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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

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BookHaul Agosto 2017 Roberta [Blogue FLAMES]



quinta-feira, 14 de setembro de 2017

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Livro: Alice no País das Maravilhas



Título Original: Alice in Wonderland
Ano de Edição: 2015
Género: Aventura, Fantasia
Autor: Lewis Carroll


* Por Mariana Oliveira *


Deve ser quase impossível encontrar um livro infantil mais famoso que o clássico “Alice no País das Maravilhas”. Escrito por um matemático, o britânico Lewis Carroll, é provavelmente um dos livros para crianças mais lido nas últimas décadas.


Sinopse:
“Um dos maiores clássicos da literatura é um dos mais extraordinários contos de fadas de sempre, onde a imaginação reina como senhora absoluta, o absurdo e o nonsense delirante dominam e onde tudo é possível. Quem não se lembra das personagens que Lewis Carroll imortalizou e que fazem parte do imaginário de várias gerações?” 


Opinião:
Antes de ler este livro já tinha ouvido todo o tipo de comentários sobre ele que iam desde ser “o melhor livro que alguma vez li na vida” até “mas que raio de drogas é que o autor tomou quando o escreveu”. Por isso mesmo, ao iniciar esta leitura já estava convencida de que não iria encontrar uma história com um fio condutor simples, contudo nada me tinha preparado para encontrar tal emaranhado de ideias!

Não querendo falar em passagens concretas para não estragar o livro a quem ainda não o leu, prefiro antes abordar aquilo que senti ao ler “Alice no País das Maravilhas”.
O início deixou-me bastante interessada pois a forma como esse famoso País das Maravilhas é apresentado despertou-me bastante curiosidade e por momentos senti que recuava no tempo e que regressava aos anos da minha infância. No entanto, a determinada altura, as coisas começaram a ficar simplesmente demasiado aleatórias e meio loucas. Não sou tão inocente ao ponto de não perceber que era esse o objectivo do autor, contudo não gostei de tantos diálogos estranhos e de me cruzar com tantas personagens infelizes, assustadas, zangadas e/ou desorientadas.
É certo que tudo é possível no País das Maravilhas e que quando entramos no reino da fantasia a imaginação nos pode levar por vários caminhos, cada um mais caricato do que o outro. No entanto, não gostei desta amálgama de diálogos e acontecimentos. Gostava de que esta leitura me tivesse transportado para um reino de fantasia ao invés de me proporcionar uma aventura quase psicadélica.

Para sempre ficarei a questionar-me se o impacto desta obra teria sido completamente diferente se a tivesse lido em criança. Infelizmente, essa pergunta nunca terá resposta…


quarta-feira, 13 de setembro de 2017

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O teu FLAMES num ano


2016 foi um ano repleto de surpresas. Por ter sido um ano fora do comum, acreditamos que ainda vamos ouvir falar nele bastante em 2017. No FLAMES queremos fazer o mesmo. De um ano que tanta gente apelidou de um dos piores na história da humanidade, nós queremos retirar o que de melhor houve. Assim nasce a rubrica "O teu FLAMES num ano"


Rita Martinho
2016

Página facebook: https://www.facebook.com/mundodesonhoss/

Canal Youtube: https://www.youtube.com/channel/UC1vlOMvolyPmIPHHxL8weuQ

Filmes: Quem me conhece sabe que não vejo muitos filmes, porém 2016 esteve recheado de filmes maravilhosos e eu não consegui restir-lhes. 

Menciono o À procura de Dory, eu esperei anos e anos por este filme e não me desiludiu em nada! 

A casa da senhora Peregrine para crianças peculiares, a adaptação do primeiro livro da trilogia, Tim Burton fez um excelente trabalho e eu não estava à espera de menos! 

A rapariga no comboio que veio dar ainda mais relevo ao livro, a Emily Blunt surpreendeu-me muito com a sua interpretação da Rachel, via-se nos seus olhos que estava completamente perdida. Só não gostei muito das cenas de sexo, não me lembro de no livro ter assim tantas. 

