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segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

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Livro: Porto Revisitado (Germano Silva)



Título: Porto Revisitado
Autor: Germano Silva
ISBN:978-972-0-06308-3
Edição/reimpressão:10-2016
Editor: Porto Editora


Sinopse

"Esta obra não é mais do que uma viagem no tempo por uma cidade, que é o Porto."
Assim descreve Germano Silva esta edição especial, que revisita o Porto através das suas palavras. Nela participam seis dos seus (muitos) admiradores, ilustres portuenses por nascimento ou paixão: Jorge Gabriel, Jorge Nuno Pinto da Costa, Judite de Sousa, Manuel Sobrinho Simões, Pedro Abrunhosa e Sónia Araújo aceitaram escolher algumas das melhores histórias de Germano Silva sobre a cidade. A eles juntou-se Pedro Olavo Simões, que assim se torna, poderá dizer-se, no primeiro biógrafo oficial do autor. 
Mas como há ainda tanto a descobrir sobre o passado da cidade e tanto a aprender com as palavras do jornalista, que, "aos 85 anos, orienta passeios temáticos em que participam pequenas multidões, sofrendo estas para lhe acompanhar a passada", aqui se apresentam também três textos inéditos do autor. 
Neste livro celebra-se mais do que o afeto que Germano tem pelo Porto. Celebra-se o incomparável afeto que os portuenses têm pelo Porto e por Germano.

Opinião
(Roberta Frontini)

A minha admiração pelo Germano Silva é bem conhecida. É raro nos dias de hoje encontrarmos um homem que ame tanto uma cidade que lhe dedique a sua vida. Isso acontece com Germano Silva e tudo o que ele faz pela cidade do Porto é mágico. 

Mágicos foram também alguns dos momentos que ele me proporcionou no Porto, ao me fazer olhar para a cidade com um olhar ainda mais atento... Nunca me esquecerei do dia em que fui à apresentação do "Caminhar pelo Porto" (ver aqui). Nunca me esquecerei do dia da inauguração da Torre dos Clérigos, e da viagem guiada que ele fez pela igreja. Ir ao Porto, caminhar pelo Porto, e encontra-lo é fabuloso, e a festa que ele nos faz (sem sequer saber quem nós somos, mas sentindo que o admiramos) é das sensações mais maravilhosas do mundo. Sempre que o vejo faço questão de lhe dizer o quanto o admiro, e é por isso também que hoje vos trago este livro, para que também vocês o conheçam. 


Este livro é um autentico tesouro e é uma obra obrigatória nas estantes de quem tem o Porto no seu coração. Fisicamente vocês percebem logo que esta edição é linda e muito cuidada, com as folhas laranja, capa dura, uma encadernação de qualidade... fotografias grandes, detalhadas, a preto e branco mas também a cores.

Esta obra reúne textos de outras pessoas e conta com a participação de 6 figuras públicas. Por exemplo, inicia-se com um texto redigido por Rosália Teixeira (administradora da Porto Editora), e com um texto do jornalista Pedro Olavo Simões. Há fotografias da cidade, mas também há fotografias de Germano Silva, desde tenra idade até aos dias de hoje... Há uma biografia também do autor. Por fim, temos crónicas do autor que foram escolhidas pelas seguintes figuras públicas: Jorge Gabriel, Jorge Nuno Pinto da Costa, Judite de Sousa, Manuel Sobrinho Simões, Pedro Abrunhosa e Sónia Araújo. Há ainda 3 crónicas inéditas. Cada figura pública também aproveitou para escrever um pouco sobre Germano Silva. 

Obrigada à Porto Editora por apostar nestas obras... 
Obrigada Germano Silva!

Visto que entramos há pouco em 2017, desejo que cada um de vocês possa, tal como Germano Silva, enveredar por um caminho profissional que vos traga tantas emoções e vos apaixone de tal forma, que vos permita deixar de ser considerado um trabalho... 

sábado, 14 de janeiro de 2017

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

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Livro: No Reino de Gorjuss (de Santoro)


Há livros que falam por si...
Há livros que não precisam de ser discutidos...
Há livros que apaixonam logo...



Título: No Reino de Gorjuss
de Santoro

Editor: Nuvem de Letras
Edição ou reimpressão: 2016
ISBN: 9789896650926


Sinopse

Um livro com capa dura e folhas debruadas a dourado, o que o torna num objecto de oferta muito especial. No Reino de Gorjuss recontam-se seis das histórias de encantar clássicas mais conhecidas do público: Capuchinho Vermelho, Pequena Sereia, Polegarzinha, Branca de Neve, Rapunzel e Alice. Gorjuss é uma das licenças mais bem-sucedidas e uma imagem de marca reconhecida a nível mundial.


Opinião

Quando não sabemos o que oferecer a uma criança, um livro é sempre boa opção. Mas há sempre aquele receio porque nem sempre sabemos se a história é adequada ou não para a criança. 
Neste caso, não se preocupe, porque o livro é perfeito. 
Para além de ser um livro (objecto) muito bonito, que irá brilhar em qualquer biblioteca (até a biblioteca de uma adulto), as histórias são bem conhecidas e têm feito sonhar gerações e gerações de pessoas em todo o mundo. Assim saberá que está a oferecer um livro cujas histórias conhece bem, com a participação das bonecas mais famosas e conhecidas no mundo dos mais novos. 

