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quinta-feira, 28 de setembro de 2017

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Livro: A Filha do professor



Título Original: La fille du professeur
Ano de Edição: 2003
Género: Humor, Acção
Autores: Joann Sfar e Emmanuel Guibert


* Por Mariana Oliveira *


Foi numa tarde de Verão, numa pequena feira do livro à beira-mar, que há alguns anos comprei este livro. Ainda hoje não sei bem explicar o que me levou a escolhê-lo, mas o que é um facto é que este livro acabou por ir para minha casa onde ficou lá durante anos na minha estante até que finalmente decidi pegar nele. Confesso que não estava nada à espera daquilo que encontrei!


Sinopse:
“Numa Londres vitoriana uma múmia regressa à vida após 3 mil anos de um profundo sono. A acompanhá-lo está a filha do professor que ao longo de muito tempo teve como responsabilidade zelar pela preservação do museu onde o histórico ser se encontrava em exposição. Tudo fica mais complicado quando a jovem e a múmia se apaixonam à primeira vista e decidem passear pelas ruas da capital britânica longe de imaginar a série de confusões em que estão prestes a envolver-se. Será que o seu amor irá conseguir sobreviver à perseguição dos seus pais, da polícia de Londres e da Sociedade Real de Arqueologia?”


Opinião:
Num livro de ilustrações a qualidade das mesmas ou a falta dela por norma torna-se evidente ao fim de poucas páginas. Este caso não foi excepção e foi com rapidez que me rendi à qualidade dos traços aqui apresentados. Os tons sépia que encontramos na maioria das páginas juntamente com o traço aparentemente descuidado que é utilizado tornam esta leitura num regozijo para os olhos.
Relativamente à história, confesso que quando vi a capa deste livro e sem ter lido sequer a sinopse pensei que iria encontrar um drama vitoriano. Por isso mesmo, fui completamente surpreendida por esta comédia repleta de peripécias e situações estapafúrdias.
O humor físico está bastante presente neste livro que chega mesmo a apresentar-nos a rainha de Inglaterra a ser atirada ao rio sem, em momento algum, perder a sua postura empertigada.
Tratando-se de uma história com apenas 62 páginas, o ritmo da acção é intenso sem espaço para momentos mortos. São peripécias atrás de peripécias numa história divertida que recomendo a todos os leitores que queiram dispensar de um pouco do seu tempo para descontrair com algumas gargalhadas.



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