Por fim, como fã de Star Wars que sou, não podia esquecer o Rogue One: Uma história de Star Wars, foi a minha primeira experiência com IMAX, não poderia ter corrido melhor! Um filme cheio de ação , pensado de propósito para os fãs ,pois se não tivermos visto todos os que estão para trás não conseguiremos compreender este no seu todo. O filme trouxe também mais uma heroína super forte: A Jyn , quem lhe deu vida foi a atriz Felicity Jones e o seu trabalho foi incrível! 

Livros: Sou terrível nesta parte, principalmente este ano, pois não dei 2 estrelas a um único livro! Vou mencionar duas séries de livros que me espantaram completamente, foram as que mencionei mais no canal ao longo de 2016: Percy Jackson e os Olimpianos e Os heróis do Olimpo. Costumo dizer que a segunda é uma série de spin offs, pois convém lerem-na só depois da primeira, senão não compreenderão grande coisa. 

Muitas pessoas diziam que era parecido com HP mas eu não vi nada disso, exceto a idade das personagens, as descobertas que são feitas no início e o facto de ambos serem livros de fantasia. Aconselho esta série a todos aqueles que gostam de mitologia, tanto grega como romana, é uma excelente maneira de aprender mais enquanto estamos a disfrutar de uma leitura mesmo muito descontraída, como os livros são para um público mais jovem os livros são bastante acessíveis e super engraçados, mas mesmo assim deixam-nos de boca aberta com alguns acontecimentos. O melhor de tudo isto é criarmos relações com as personagens ao longo dos livros, desta maneira o seu crescimento é nitidamente observado. 

Animes

Mangas

Eventos, espetáculos e/ou entretenimento: O concerto dos Myname em Lisboa, um grupo de Kpop. Foi o primeiro concerto ao qual eu fui, super bem acompanhada por algumas meninas do YouTube. Como alguns sabem o Kpop ainda não é muito aceite em Portugal, não houveram muitos concertos ainda, por isso os grupos que cá vêm devem ser apoiados. Gostei imenso de ver as danças do grupo, vê-se mesmo que os Coreanos dão mais atenção a esse pormenor que os outros cantores. Disseram coisas lindas sobre nós e Lisboa o que nos deixou a todas super felizes (e com lágrimas nos olhos). 

Séries: Quanto a séries, não vejo séries Americanas há imenso tempo, dediquei-me aos Doramas, que são séries Coreanas, Chinesas, Japonesas ou Tailandesas. 

Por isso nesta secção mencionarei dois doramas coreanos que amei do fundo do meu coração. 

Cheese in the trap, traz até nós toda a pressão pelo qual um Universitário passa, desde as noitadas que passa a estudar, o facto de terem todos zero num trabalho graças a um colega, até ás guerras interiores, o crescimento como pessoa, a indecisão sobre o futuro. E claro, amor, mas como sabemos o amor e o ódio andam de mãos dadas e aqui não será excessão. Se tivesse de usar uma frase para descrever esta série seria: Uma doce montanha russa de emoções. Menciono também que a atriz principal (Hong Seol) tem um estilo super idêntico ao meu, talvez por isso tenha adorado ainda mais a série. 

A segunda série é Page Turner e é super curta, segue a vida de três adolescentes super promissores que acabaram de perder aquilo que era mais importante para eles. Esta é uma história de superação, em que os sonhos estão ao nosso alcance, só precisamos de colocar todo o nosso coração, crença e força e conseguiremos alcança-los!

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

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Livro: O Castelo de Vidro




Título Original: The Castle of Glass
Ano de Edição: 2017
Género: Drama, Aventura
Autora: Jeannette Walls
Editora: Suma de Letras


* Por Mariana Oliveira *


É com livros como “O Castelo de Vidro” que percebo que tive uma infância abençoada e que os meus sonhos de na altura ingressar num circo para correr mundo ou então partir à aventura com os meus amigos com uma simples mochila às costas não se equiparam com a educação segura e saudável que tive. Pena que a protagonista desta obra não tenha gozado da mesma sorte…


Sinopse:
“Esta é a história verídica extraordinária de uma família profundamente disfuncional e tremendamente vibrante. São uma família nómada. Vivem aqui e ali e sobrevivem como podem. É uma história cheia de amor de uma família que se ama mas que também se abandona, que é leal e decepcionante ao mesmo tempo. É uma daquelas leituras que nos mudam para sempre.”