Cada história termina com uma linda imagem e uma mensagem que é transmitida pela história em si, em jeito de conclusão. E antes de cada história há também uma pequena introdução que dá todo um encanto ao momento e que prepara a criança para o início de mais uma aventura. 

Aproveitem os dias frios de chuva para preparar uns biscoitos com os vossos filhos, e preparar um dia/serão/noite na companhia destas histórias, ao quentinho, acompanhado de um chá e dos biscoitos caseiros.. não é um lindo programa?  
Se estiver sol, podem aproveitar e levar uma mantinha lá fora, na companhia de iguarias caseiras e desta pequena maravilha. 

Mais, se a vossa criança já souber ler, experimente dar-lhe o livro para as mãos e peça para lhe ler.. nem sabe como este momento se pode tornar mágico. Eu já o fiz: 


Mais nada tenho a dizer, apenas tenho um convite para vos fazer: Peguem nele, manuseiem-no... descubram todos os recantos maravilhosos, as ilustrações soberbas, as histórias que encerra... e depois se quiserem, partilhem a experiência!



segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

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Livro: Uma dor tão desigual





Editor: Editorial Teorema
Edição ou reimpressão: 2016
ISBN: 9789724751139

SINOPSE

«Este livro resulta de um desafio feito a oito autores portugueses para que explorassem as fronteiras múltiplas e ténues que definem a saúde psicológica e o que dela nos afasta. Em estilos muito diferentes, um leque extraordinário de escritores brinda-nos com textos que mostram como qualquer um de nós pode viver momentos difíceis e precisar de ajuda.
Estas são histórias de perda, solidão, fraqueza e delírio, mas também de esperança e humanidade. São relatos de gente que podíamos conhecer e talvez conheçamos, histórias íntimas e ricas de homens e mulheres como nós.
A área da saúde psicológica está ainda sujeita a muitos preconceitos, que dificultam a procura de ajuda profissional e estigmatizam quem sofre. Pretende-se com este livro combater esses preconceitos, despertar consciências e ajudar a encontrar uma saída.»

OPINIÃO

(Roberta Frontini)

Este livro chamou-me à atenção por vários motivos: 
1) pela temática que aborda;
2) por ter o "selo" da Ordem dos Psicólogos Portugueses (e para quem não sabe, tanto eu como a Mariana somos psicólogas);
3) pelos autores que escreveram os contos (este livro contem pelo menos 3 autores que eu admiro imenso: Afonso Cruz, Joel Neto e Richard Zimler);
4) por serem contos.. e eu adoro contos. 

Inicialmente a minha ideia era ler os contos e fazer uma análise de cada um tendo em conta as patologias que apresentavam.. mas assim que li o primeiro conto percebi que isso não ía ser possível... algumas patologias não são bem delineadas e isso é das coisas mais interessantes do livro porque, na vida real, as coisas são de facto assim. Outras vezes nem se pode falar numa patologia no sentido de se enquadrar numa nomenclatura específica. É apenas a história de vida de uma pessoa...
Vejamos alguns dos contos com mais algum detalhe: 

Afonso Cruz 

Afonso Cruz apresenta, através de uma história muito bem escrita, um acumulador compulsivo, mas da-lhe um novo olhar. Usa palavras diferentes que raramente são usadas e foca-se num museu de objectos inúteis. Quem toma conta do museu é um senhor que os recolhe e que inventa uma história para cada objecto. Um conto ao estilo de Afonso Cruz onde, quem sabe, o leitor mais experiente encontrará personagens (ou histórias) presentes noutros livros dele...

Dulce Maria Cardoso 

O conto parece estar dividido em duas partes que se interligam.. mas essa interligação é um pouco deixada ao leitor e não foi de todo clara. Fala sobre um homem que inventa o seu passado. Está muito bem escrito, mas faltou-me qualquer coisa... talvez o resto devesse ser deixado à imaginação do leitor...

Gonçalo M. Tavares

Gostei imenso deste conto. É um relato totalmente desigual e insano sobre os pensamentos de um esquizofrénico. Apesar de "louco", lê-se muito bem e é interessante. E parece, de facto, tratar-se de um discurso que frequentemente é ouvido por parte de uma pessoa que sofre desta patologia. 

Joel Neto 

Só o Joel Neto consegue pegar numa história real e conta-la desta forma agradável. Neste conto, inicialmente sente-se alguma crítica por parte do autor relativamente ao excesso de diagnóstico que existe, no entanto, terminei o conto a achar que o Joel Neto nos quis demonstrar que cada um de nós tem algo.. que afinal a loucura está um pouco dentro de cada um. Achei o conto muito bonito, a escrita muito boa e uma linda homenagem. Bem escrito, fácil de se ler... como Joel Neto já nos habituou.

Maria Teresa Horta 

Gostei imenso da ideia deste conto, mas a certa altura torna-se confuso e um pouco cansativo. Trata-se da história de uma mulher que confunde realidade com ficção (o próprio leitor começa a confundir). É a história da sua gravidez e do pós-parto. Repito: a ideia é fabulosa, mas a escrita é cansativa... 

