e com 70 mil visualizações.

Diogo Piçarra editou o seu álbum de estreia, "Espelho", em março, entrando diretamente para o 1.º lugar do top de vendas. Desde essa data que o disco se encontra no top nacional de vendas, estando actualmente em #11.

A Tour "Espelho" tem levado Diogo Piçarra de norte a sul do país. Estas são as próximas datas.

Agenda:
20 agosto – Alcobaça: Feira de São Bernardo
22 agosto – Proença-a-Nova: Festa em Honra de São Tiago Maior
27 agosto – Coimbra: Forum Coimbra
03 setembro – Almada: Almada Forum
04 setembro – Faro: Festival F
05 setembro – Madeira: Festival MEO Sons do Mar
19 setembro – Leiria: Return Leiria Fest

BRYAN ADAMS - Lança novo álbum a 16 de outubro

O multiplatinado artista canadiano está de volta com "Get Up", o seu 13.º álbum de estúdio, produzido por Jeff Lynne, o célebre vocalista dos ELO (Electric Light Orchestra) e co-escrito com Jim Vallance, colaborador de longa data de Bryan Adams.

O disco chegará ao mercado a 16 de outubro, mas já se encontra disponível em pré-venda no iTunes. Na encomenda do álbum, recebe-se imediatamente o tema "You Belong to Me" e seguir-se-ão "Brand New Day" e "Don’t Even Ty".

O primeiro single, "Brand New Day", estará disponível 7 de setembro, sendo que o teledisco foi realizado pelo próprio músico. A atriz Helena Bonham Carter e o cantor Theo Hutchcraft (da dupla Hurts) são os protagonistas deste novo vídeo. 

Composto por 13 faixas – nove canções originais quatro versões acústicas – de "Get Up" pode-se esperar um conjunto muito sólido de temas rock, desde as faixas mais uptempo como o single "Brand New Day", "You Belong to Me" ou "Thunderbolt", até ao requinte de baladas como "Don’t Even Try" ou "We Did It All". Já as versões acústicas alternativas, produzidas pelo próprio Bryan Adams, dão destaque à voz e profundidade do músico canadiano.

"[O álbum] surgiu de uma forma muito orgânica", refere Adams. "Ao longo dos últimos anos fui trabalhando canção a canção com o Jeff, sempre que ele tinha tempo. Foi uma parceria incrível e que me deu muito tempo para compor as canções, a maioria em colaboração com Jim Vallance. Todos nós fomos trabalhando nisto a partir do Canadá, da Europa e de Los Angeles, enviando demos e partes de canções uns aos outros pela internet até que elas ficassem bem", acrescenta. 

"Get Up" será editado também numa versão deluxe de alta qualidade que inclui uma entrevista exclusiva com Bryan Adams e uma seleção de fotografias inéditas. Os fãs e colecionadores de vinil também terão este "Get Up" em LP. 

Para 2016 o músico já está a preparar uma grande digressão mas antes vai partilhar com Rod Stewart as honras de cabeça de cartaz do BBC Radio 2 Live in Hyde Park Festival, em Londres, a 13 de setembro.

BURAKA SOM SISTEMA - Anunciam paragem após tour de celebração em 2016

Os Buraka Som Sistema preparam a tour final de celebração para 2016, num ano em que cumprem os 10 anos de vida. A tour tem lugar nos primeiros meses de 2016.Após essa digressão do próximo ano, o grupo entra numa paragem por tempo indeterminado.

No dia 16 de Agosto, o grupo deu o último concerto de 2015. Foi no Piknic Electronik, em Lisboa. Num ano marcado por atuações memoráveis e digressões que passaram por locais e eventos como SXSW (USA), Cidade do México, Festival de Jazz de Montreux, Garorock (França), e palcos portugueses como foi o caso doMEO Marés Vivas ao Summol Ericeira Surf Fest, passando pelo regresso ao MEO Sudoeste até ao clássico Expofacic (Cantanhede), passando pela Madeira eAçores.

