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quinta-feira, 29 de setembro de 2016

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Livro: Viver Depois de Ti



 Título Original: Me Before You
Género: Romance, Drama
Autora: Jojo Moyes
Editora: Porto Editora


* Por Mariana Oliveira *

Sabem quando sentem que todas as pessoas em Portugal estão a ler um livro e vocês são a única que não está a fazê-lo? Pois bem, foi precisamente isso que me aconteceu há poucos meses atrás quando, frustrada, percebia que todos estavam a delirar com a história de "Viver Depois de Ti" ao passo que eu aguardava pela oportunidade de também ficar a conhecer tão afamado livro. Assim, foi com entusiasmo que me embrenhei nas páginas deste romance mal tive oportunidade! (conselho: não ler a sinopse caso ainda não conheçam a história)


Sinopse:
"Lou Clark sabe muitas coisas. Sabe quantos passos deve dar entre a paragem do autocarro e a sua casa. Sabe que trabalha na casa de chá The Buttered Bun e sabe que não está apaixonada pelo namorado, Patrick. O que ela não sabe é que vai perder o emprego e que todas as suas certezas vão ser postas em causa.Will Traynor sabe que o acidente de motociclo lhe tirou o desejo de viver. Sabe que agora tudo lhe parece triste e inútil e sabe como pôr fim a este sofrimento. O que não sabe é que Lou vai irromper na sua vida com toda a energia e vontade de viver. E nenhum deles sabe que as suas vidas vão mudar para sempre. Em "Viver Depois de Ti", Jojo Moyes aborda um tema difícil e controverso com sensibilidade e realismo, obrigando-nos a refletir sobre o direito à liberdade de escolha e as suas consequências." 


Opinião:
A primeira coisa que quero dizer relativamente a este livro vem sob a forma de um conselho: se por acaso fizerem parte do (provavelmente reduzido) grupo de pessoas que ainda não leu esta obra, por favor não leiam a sinopse. Porque digo isto? Pelo simples facto de a própria história seguir uma linha que um leitor um pouco mais atento consegue prever com facilidade. Assim, quanto menos informação houver à partida mais probabilidades há de sermos completamente surpreendidos.
O que fiz eu? Li a sinopse claro está! E sofri na pele por essa decisão pois iniciei a minha leitura já com algumas suspeitas que se vieram a confirmar.
Contudo, mesmo tendo conseguido perceber com antecedência onde é que Jojo Moyes me iria conduzir, não consegui evitar ser uma verdadeira Maria Madalena nas últimas páginas e acabei a chorar, noite dentro, agarrada a um livro cuja história apesar de simples transmite uma mensagem poderosa.
Numa altura em que parece que estamos completamente assoberbados por todas as responsabilidades da vida e em que a crise, o facilitismo ou simplesmente o nosso medo em arriscar nos impedem de concretizar-nos por completo, foi muito interessante acompanhar a história de Louisa e Will. Duas pessoas com percursos tão distintos mas que, de uma forma divertida e inteligente, se complementam levaram-me a pensar mais alto e colocar alguns aspectos da minha vida em perspectiva. Afinal, ninguém sabe o dia de amanhã por isso mesmo o tempo presente é uma dádiva incrível que deve ser bem aproveitada.
A obra aborda alguns temas complexos, sendo que o ponto central é a eutanásia. Este assunto assustador, que quando é proferido nos faz olhar para o outro lado e fingir que nos é desconhecido, é aqui abordado pela autora de uma forma directa dando a conhecer o ponto de vista de quem quer terminar com a sua vida e de quem lhe é próximo e tenta remar na direcção oposta. Longe de ser um assunto consensual, não me parece que Jojo Moyes queira aqui de uma forma demasiado directa mudar opiniões, mas antes fazer-nos pensar e ponderar todos os argumentos.
Apesar de ter achado a trama previsível, tal como já tinha referido, não fiquei imune ao impacto emocional que "Viver Depois de Ti" teve em mim e irei recordar durante muito tempo as lágrimas que esta história me fez derramar.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

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Livro: Deixei-te ir




Título: Deixei-te Ir
Autor: Clare Mackintosh
Editor: Marcador
Edição ou reimpressão: 2016
ISBN: 9789897542619