Nuno Camarneiro 

Foi a primeira vez que li algo do Nuno, e posso dizer que o autor me conquistou completamente. A escrita é simples e fluída (e depois fala no Etna, por isso já tem muitos pontos para me conquistar :p ). Trata da história de um homem que é deixado pela mulher e que tem de aprender a se re-organizar (nomeadamente na relação com a filha). Uma escrita mesmo cativante e interessante. 

Patrícia Reis 

Foi a primeira vez que li algo desta autora. Adorei a história mas o que mais gostei foi a escrita. A história, na verdade, é banal (mulher que é deixada pelo marido e que começa a ir a um psicólogo). Vamos acompanhando esta senhora ao longo de 4 consultas. O discurso é que é muito real e é um discurso muito típico destas pessoas. Está muito bem pensado. Gostei bastante.

Richard Zimler 

Foi o meu conto preferido mas que beneficiou pelo facto de ser mais comprido. A história é interessante e o autor consegue abordar vários assuntos diferentes. A ligação com as questões da saúde mental pode não ser tão evidente como nos outros casos, mas este é um dos pontos fortes do conto. Gostei bastante!

No final, o saldo é mais do que positivo. É um livro que vale mesmo a pena e que de certeza irei reler. 

domingo, 8 de janeiro de 2017

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Entrevista: Blogue "O livro pensamento"


Entrevista 
Blogue "O livro pensamento"


Conheci a Edite do blogue "O livro pensamento" no nosso clube de leitura (para mais informações clicar aqui).

Recentemente a Edite decidiu entrevistar-me. Foi uma honra para mim e uma experiência muito agradável. Resta-me agradecer-lhe não só a oportunidade como as palavras que me deixou no seu blogue. Deixo o link para o caso de quererem espreitar a entrevista :) 
Obrigada Edite

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Youtube: TAG 7 Coisas [Blogue FLAMES]


TAG 7 Coisas 
[Blogue FLAMES] 


sábado, 7 de janeiro de 2017

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252º Passatempo do FLAMES - Especial Aniversário


É difícil de acreditar que já passaram 7 anos desde que o FLAMES foi criado.
Como uma ocasião tão especial nunca poderia passar em branco, é com prazer que vos apresentamos o nosso Passatempo Especial de Aniversário!

Como qualquer presente deve ser surpresa, decidimos aguçar-vos a curiosidade não revelando logo de início em que consiste o prémio. Ao longo das próximas semanas vamos literalmente levantar aos poucos a ponta do véu para que possam descobrir em que consiste este presente surpresa!
Vão visitando este post e façam as vossas apostas!


O que estará debaixo da manta?!

PISTA 1

PISTA 2

PISTA 3

PISTA 4

LIVRO 1

LIVRO 2


Podem participar uma vez por dia até 7 de Fevereiro... Boa Sorte!

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

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Livro: As Intermitências da Morte



Ano de Edição: 2014
Género: Drama, Humor
Autor: José Saramago
Editora: Porto Editora


* Por Mariana Oliveira *

Faço parte do grupo de leitores que ficou com aversão às obras de José Saramago por causa de uma decisão do Ministério da Educação a meu ver tremendamente errada: tornar obrigatória a leitura da obra “O Memorial do Convento” para milhares de adolescentes em todo o país. Ainda não conheci ninguém que com 17 ou 18 anos tivesse a maturidade necessária e experiência de leitura para entender a complexidade da escrita do Nobel português. O que resulta desta péssima opção são milhares de alunos a braços com uma leitura demasiado complexa e que acabam por considerar Saramago como sendo um escritor inacessível e desinteressante. 
Foi precisamente por causa disto que demorei anos a atrever-me a dar uma segunda oportunidade aos livros do conceituado escritor português. O receio estava lá e estava pronta para não gostar da obra. Por isso mesmo, foi com surpresa que me deparei com uma das minhas melhores leituras dos últimos tempos! 


Sinopse:
«No dia seguinte ninguém morreu.» Assim começa este romance de José Saramago. Colocada a hipótese, o autor desenvolve-a em todas as suas consequências, e o leitor é conduzido com mão de mestre numa ampla divagação sobre a vida, a morte, o amor, e o sentido, ou a falta dele, da nossa existência. 


Opinião:
Mentiria se dissesse que a escrita de Saramago é fácil. Diferente de todos os estilos que encontrei até hoje, a prosa de Saramago é de uma riqueza ímpar. A construção das frases, a inclusão peculiar dos diálogos e os termos utilizados tornaram a leitura de “As Intermitências da Morte” num delicioso desafio.
Relativamente à trama deste livro, não consigo pensar nele sem dividi-lo em duas partes. 


Na primeira metade, Saramago confronta-nos com as alterações inevitáveis que a ausência da morte implica. Habituados a sonhar com essa possibilidade, o autor mostra-nos que o facto de os Seres Humanos se tornarem imortais pode trazer muitos mais inconvenientes do que vantagens.
Socorrendo-se de um sentido de humor absolutamente genial, Saramago dispara em todas as direcções: governos, religiões, sindicatos, seguradoras e até a máfia. Ninguém sai ileso nesta história onde a morte se ausenta e a sociedade vê os seus pilares abalados.
Dei por mim a rir-me com várias passagens e a pensar seriamente sobre alguns dos pontos de vista apresentados pelo autor e nos quais eu nunca tinha pensado anteriormente. 