Nos últimos anos, foram mais de 800 concertos, 3 álbuns e 1 EP que apresentaram a banda em todo o mundo. Digressões por todos os continentes, música tocada pelos DJs mais reputados do mundo, críticas emocionadas a espectáculos da banda, conquistas e momentos históricos que a banda experienciou tendo-se tornado um nome emblemático da cultura portuguesa. O documentário "Off the Beaten Track", lançado em 2013, passa em revista toda a carreira da banda que tem por "objectivo exclusivo de levar a nossa forma de viver e experienciar música ao maior numero de pessoas possível."

"Felizmente conseguimos por em pratica a maior parte das ideias musicais que nos propusemos realizar desde 2006", lê-se no comunicado oficial nas redes sociais da banda. O momento é agora de celebrar os 10 anos em 2016, seguido de uma paragem por tempo indeterminado.

sábado, 22 de agosto de 2015

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103ª Entrevista: C. J. Redwine (escritora americana)



C. J. Redwine


A escritora C. J. Redwine gosta de escrever histórias do tema fantástico onde coloca personagens nos piores cenários possíveis e, segundo a mesma "sento-me e meto-me a comer bolachas enquanto elas lutam pela sobrevivência". Mas, para além de bolachas, de que mais gosta esta escritora californiana? Vamos tentar saber...

Nacionalidade: Sou da Califórnia, mas agora vivo em Tennesee (USA)
FILME favorito: Não consigo escolher apenas um! Amo The Dark Knight, as séries de The Harry Potter, Mary Poppins, The Princess Bride para nomear apenas alguns. Estou sempre a ver filmes e gosto de muitos deles.
LIVRO favorito: as séries de The Harry Potter, Anne of Green Gables, The 57 Lives of Alex Wayfare, novamente, são demasiados para escolher apenas um! :)
ANIME favorito: Não tenho
MANGA favorito: Não tenho
EVENTO/Entretenimento/Espetáculo favorito: Shinedown
SÉRIE favorita: Sherlock!
Livros
Deliverance é o último livro da trilogia.

Estava à espera deste tipo de feedback por parte dos seus leitores?
É sempre fabuloso quando os leitores se apaixonam pelas minhas personagens e quando querem falar comigo sobre as minhas histórias!

Que projetos tem para o futuro?
Estou a trabalhar numa série de dark epic fantasies  baseado em contos de fadas

C. J. Redwine

The writer C. J. Redwine likes to write epic fantasy novels where she likes to put their characters in the worst possible situations while, as she says, "sit back and eat cookies while they struggle to survive". But appart from cookies, what else does she like? Lets find out...

Nationality: I'm from California, but I now live in Tennessee (USA) 
Your favorite movie: I can't pick just one! I love The Dark Knight, The Harry Potter series, Mary Poppins, The Princess Bride ... and that's just to name a few. I watch movies all the time and love many of them!
Your favorite book: The Harry Potter series, Anne of Green Gables, The 57 Lives of Alex Wayfare ... again, too many to just pick one! :)
Your favorite concert: Shinedown
Your favorite tv series: Sherlock!
Books
 Deliverance, the final book in the trilogy.

Were you expecting this kind of feedback from your readers?:
It's always lovely and amazing when readers fall in love with my characters and want to talk to me about my stories!

What projects do you have for the future?
I'm working on a series of dark epic fantasies based on fairy tales.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

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Passatempo: 171º Passatempo do FLAMES


Hoje trazemos mais um passatempo.
Preenche o formulário em baixo e habilita-te a ganhar este fantástico livro!


Sinopse

Um misto de A Mulher do Viajante do Tempo e Matrix – um romance empolgante e cheio de ação!