SINOPSE

Numa fração de segundos, um acidente trágico faz desabar o mundo de Jenna Gray, obrigando uma mãe a viver o seu pior pesadelo. Nada poderia ter feito para evitar esse acidente.
Ou poderia? Essa é a pergunta que a inquieta quando tenta deixar para trás tudo o que conhece, procurando um novo recomeço refugiada num chalé isolado na costade Gales.
Também o detetive Ray Stevens, responsável pela investigação por este caso que procura a verdade, começa a ser consumido pela sua entrega ao mesmo, deixando a vida pessoal e profissional à beira do precipício.
À medida que o detetive e a sua equipa vão juntando as pontas do mistério, Jenny, lentamente, permite-se vislumbrar uma luz de esperança no futuro, o que lhe dá alguma segurança, mas é o passado que está prestes a apanhá-la, e as consequências serão devastadoras.

OPINIÃO
(por Roberta Frontini)

A editora Marcador tem vindo a publicar vários géneros de livros, e sem dúvida que me tem surpreendido imenso ao longo destes meses. As últimas novidades que apresenta e que tenho lido são bastante distintas, mas todas igualmente interessantes. Quando vi a capa deste livro fiquei logo intrigada, e espreitando a sinopse percebi que estava perante um livro que me iria surpreender. E assim foi. Especialmente a certa altura a autora decide dar-nos um murro no estômago, e mesmo o final é bastante intrigante. 

O que mais gostei desta obra, no entanto, nem sequer foi a história em si. Primeiro, foi o facto de a autora nos apresentar duas "perspectivas", uma sob a forma de narração e a outra de caracter interospectivo. De facto, essa foi a melhor parte. Através da escrita a autora dá-nos acesso a algumas das inquietações mais fortes de uma das personagens principais e, ao longo do tempo, vão-nos ser revelados factos bastante interessantes. O cenário foi outra das coisas que mais me interessou. A obra passa-se em inglaterra, numa zona muito bonita, e as descirções da autora erão tão bem feitas que quase sentia a chuva, a humidade, o vento e o cheiro da maresia. 

Um thriller psicológico que penso possa vir a encher as medidas dos amantes deste género.
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Canal Youtube: Queijadas D. Amélia


Bom dia.
Que tal começar a semana com um doce?
Apresento-vos as queijadas D. Amélia, uma receita da Lídia (amiga do Joel Neto) que no seu livro "A vida no campo" nos fala delas.


Não as polvilhei com açúcar pilé no final (mea culpa), mas posso garantir-vos que são absolutamente divinais.

Trago-vos, então, mais uma Receita de Inspiração literária (uma rubrica que tem sido negligenciada no canal).
Para espreitarem a receita cliquem no link aqui - https://www.youtube.com/watch?v=mkLRruJDdZ8

Ou vejam em baixo.

Uma semana doce para todos!

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

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Livros: A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert + O livro dos Baltimore




Introdução


Um dia, completamente por acaso, li a sinopse do livro "A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert". Foi verdadeiro amor à primeira vista, e a capa do livro fez logo uma aparição especial na minha wishlist. Um dia comprei-o mas, como muitos livros que compro, acabou por ficar esquecido na estante. Esquecido não é propriamente o que devo dizer dele, porque a verdade é que eu lembrava-me muito dele. No entanto, os livros que chegam cá a casa de parceria acabaram por lhe passar à frente. Não é costume eu recomendar livros que não li a pessoas, mas por algum motivo acabei por o recomendar e nem sequer o facto de me dizerem que o livro era, efectivamente, fabuloso me fez lê-lo. 
Foi só quando soube que a prequela deste livro ía sair "O livro dos Baltimore", que meti na cabeça que tinha MESMO de o ler, e rapidamente. Assim, para mim, até seria melhor, porque poderia ler a prequela logo seguida (se há coisa que me faz confusão é ter de esperar para poder ler um livro relacionado com o outro). E foi assim, cheia de expectativas, que comecei a ler "A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert".
Não é comum no FLAMES fazer um post com duas obras, mas para livros especiais, medidas especiais. 