Na segunda metade do livro a história muda de tom e a prosa torna-se quase poesia quando Saramago começa a focar-se mais nos aspectos da nossa finitude, da inevitabilidade da morte e na importância que a vida de cada um de nós tem. Adorei esta parte da obra que me levou a mergulhar na intimidade da morte e ver-nos a nós, pessoas, sob a perspectiva de uma entidade cuja função é a de terminar com a nossa existência neste mundo. 
Foi com esta segunda metade que fiquei completamente rendida ao autor e com a certeza de que irei voltar às suas obras para voltar a desfrutar da sua genialidade.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

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Livro: Como não morrer de fome em Portugal



Título: Como Não Morrer de Fome em Portugal
Autor: Lucy Pepper
Editor: Objectiva
Edição ou reimpressão: 2016
ISBN: 9789896651329

Sinopse:
Um retrato cómico de Portugal sob o olhar atento e sátiro de uma inglesa. Lucy Pepper é acutilante, divertida e certeira a capacidade que tem para nos descrever, sem nunca denegrir, apontando sempre os nossos pontos fortes e o nosso enorme capital para melhorar enquanto povo e país.

Opinião 
(Roberta Frontini)


Alguns de vocês sabem que não sou 100% portuguesa. A minha mãe é, mas eu tive a sorte de ter nascido em Itália, o país do meu pai. Digo "sorte" não por odiar Portugal, mas porque tenho uma paixão incrível pelo meu país. Somos italianos (ou melhor, sicilianos que não gostamos de misturar cá as coisas!) e, felizmente, em minha casa sempre se viveu muito "à italiana". É por isso também que, apesar de já cá morar há muitos anos, ainda me sinto mais italiana do que portuguesa.
Para "piorar" as coisas, um dia passou-me pela cabeça que tinha de ir morar uns meses para o país que mais me fascinava na Europa: a Inglaterra, país de origem da autora deste livro. E fui! Assim, quando voltei para Portugal, tinha mais umas quantas possíveis comparações que podia fazer (como se não tivesse já suficientes).

Não gosto de comentários xenófobos, nem sequer gosto de generalizar características para um só povo, mas a verdade é que os portugueses têm algumas características que eu me divirto a "apontar" (e que, normalmente, deixam o português que me acabou de ouvir a fervilhar). Por isso mesmo, sempre me senti muito "sozinha" nestas situações e, com o tempo, aprendi a assinalá-las, mas a guardá-las para mim. Eis então que chega este delicioso livro, que me fez querer ir ter com a Lucy, dar-lhe um abraço (e dois beijinhos que eu sou das que dá dois*).

Este livro está brilhante! E não, não diz mal dos portugueses ou de Portugal! Este livro é muito mais do que à partida pode parecer. Pegando em pratos tipicamente portugueses, Lucy Pepper encontra sempre uma forma de introduzir um tópico interessante, normalmente relacionado com a forma como se vive em Portugal, ou a forma como os portugueses são. Traz algumas analogias com outras culturas que bem conhece (neste caso com Inglaterra) pelo que é um livro que alguém que conhece bem esta cultura poderá apreciar ainda mais. Eu voto para meter a Lucy Pepper a escrever crónicas deste género num jornal! Ler o livro da Lucy é rir do início ao fim. É ir virando páginas à medida que nos identificamos com as coisas. É dizer aos outros: "olha esta, deixa-me só ler-te esta páginas! Vê lá se não é mesmo isto que acontece!" 

Gostei de tudo neste livro: do facto de me identificar tanto com a autora, o facto de ela o tornar pessoal e não apenas em meras "críticas" (atenção que as criticas são negativas mas também são, maioritariamente, positivas! E são extensíveis a vários países. A Lucy não idolatra Inglaterra e trata mal Portugal, por vezes faz precisamente o contrário). Gostei do facto de começar em falar no Porto e depois de se centrar numa aldeia. Gostei das analogias à comida (apesar de eu ter deixado de comer carne quando estava em Inglaterra e, por isso, algumas descrições de pratos com carne me fazerem impressão). Gostei da crítica aos empreiteiros (que é das coisas que mais me queixo aqui!). Gostei da forma como a Lucy me fez rir e me fez sentir acompanhada nesta linda aventura que é viver em Portugal.

*quem tiver lido o livro vai compreende.. 

domingo, 1 de janeiro de 2017

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Vídeo: Encontros de autores em 2016


Fiquem com um cheirinho do que foi ouvir e ver estes autores em 2016

Link - https://www.youtube.com/watch?v=3Bj9OZzuhWE


Mário Cláudio
Paulo Kellerman
Fernando José Rodrigues
João Paulo Silva (que por lapso no vídeo aparece como Fernando também)
Luís Mourão
Fausta Cardoso Pereira
Andreia Monteiro
Elsa Margarida Rodrigues
Paulo Assim
Paulo Moreiras
Fernanda Botelho
João de Melo
Tânia Bailão Lopes
Afonso Cruz
Walter Hugo Mãe
Joel Neto
Ella Berthoud
Susan, Elderkin
Carlos Ruiz Zafón