Em 2009, o jovem Jackson Meyer é um rapaz normal de 19 anos: estuda, tem uma namorada… e consegue viajar no tempo. Mas não é como no cinema - durante os seus «saltos» para o passado, nada muda no presente – tudo não passa de uma diversão inofensiva.
Isto é, até Jackson e a sua namorada, Holly, serem atacados por desconhecidos e Holly morrer com um tiro. Em pânico, Jackson recua acidentalmente no tempo dois anos, mas aquele não é como os seus saltos temporais anteriores. Jackson descobre que ficou preso no passado e não consegue voltar ao futuro.
Desesperado por voltar e salvar Holly, mas incapaz de regressar ao ano certo, Jackson resolve continuar a sua vida em 2007, tentar descobrir o que puder sobre as suas capacidades e conhece Holly… de novo. Em breve descobre que nada na sua vida é o que parece ser, incluindo o seu próprio pai.
Não muito tempo depois, as pessoas que dispararam sobre Holly, membros de um grupo apelidado pela CIA de «Inimigos do Tempo», vêm a sua procura para recrutá-lo… ou matá-lo.
Com tudo aquilo a acontecer e ainda a tentar encontrar pistas sobre as origens da sua família para descobrir mais sobre as suas capacidades, Jackson tem de decidir até onde está disposto a ir para salvar Holly… e possivelmente o mundo.

Hoje, Jackson e Holly estão apaixonados.
Amanhã, ela irá morrer nos seus braços.
Ontem, ele tem de desfazer tudo…

Boa sorte!

Notas:
- O FLAMES não se responsabiliza por extravios ou qualquer dano que o prémio sofra durante a sua entrega.
- Após o anúncio do vencedor, este tem 4 dias úteis para responder ao nosso e-mail enviando-nos os seus dados; findo esse prazo, na ausência de uma resposta, o FLAMES sorteará um novo vencedor.

TERMINADO - PARABÉNS Silvia Caseiro
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Série: Sleepy Hollow

 
Ano: 2013
Género: Policial, Mistério, Sobrenatural
Produtores: Phillip Iscove, Alex Kurtzman, Roberto Orci e Len Wiseman


Ainda sou daquelas pessoas que se deixa convencer pela publicidade que vê na TV sobre novas séries. E foi precisamente isso que aconteceu com "Sleepy Hollow": uma apresentação interessante e puff! lá estava eu a programar as minhas segundas-feiras à noite das semanas seguintes.


Sinopse:
"Ichabod Crane ressuscita numa misteriosa gruta apenas para perceber que tinha viajado 250 anos para o futuro e que se encontra no ano de 2013. Sem perceber a dimensão daquilo que lhe aconteceu, Ichabod alia-se a Abbie Mills, uma jovem agente da polícia, na tentativa de deter um terrível cavaleiro sem cabeça que apareceu na cidade de Sleepy Hollow e que traz consigo a promessa de uma maldição que colocará em risco toda a vida à face da Terra."  


Opinião:
"Existem várias adaptações da famosa história de Washington Irving, "A lenda do cavaleiro sem cabeça", e "Sleepy Hollow" é mais uma delas trazendo-lhe, contudo, um toque mais moderno ao apresentar uma história passada na actualidade.
Apesar de o primeiro episódio ter sido bastante interessante, foi com pena minha que os episódios subsequentes não conseguiram manter a qualidade com que a série tinha começado. "Sleepy Hollow" tornou-se, assim, em apenas mais uma série sem grande conteúdo e com direito a todos os clichés possíveis e imaginários. Até o próprio protagonista, Ichabod Crane, acabou por me enervar com a sua tentativa de ser o típico herói cheio de piada e com um sentido de oportunidade perfeito.
Já ouvi dizer que mais para a frente a história ganha um novo fôlego e toma um rumo mais interessante, mas receio bem não conseguir resistir até lá...
Acho que vou ver mais uns 2 ou 3 episódios e se, até aí, "Sleepy Hollow" não melhorar, terei que desistir pois não há paciência que aguente uma série que, permitam-me o trocadilho com o título da história, me deixe sempre tão sleepy a cada episódio que vejo!"


Actualização da opinião feita a 26/09/2015:

"Bem, tal como disse, decidi aventurar-me por mais 2 ou 3 episódios e... ainda bem que o fiz! Não há dúvida de que quem dizia que com o avançar da trama a série melhorava substancialmente não estava a mentir. A história ganha, de facto, todo um novo brilho e fica muito mais interessante. O resultado? Já vou na segunda temporada e estou a gostar muito. Por isso mesmo, se tal como eu sentirem um certo desinteresse numa fase inicial de "Sleepy Hollow", não desistam e persistam pois há grandes chances de virem a gostar.
Boas séries!