Opinião:
Ler “O Castelo de Vidro” fez-me sentir uma sortuda assim que comovida terminei as últimas páginas e percebi que por esse mundo fora provavelmente existem muitas famílias como a da autora Jeannette Walls.
O que é curioso, é que não estamos perante um exemplo de dois pais que por falta de amor para com os seus quatro filhos se tornam altamente negligentes já que amor e sentido de união é algo que não falta a este casal disfuncional. O problema assenta na forma como decidem educar os seus filhos: completamente arredados das leis da sociedade e dos princípios que orientam a maioria das famílias.

Para o pai de Jeannette o álcool é a sua bóia de salvação e o seu vasto conhecimento acerca dos mais variados saberes irá permitir-lhe um dia descobrir ouro tornando-se rico. Até lá, imagina que tem de escapar do FBI, máfia e os mais variados sindicatos que conspiram para conseguir apanhá-lo.
Já a mãe acredita que a sua carreira de artista irá ser reconhecida a qualquer momento e que usar o seu diploma como professora para ganhar dinheiro para sustentar a sua família não faz qualquer sentido uma vez que a Natureza proverá tudo aquilo de que eles possam precisar.

E é assim, no meio de todo este caos que a pequena Jeannette e os seus três irmãos têm de sobreviver, enfrentando ao longo dos anos momentos de fome, frio, dor e medo. Contudo, é igualmente durante esses tempos conturbados que as quatro crianças mostram o quão resilientes são fruto da sua inteligência e incrível capacidade de adaptação.

Ao apresentar as coisas desta forma seria muito fácil detestar estes pais, no entanto quem ler este livro irá conseguir perceber que a questão é muito mais complexa do que isto. É que no meio de toda esta negligência existe um amor incrível destes progenitores para com as suas crianças, que parecem genuinamente convencidos de que lhes estão a dar a melhor educação possível. Assim, fiquei por diversas vezes chocada com a dinâmica desta família ao mesmo tempo que fiquei enternecida com o carinho que demonstram uns para com os outros.

A ter de apontar algum defeito a esta obra, diria que por vezes senti que, mesmo diferentes, algumas situações pareciam repetidas pois este casal desequilibrado caía várias vezes nos mesmos erros arrastando consigo os seus filhos para mais uma situação de precariedade.


Resta-me manifestar a minha admiração pela coragem que Jeannette Walls teve ao contar a sua história. Sendo uma célebre jornalista no seu país, os E.U.A., foi precisa uma imensa força para decidir contar ao mundo a louca, perigosa e intensa infância que teve.  

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

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O teu FLAMES num ano


2016 foi um ano repleto de surpresas. Por ter sido um ano fora do comum, acreditamos que ainda vamos ouvir falar nele bastante em 2017. No FLAMES queremos fazer o mesmo. De um ano que tanta gente apelidou de um dos piores na história da humanidade, nós queremos retirar o que de melhor houve. Assim nasce a rubrica "O teu FLAMES num ano".


Nome: Rita Inzaghi 


Filmes: “Love” – Gaspar Noé empatado com “Julieta” – Pedro Almodóvar 
Livros: “Desnorte”, de Inês Pedrosa, e “Mustang Branco”, de Filipa Martins 
Animes: - 
Mangas: - 
Eventos, espetáculos e/ou entretenimento: O Pato Selvagem, de Henrik Ibsen, com encenação de Tiago Guedes, Nouvelle Vague no EDP Cool Jazz, e os 20 minutos do concerto de Korn no RiR 
Séries: Shameless US

terça-feira, 5 de setembro de 2017

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264º Passatempo do FLAMES (em parceria com a Planeta)


Em parceria com a Editorial Planeta temos 1 exemplar deste livro para oferecer. Participem e BOA SORTE :) 


segunda-feira, 4 de setembro de 2017

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Livro: The Marvels



Ficha técnica

Título: The Marvels
Autor: Brian Selznick
Páginas: 665
Ano: 2015 
ISBN:  0545448689 (ISBN13: 9780545448680)