FELIZ 2017 

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

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Filme: Rogue One - Uma história Star Wars



Título Original: Rogue One - A Star Wars Story
Ano: 2016
Género: Ficção Científica, Acção
Realizador: Gareth Edwards


* Por Mariana Oliveira *


Conhecem aquelas pessoas estranhas que vão ver spin-offs sem conhecerem a história original? Esses indivíduos normalmente destacam-se na sala do cinema por serem as únicas que não percebem as referências aos filmes originais e por não sentirem o mesmo nível de emoção dos demais ao mergulhar num universo que acompanhou grande parte dos espectadores durante anos. Essas pessoas poderão irritar muitos fãs que não os consideram capazes de apreender toda a essência desse mundo incrível. Pois bem, é sem medo que dou a cara e digo que na passada semana fiz parte do grupo de pessoas-irritantes-que-vão-ver-spin-offs-sem-saber-nada-sobre-a-história-inicial!

É verdade. Eu, Mariana, me confesso e admito que nunca vi nenhum filme de Star Wars. Admito que esta condição já me excluiu de várias conversas em que todos discutiam o quão fantástica a saga é, e também nunca tinha percebido muito bem a famosa frase “may the force be with you”. 
Contudo, apesar de tudo isto decidi aventurar-me e ver o filme “Rogue One” a fim de perceber se o universo Star Wars me iria conquistar tal como fez com milhões de pessoas em todo o mundo. 

Relativamente à história, confesso que não fiquei surpreendida. Trata-se de mais um filme de ficção científica com uma trama bastante previsível: pessoas com um talento único que nunca se conheceram por obra do destino cruzam-se e decidem unir-se por uma causa comum. Com algumas piadas pelo meio e os típicos clichés, o grupo Rogue One é criado a fim de salvar o universo. Cheguei mesmo a aborrecer-me durante a primeira metade tendo ficado entusiasmada apenas quando as batalhas começaram. 
Admito que se tivesse visto os filmes anteriores tudo teria sido muito mais entusiasmante para mim pois a Death Star, o ponto central desta história, pelos vistos já teve destaque anteriormente. Pelo menos foi o que me disse quem me acompanhou ao cinema. E eu acreditei.

Em relação aos efeitos especiais, a sensação que tive foi a de que estava a ver uma produção de ficção científica da década de 90. Achei os fatos, naves e efeitos utilizados nas batalhas bastante antiquados. Pacientemente, quem me acompanhou ao cinema explicou-me que a ideia é manter a linha seguida nos filmes anteriores e que essa imagem obsoleta foi propositada. Eu como que fiquei meia convencida com esse argumento… 

Apesar de no final eu até estar entusiasmada com a batalha épica a que tinha acabado de assistir, continuei sem grande vontade de ver toda a saga. Talvez um dia me volte para esse universo épico que tantas pessoas conquistou em todo o mundo e que deixou milhões a sonhar com sabres iluminadas.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

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Livro: Histórias Inesquecíveis 2




Título: Histórias Inesquecíveis 2
Sub Título: As melhores histórias da literatura universal contadas aos mais novos
Autor: Alessandro Baricco (Ed.)
Editor: Nuvem de Letras
Edição ou reimpressão: 2016
ISBN: 9789896651473 

SINOPSE

As melhores histórias de sempre contadas aos mais novos. Neste segundo volume, reúnem-se cinco autores de renome internacional e de enormíssimo talento. Cinco histórias que revelam como é diversa, complexa e bela a Humanidade - e que, por isso, não devem nunca ser esquecidas. Porque um dia sem ler é um dia perdido.

Opinião
(Roberta Frontini)

A minha paixão por este livro começou no dia em que o vi pela primeira vez. Abri o pacote, e lá estava ele. Lindo de morrer. Capa dura de cores sóbrias e belas ilustrações. Sim, foi amor à primeira vista. Afinal este tipo de amor existe. Existe sim porque eu experimentei-o!
Depois abri-o.. e aquele livro com cheiro a nova inebriou-me. E depois vi-as.. aquelas ilustrações maravilhosas que acompanhavam o livro... mas que se iam alterando. Claramente estas ilustrações não eram todas do mesmo autor. Mas afinal que livro é este? O que estava eu a manusear? E assim... comecei a devorá-lo e a tentar compreender o que tinha nas mãos.

Este é um livro para crianças.. E apesar de eu achar que este livro é extremamente importante para elas, também acho que é um livro perfeito para adultos. Trata-se de um projecto em colaboração com duas entidades (A Escola de Holden e A Biblioteca di Repubblica l'Espresso).

Este projecto foi idealizado e organizado por Alessandro Barrico, um autor que tenho em grande estima (bolas, eu sou italiana, adoro autores italianos não posso fazer nada contra isso). Este autor teve então a ideia de pegar em obras muito importantes e em transformá-las em textos para crianças, acompanhadas por estas ilustrações maravilhosas.
Neste 2º volume temos, então, as seguintes histórias:

Gilgamesh
Por acaso este ano já li um livro que se inspirava na história de Gilgamesh. Esta obra foi adaptada por Yiyun Li e ilustrada por Marco Lorenzetti. O traço do ilustrador, assim como as cores que ele usa, apaixonaram-me.