Por Mariana Oliveira 

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

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Vencedores Últimos Passatempos:


169ª Passatempo do FLAMES (em parceria com a Dinalivro)
Rui Orvalho Pires

170º Passatempo do FLAMES (em parceria com a Lanterna de Pedra Filmes):
Marcos Silva
Sandra Lourenço
Carla Louro
André Silva
Jorge Martins

Todos os vencedores irão receber um e-mail :) 

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

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Entretenimento: Marco Rodrigues - Fados do Fado



Descrição do álbum:
Marco Rodrigues está de volta. «Fados do Fado» é o seu quarto álbum. Com produção de Diogo Clemente (que já trabalhou, por exemplo, com Mariza ou Raquel Tavares), este disco é um registo genuinamente diferente num percurso que desde o início se descreveu como ímpar.
Pela primeira vez sem originais, é um disco dedicado aos homens do fado. “Ai Se os Meus Olhos Falassem”, “Trigueirinha”, “Vendaval” ou “Rosinha dos Limões”, o primeiro single, são pedras preciosas que remetem para nomes como Carlos do Carmo, mas também para Tristão da Silva, Jorge Fernando ou Tony de Matos, entre tantos outros, e que marcam a viagem de “Fados do Fado”.

Opinião:
Recentemente saiu o quarto álbum "Fados do Fado" de Marco Rodrigues, um álbum que de certo fará as delicias aos fãs de fado (e deste reconhecido fadista). 
Isto porque, num gesto ousado, Marco Rodrigues interpreta músicas conhecidas, emprestando-lhe a sua própria interpretação.  
Confesso que desde a entrevista que saiu aqui no blogue que tinha vontade de conhecer este seu álbum. Cada vez mais isso me acontece: após falar/entrevistar um artista, fico com imensa curiosidade em saber mais sobre o seu trabalho. E acredito que isso influencia também a forma como experiencio, posteriormente, o seu trabalho. 


Na entrevisto o artista referiu algo que achei particularmente interessante: 

"O fado é uma música de sentimentos, requer uma certa postura para se transmitir a sua mensagem, então o fadista tem de ser particularmente sensível."

E isso é das coisas que este álbum mais bem transmite... ao se ouvir o CD consegue-se compreender bem a emoção que Marco Rodrigues sente à medida que interpreta cada canção. 


Esta é, sem dúvida,  uma ode ao fado e aos fadistas. Denota-se o carácter de Marco Rodrigues e a vontade de homenagear quem sempre está por detrás deste género musical, tal como o próprio referiu: 

"Baseei-me no reportório musical dos homens mais impactantes da música nacional. Tentei perceber quais foram os fados mais marcantes na história e, através da minha interpretação destes, homenagear os homens por detrás deles."

Pessoalmente, penso que não há melhor forma para descrever este álbum.

Assim sendo, neste CD são homenageados grandes Homens tais como Carlos do Carmo, Tristão da Silva, Jorge Fernando e Tony de Matos (entre outros).

Para além de homenagear, este disco permite ainda dar a conhecer músicas que, alguém que pouco conhece do fado, pode desconhecer. 

Relembro ainda que Marco Rodrigues foi o vencedor da Grande Noite do Fado (1999) bem como do Prémio Revelação Amália Rodrigues (2007). É sem dúvida um artista a que devem estar atentos!



Foi difícil para mim escolher 3 palavras para descrever este álbum, na medida em que me apareciam à cabeça palavras como: 

Ousado (não na medida em que é novo e arriscado, mas por o artista decidir interpretar músicas tão conhecidas interpretadas por artistas sobejamente reconhecidos no mundo do fado). 
Nostálgico (pelos motivos referidos anteriormente). 
Emotivo (por demonstrar a emoção que Marco Rodrigues impregna na interpretação de cada música). 