Sinopse

A breathtaking new voyage from Caldecott Medalist Brian Selznick. Two stand-alone stories the first in nearly 400 pages of continuous pictures, the second in prose create a beguiling narrative puzzle. The journey begins at sea in 1766, with a boy named Billy Marvel. After surviving a shipwreck, he finds work in a London theatre. There, his family flourishes for generations as brilliant actors until 1900, when young Leontes Marvel is banished from the stage. Nearly a century later, runaway Joseph Jervis seeks refuge with an uncle in London. Albert Nightingale's strange, beautiful house, with its mysterious portraits and ghostly presences, captivates Joseph and leads him on a search for clues about the house, his family, and the past. A gripping adventure and an intriguing invitation to decipher how the two stories connect, The Marvels is a loving tribute to the power of story from an artist at the vanguard of creative innovation.

Opinião
(Roberta Frontini)

Quer eu quer a Mariana somos fãs confessas de Brian Selznick e acreditem se vos digo que isto é um grande feito. Para um leitor mais atento do blogue será fácil detectar a disparidade de gostos entre as duas o que, de certa forma e do meu ponto de vista, tráz apenas maior diversidade aos livros abordados no blogue. Assim, quando um autor nos arrebata às duas, poderá significar que estamos perante algo de grande. E é isso que Brian Selznick é para mim: um mestre na arte de contar (e ilustrar) histórias. 

A primeira vez que me deparei com o autor foi quando vi o filme "A invenção de Hugo Cabret", filme inspirado no livro deste autor. Quando vi o livro pela primeira vez numa livraria notei logo que estava perante algo de grandioso, e quando o li percebi a genialidade do autor. A Mariana já leu e falou numa outra obra dele, Wonderstruck. Já eu ainda não tive oportunidade de o ler, mas a seguir rendi-me totalmente ao The Marvels, e é desta maravilha que vos venho falar hoje. 

Tal como no "A invenção de Hugo Cabret", o autor usa ilustrações não como um mero complemento da história, mas como uma forma de contar o enredo. Assim, cerca de metade do livro tem a história contada com imagens. Depois temos o texto, que conta uma outra parte importante da história. Por fim, o final é-nos revelado, novamente, através de imagens. 

Neste livro vamos acompanhar uma geração muito especial: a geração da família Marvels. O seu início é bastante peculiar e durante anos vamos acompanhar alguns dos seus membros. Mas um determinado acontecimento deixa-nos sem fologo a meio do livro e compreender o que aconteceu torna-se essencial. Uma história maravilhosa onde o amor tem um importante papel principal. 

A escrita deste livro é bastante cinematografica, e quase que nos deparamos com uma leitura tão fluída quanto a visualização das imagens. O mistério paira no ar ao longo da obra, e é quase insuportável pousar o livro para fazer uma pausa. A construção e o crescimento das personagens também é um aspecto muito bem delimitado em toda a obra. É fácil criar empatia com as personagens, com as suas tomadas de decisões e com o seu crescimento pessoal. 

Este é daqueles livros que, se eu pudesse, obrigada toda a gente a ler. 

domingo, 3 de setembro de 2017

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Vídeo: Bloopers



sábado, 2 de setembro de 2017

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O teu FLAMES num ano,


2016 foi um ano repleto de surpresas. Por ter sido um ano fora do comum, acreditamos que ainda vamos ouvir falar nele bastante em 2017. No FLAMES queremos fazer o mesmo. De um ano que tanta gente apelidou de um dos piores na história da humanidade, nós queremos retirar o que de melhor houve. Assim nasce a rubrica "O teu FLAMES num ano"


Vanessa Pereira 
(Miss Livrinhos)


Filmes: As cinzas de Ângela + 1000 Rupee Note (cinema indiano) + Suite Francesa 

Livros: O Rouxinol – Kristin Hannah + A Vida no Campo – Joel Neto 
Animes
Mangas
Eventos, espetáculos e/ou entretenimento: Fólio (conheci Joel Neto) + Antestreia - A rapariga no comboio + RIR (recordar musicas de Queen ainda que com o Adam Lambert) 
Séries: House of Cards + Peaky Blinders + An Idiot Abroad
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