O Nariz
A adaptação deste conto era o que maior curiosidade me suscitava. Isto porque quem o adaptou foi Andrea Camilleri, um autor siciliano como eu, de quem tenho a maior estima não só como autor (escreveu algumas das obras mais lidas em Itália), mas como pessoa. Gosto imenso de ver entrevistas dadas por ele pois é um senhor muito sabedor e culto.
Maja Velija foi quem fez as ilustrações que são relativamente mais realistas e sóbrias que as de Lorenzetti.

Rei Lear
Adaptado por Melania G. Mazzucco, mais uma autora italiana mas que, infelizmente, não conheço. As ilustrações são de Emanuela Orciari. As ilustrações também são mais bonitas mas talvez mais "pesadas". A escolha de cores está fenomenal.

Cyrano de Bergerac
Stefanno Benni foi o escritor escolhido para a adaptação desta obra.
Miguel Tanco ilustrou. As ilustrações também estão bonitas e o Cyrano está muito bem representado.

Os Noivos
Tenho esta obra para ler em italiano, mas ainda não tive coragem de a ler. Isto porque sinto que é daquelas leituras que me vai tomar imenso tempo. Quem a adaptou, neste caso, foi o grande Umberto Eco, que dispensa qualquer tipo de apresentações.
As ilustrações voltam a ser de Lorenzetti que, neste caso, as torna mais reais que na primeira história.

No final de cada adaptação, o autor responsável pela adaptação (ou o editor) escreveram um pequeno texto que conta a sua relação com a mesma, onde tece um pouco da sua relação com a obra e onde conta a origem da mesma.

Um livro soberbo que adorei conhecer. 

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

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Livro: A Sul de nenhum Norte


Título Original: South of No North 
Ano de edição: 2016 
Género: Drama 
Autor: Charles Bukowski 
Editora: Alfaguara 


* Por Mariana Oliveira *


Em determinadas obras opto por lê-las sem saber nenhuma informação prévia. Sinopses ou críticas ficam completamente de parte quando decido mergulhar numa história sabendo o mínimo possível. Foi precisamente isso que decidi fazer com um dos títulos mais chamativos que me passaram pelas mãos nos últimos tempos: A Sul de nenhum Norte. 


Sinopse:
"Uma colectânea de 27 contos. Um homem compra um manequim feminino pelo qual se apaixona perdidamente. Um escritor alcoólico e frustrado alcança o sucesso mas não se liberta do vício. Dois vagabundos partem para um assalto nocturno e acabam transformados em assassinos. Bêbedos, escritores falhados, prostitutas, ladrões, pugilistas, bandidos: os personagens que povoam as páginas destes contos são velhos conhecidos do mundo narrativo de Bukowski. Um mundo pobre, sujo e feio, retratado com absoluta lucidez mas também com uma profunda compreensão e empatia. A América das ruas, dos bordéis, das salas de jogo, dos bares mais esquálidos e das pessoas mais esquecidas. A América que não conheceu o Grande Sonho e de que Bukowski foi sempre, talvez, a voz mais autêntica. Considerado por muitos como o melhor livro de Bukowski, "A Sul de Nenhum Norte" é o retracto cru e fulgurante dos americanos que desistiram da sociedade e até de si mesmos. Uma reflexão que Bukowski faz com particular genialidade e domínio literário na economia e alvos das suas palavras. 


Opinião:
Há vários anos que sentia uma imensa curiosidade em ler algo de Bukowski mas até agora a oportunidade nunca se tinha proporcionado. Por isso mesmo, foi com um misto de histerismo e expectativa que iniciei esta leitura. 
Contudo, qual não foi o meu espanto quando me deparei com contos cujos protagonistas são ladrões, violadores, prisioneiros, caloteiros e alcoólicos. Foi a primeira vez que me confrontei com uma obra assim e a palavra que encontro para melhor descrever o que senti foi: chocada. Não estava à espera que o autor me apresentasse de uma forma tão crua uma América a anos-luz do famoso sonho americano. 
Charles Bukowski não poupa nos adjectivos fortes, nos verbos violentos e nas situações repugnantes. Se a intenção do autor era a de chocar, pois bem comigo conseguiu cumprir o seu propósito por completo! 
É evidente a crítica social e até política que o autor pretende fazer com a sua obra, ao denunciar o que de mais degradante existia à época na sociedade americana. Sendo um país comummente retratado como o local onde todos os sonhos se podem concretizar, o autor decidiu demonstrar que também existe uma classe degradada, sem rumo e com dificuldade em se inserir na restante sociedade. Será que os restantes cidadãos podem fazer algo para alterar essa situação? E o que dizer dos governantes?
Se tivesse lido a sinopse antes de embarcar nesta leitura, com certeza que a chapada na cara não teria sido tão violenta. No entanto, da forma como as coisas aconteceram, dei por mim perante a leitura que mais me chocou nos últimos tempos. Confesso que não estava nada à espera desta surpresa e não considero que estivesse preparada.
Serão assim os outros livros de Bukowski? Confesso que fiquei cheia de curiosidade em sabê-lo. Contudo, aprendi a minha lição: na próxima vez leio primeiro a sinopse!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

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251º Passatempo do FLAMES (em parceria com a Planeta)



SINOPSE 

Intenso, Sexy, Inesperado e Arrepiante. Uma história erótica e de suspense, que é também uma grande história de amor e redenção. Escrito do ponto de vista do Doutor Dixon Mathews, um psiquiatra de Nova York. Convincente e chocante é uma história de amor que irá manter o leitor absorvido até ao fim... Matthew Dixon irá contar-nos a atracção por duas mulheres. Uma acalma os seus instintos predatórios. A outra o instinto protector. Qual das duas escolherá?