Roberta Frontini

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

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Livro: O Caçador de Pipas (The Kite Runner/O Menino de Cabul)

 
Ano de Edição: 2007
Género: Drama
Autor: Khaled Housseini


Adoro feiras de velharias pois lá costumo encontrar livros a um preço muito apelativo, já para não dizer que por vezes encontro obras que não vejo em mais nenhum lugar. Foi precisamente numa dessas feiras que comprei, há uns cinco anos, um livro intitulado "O Caçador de Pipas". Nem sequer o facto de não fazer ideia de qual o significado da palavra "pipas" me demoveu pois as críticas que constavam na contracapa convenceram-me facilmente. Contudo, tal como acontece mais frequentemente do que gostaria de admitir, o livro ficou até há bem pouco tempo na minha prateleira, sendo constantemente deixado para segundo plano. Foi então que de há uns meses para cá me apercebi que várias pessoas do mundo das redes sociais falavam constantemente do quão fantástico o livro "The Kite Runner" é. E então, foi com grande satisfação que percebi que o esquecido livro "O Caçador de Pipas" era a versão em português do Brasil da tão famosa obra. Creio que não será preciso referir que no segundo seguinte já eu estava a ler esta história que me reservaria uma mescla de emoções.


Sinopse:
"No inverno de 1975, em Cabul, tudo o que Amir mais deseja no mundo é ganhar um concurso de papagaios para poder impressionar o seu pai. Por seu lado, Hassan, o seu amigo inseparável, está determinado a ajudá-lo. Mas, na tarde do concurso, um terrível acontecimento vai destruir os laços que unem os dois rapazes para sempre. E, mesmo quando a família de Amir é forçada a fugir do Afeganistão após a invasão soviética, Amir sabe que um dia terá de regressar à sua terra natal em busca de redenção."


Opinião:
"Não me lembro da última vez que um livro despertou em mim emoções com uma intensidade tão forte. Fui da raiva à tristeza, passando pelo desapontamento e esperança ao longo das páginas desta incrível obra. 
Não posso dizer que esta tenha sido uma leitura fácil, confesso até que cheguei, por vezes, a pousar o livro tal era a intensidade daquilo que estava a sentir. E foi precisamente por causa disso que gostei tanto de "O Caçador de Pipas", por ter mexido comigo e me fazer crer que nas próximas semanas tudo aquilo que possa vir a ler será simplesmente vazio de conteúdo.

Esta é uma história escrita com o coração. Khaled Housseini demonstra em cada página desta sua obra a sua paixão pelo seu país, o Afeganistão, e foi incrível poder ficar a conhecer esta cultura para mim tão distante e desconhecida.
Mais incrível ainda foi acompanhar a história de Amir e Hassan, as duas personagens centrais do livro. Tão próximos mas tão diferentes, gostei que o autor não tivesse optado por criar personagens perfeitas, seres exemplares. Ao invés disso, Housseini apresenta-nos pessoas normais, com os seus defeitos, os seus medos e os seus sonhos.
Para mim, aquilo de que mais gostei em "O Caçador de Pipas" foi o ponto central de toda a história: a oportunidade de redenção. O caminho que Amir tem de percorrer não é fácil, mas ele está ciente que para poder alcançar o perdão, para se perdoar a ele mesmo, terá de ter a coragem que nunca o acompanhou durante toda a sua vida. É comovente tudo aquilo que acontece ao longo do livro para que Amir se possa redimir e dei por mim por diversas vezes a chorar.
A empatia que estabeleci com as personagens foi surpreendentemente forte e sofri ao terminar o livro por perceber que teria de deixá-las para trás e seguir com a minha vida. Estarei a exagerar? Creio que alguns de vocês já sentiram o mesmo e perceberão aquilo de que estou a falar.

Concluindo, este foi um livro que me abalou, que me fez ler as últimas páginas sorrindo e chorando ao mesmo tempo. Foi um livro que me apresentou um país tão diferente do meu, o Afeganistão, com pessoas tão iguais a nós: pessoas imperfeitamente perfeitas.

Um livro que aconselho a todos os leitores. Comprovem por vocês mesmos a força e o impacto que "O Caçador de Pipas" tem nos seus leitores!"


Por Mariana Oliveira
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