Ficaram com vontade de ler? Ora participem no passatempo... BOA SORTE 

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Agenda 2017 + vídeo


Sugestões prendas livrólicas-solidárias 
[PARTICIPAÇÃO ESPECIAL DOS MEUS ANIMAIS] - Blogue FLAMES



Adquirir agenda




Marcas/personalidades dos animais 
- Two Dobermanns and a Mutt - https://www.facebook.com/2dobbiesandmutt/
- Bone Sweet Bone - Your Dog's Home Away From Home - https://www.facebook.com/BSBLovesDogs/


Adquirir os livros vaso e os relógios - https://www.facebook.com/crisdiy/

ou 

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

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Série: American Gothic



Ano: 2016
Género: Mistério, Drama
Produtor: Corinne Brinkerhoff


* Por Mariana Oliveira *

“American Gothic” é o exemplo perfeito de uma série que parecia não ter uma história que possibilitasse grandes desenvolvimentos mas que, para minha agradável surpresa, acabou por dar “pano para mangas”!


Sinopse:
"American Gothic centra-se numa proeminente família de Boston que estremece depois da arrepiante descoberta que liga um dos seus membros a uma cadeia de assassinatos que duram há décadas. Impactantes segredos do passado e do presente, suspeitas, desconfiança e paranóia misturam-se numa história em que um deles pode ser um assassino, coisa que ameaça destruir e separar a família. A família estremece na sequência da arrepiante descoberta de que alguém do seu seio está ligado a uma infame série de assassinatos. Passados 14 anos, é reaberto o caso do “Assassino das Sinetas de Prata” e a família Hawthorne vê-se a duvidar se um dos seus poderia ser o autor dos horríveis assassinatos que abalaram a cidade de Boston. Com a revelação de chocantes segredos do passado e do presente, a crescente suspeita e paranóia de que um deles é um assassino ameaça desfazer a família em pedaços."


Opinião:
Sempre tive um fraquinho especial por histórias de assassinos em série. Toda a investigação policial envolvida para perseguir um assassino, na grande maioria dos casos extremamente inteligente, e conseguir interpretar todas as pistas sempre me deixou fascinada. Por isso mesmo, mal percebi que "American Gothic" tinha como premissa principal um assassino em série decidi que tinha de ver esta série!

Numa fase inicial temi que não conseguissem criar reviravoltas suficientes para manter a série interessante até ao fim. Afinal, o núcleo de actores é relativamente pequeno. Trata-se mesmo de uma única família da alta sociedade da qual se desconfia que um dos seus membros é um antigo assassino em série que nunca foi descoberto pela polícia.
Contudo, à medida que os episódios avançam cedo percebemos que esta é uma família repleta de telhados de vidro, uma vez que quase todos os seus membros têm segredos a esconder e um passado obscuro. 
É muito entusiasmante ver como esta história consegue manter-nos presos a cada episódio, confundindo-nos no momento certo quando achávamos que já sabíamos qual a identidade do assassino. 
A somar a tudo isto temos o glamour constantemente presente na série, que lhe dá um toque especial e a distingue de outras produções do mesmo género. Desde a casa da família até ao meio onde se movimentam, gosto desse toque especial que me transporta para um mundo acessível a muito poucas pessoas.
Aconselho sem reservas esta série a todos aqueles que não perdem por nada deste mundo uma boa história de mistério. Deixem-se levar pelo enredo dramático, extravagante e surpreendente de "American Gothic"! 

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

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Livro: O livro das coisas boas



Editor: Arena PT
Edição ou reimpressão: 2016
ISBN: 9789896651541

SINOPSE

Um livro que nos inspira a registar as nossas memórias e desejos e que funciona como um registo muito pessoal, com espaço para guardar frases, bilhetes de espectáculos, desenhos, fotografias. Aqui nunca ficará sem bateria ou correrá o risco de apagar alguma coisa sem querer.

OPINIÃO
(Roberta Frontini)

Eu simplesmente ADORO livros de actividades! Adoro, adoro, adoro! Este não é de todo excepção. 
Quando recebo um livro destes fico umas semaninhas a contemplá-lo, até ter coragem de pegar nele e meter mãos à obra. Mas quando começo, ninguém me pára. 

Este é ligeiramente diferente daqueles que já tinha cá em casa. Não implica muito desenhar, ou pintar, mas antes fazer listas e guardar coisas de que gostamos ou que, no futuro, nos farão sorrir e relembrar bons momentos. No entanto, neste livro tudo é permitido, por isso se vos apetecer desenhar, pintar, cortar, rasgar, esfregar... podem fazê-lo. Assim, este não é mais um daqueles livros onde precisará se sair de casa e ir comprar material de desenho. É um livro que agradará a um público mais vasto, de miúdos a graúdos onde escrever é a palavra de ordem.

A edição é muito bonita e cuidada, como este género de livros merece ser. E no final, não sairá com um livro completamente destruído ou deformado, mas antes acabará com um livro que é pessoal, que é uma parte de si e que encerra consigo as coisas boas da sua vida. 
Use este livro para registar coisas que goste, que não quer esquecer... memórias que a façam feliz e episódios para mais tarde recordar. Tire um momento para si, e faça umas listas de livros, filmes, músicas que façam parte do seu dia-a-dia. Guarde bilhetes, fotografias ou recortes de jornais e revistas que quer manter sempre por perto. Aproveite para ler frases inspiradoras de alguns autores e personalidades, que vão aparecendo nestas páginas. Faça um apanhado de coisas que quer experimentar, e meta-se à prova: faça-as!

Torne este livro ainda mais especial ao colocar nele um pouco de si próprio, ou ofereça-o alguém especial que seja capaz de o tornar num livro único.  

sábado, 10 de dezembro de 2016

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Maratona Literária de Natal - 2016


E no dia em que publico um vídeo onde falo na minha participação na Maratona literária de Verão, sou convidada pela Vera para criar mais uma :p ahahha
Então aqui fica :p

Post ORIGINAL aqui - http://agoraquesoucritica.blogspot.pt/2016/12/maratona-literaria-de-natal-2016.html


Como o Natal está quase a chegar decidi incentivar todos os membros deste blog e não só a ler e a cumprir as respectivas metas do final do ano, e para isso aqui vem a segunda maratona deste blog.

Para quem não sabe as maratonas literárias não são imposições, a própria pessoa é que escolhe que livros vai ler, a maior parte das vezes têm como objectivo tentar que o leitor leia livros diferentes e às vezes fazer as pessoas gostarem de géneros literários diferentes.

Esta maratona só vai começar dia 16 de Dezembro à 00:00, para ter tempo de se inscrever no formulário e irá até ao dia 7 de Janeiro pelas 23:59. O objectivo é ler o maior número possível de páginas. As únicas regras para participar oficialmente nesta maratona é serem membros do blog [ http://agoraquesoucritica.blogspot.pt/ ] e do blog Flames [ http://flamesmr.blogspot.pt/ ] e do youtube do blog Flames [ https://www.youtube.com/user/FLAMESmr/ ] e comentarem neste post. Vou colocar agora uma lista de desafios, podem escolher todos ou apenas alguns para cumprirem. Não se esqueçam de colocar a vossa listinha de livros que vão ler nos comentários! Cada participante irá ter que meter os seus progressos numa rede social à sua escolha, mas terá que avisar o blog/youtube.

Podem inscrever-se quando quiserem, desde que seja durante o tempo da maratona.
Utilizem a hashtag #MLNatal2016 para fazer os vossos posts acerca da maratona.

Vou atualizando a lista de inscrições de 2 em 2 dias, portanto não se aflijam se não virem logo o vosso nome, porque à partida estão inscritos.

Quem tem nomes muito comuns (Anas, Marias, etc), metam no formulário o 1º e último nome para as contagens finais serem mais fáceis.

Formulário:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScppPYzfeR2rWLNksm5nGmULUB8v_jgzA_EsnFxYSLMJc0WRg/viewform?c=0&w=1


Nota: CADA LIVRO SÓ PODE ENTRAR NUMA CATEGORIA, LOGO NÃO SE PODE REPETIR O MESMO LIVRO EM DUAS CATEGORIAS DISTINTAS.

Desafios Literários:
1) O Natal é uma época bonita, onde o conforto é procurado especialmente devido ao frio que se sente lá fora. Lê um livro que achas que te possa trazer conforto.
2) Ler um livro que te ofereceram num Natal ou que gostarias que te tivessem oferecido.
3) Ler um livro que te faça lembrar a família.
4) Ler um livro que se passe no Inverno.
5) Ler um livro que queiras acabar antes de 2016.
6) Ler um livro com a cor branca na capa.
7) Ler um livro com menos de 100 páginas.

Desafios das Redes Sociais:
1) Preparar e tirar uma foto inspirada na foto de capa da maratona com os vossos livros.
2) Tirar uma foto com o livro que estão a ler, no vosso cantinho de leitura com tudo o que acham necessário ter quando se está a ler nesta época de frio.
3) No dia 24 de Dezembro tirar uma foto ao pé da árvore de Natal com um livro que tenham na vossa estante e que achem que é o mais natalício.
4) No dia 25 de Dezembro tirar uma foto com o livro que estão a ler e o prato favorito do almoço de Natal.

Desafios Cinematográficos:
1) Assistir a um filme passado no Natal ou onde simplesmente apareça neve.
2) Assistir a um filme com uma família.
3) Assistir a um filme que se vê sempre nesta época.

No final comentem que livros escolheram e quais conseguiram ler.

Divirtam-se!

Podem ver aqui a minha participação na maratona anterior 
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Vídeo: #MLVerão2016 - SOU UMA VERGONHA! [Blogue FLAMES]



Fiquem com o meu balanço da Maratona de Verão :) 
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