A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert

Título: A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert
Autor: Joël Dicker
Editor: Alfaguara Portugal
Edição ou reimpressão: 2013
ISBN: 9789896721824

Sinopse


Verão de 1975. Nola Kellergan, uma jovem de quinze anos, desaparece misteriosamente da pequena vila costeira de Nova Inglaterra. As investigações da polícia são inconclusivas. Primavera de 2008, Nova Iorque. Marcus Goldman, escritor, vive atormentado por uma crise da página em branco, depois de o seu primeiro romance ter tido um sucesso. Junho de 2008, Aurora. Harry Quebert, um dos escritores mais respeitados do país, é preso e acusado de assassinar Nola, depois de o cadáver da rapariga ser descoberto no seu jardim. Meses antes, Marcus, discípulo de Harry, descobrira que o professor vivera um romance com Nola, pouco tempo antes do seu desaparecimento. Convencido da inocência de Harry, Marcus abandona tudo e parte para Aurora para conduzir a sua própria investigação.

Opinião

Este livro, ainda antes de eu o ter terminado, já fazia parte dos meus livros favoritos da vida. A história é absolutamente viciante. Dava por mim a fechar o livro com esforço hercúleo. Dava por mim a fazer as várias tarefas do dia a dia, sempre a pensar nestas personagens, nas revelações que íam acontecendo. Dava por mim a fazer ligações na minha mente, a criar teorias, enfim... a tentar montar o puzzle que Joël Dicker nos apresenta. Um bom livro não se resume apenas ao que o autor escreve e ao que lemos, mas a todas as sensações que formos experienciando à medida que o formos lendo. E nesse aspecto, Joël Dicker conseguiu não só apresentar-me uma história fantástica, como me proporcionou uma série de emoções indescritíveis. Tudo junto permite-me afirmar que este livro é, sem dúvida, dos melhores que li na vida!
A minha sorte é não existirem no mundo mais livros do autor, senão eu acho que deixava de dormir, de comer, de viver até devorar toda a sua obra. Já perdi a conta às pessoas a quem obriguei a lerem esta obra, e posso-me dizer muito satisfeita com o feedback que esses leitores me têm reportado. 
Este livro parece ter de tudo um pouco, mas o mistério é sem dúvida alguma aquele factor com maior presença. Temos romance, temos suspense, temos loucura, temos livros (muitos livros e editoras à mistura) temos um policial fantástico que tenho a certeza que vai deixar muita gente acordada... na expectativa, a querer saber mais. 
O aborrecimento é um sentimento que será banido da sua vida assim que o iniciar a ler. Nada é aborrecido, tudo tem um porquê, tudo encaixa.. mas só no final. Até lá, podem tentar virar as peças de todas as formas possíveis, que elas dificilmente conseguirão encaixar facilmente. 
Para além da história, o autor usa alguns capítulos de forma interessante, onde um professor mostra, ao seu aluno, como se deve construir um bom livro. 

Dava perfeitamente para pegar neste livro e transformá-lo numa mini série! Seria um sucesso. 

O Livro dos Baltimore

Título: O Livro dos Baltimore
Autor: Joël Dicker
Editor: Alfaguara Portugal
Edição ou reimpressão: 2016
ISBN: 9789896650674


Sinopse

Até ao dia do Drama, existiam dois ramos da família Goldman: os de Baltimore e os de Montclair. O ramo de Baltimore, próspero e bafejado pela sorte, mora numa luxuosa mansão e encarna a imagem da elite americana. Já os Goldman de Montclair são uma típica família de classe média e vivem numa casa banal em Nova Jérsia. Tudo isto se transforma com o Drama. Movido pelas memórias felizes dos tempos áureos de Baltimore, Marcus Goldman procura descobrir o que se passou no dia do Drama, que mudaria para sempre o destino da família. O que aconteceu realmente aos Goldman de Baltimore?

Opinião

Este livro tem coisas que o distinguem claramente do "A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert" e outras que o aproximam desse mesmo livro. Começo por explicar que esta é a prequela do livro anterior. Portanto, estamos perante um livro que relata acontecimentos que ocorreram antes daqueles descritos no livro anterior. 
Em termos de semelhanças, ambos estão bem escritos. Ambos têm aquelas pinceladas de mistérios que acompanham todo o livro e que agarra o leitor à obra. Mas é aqui que começam as diferenças. Se no primeiro temos um homicídio a desvendar, neste caso a apresentação dos factos ocorre de forma inversa à primeira. E isso é pior? De todo. É apenas diferente e demonstra que o autor se encontra à vontade em arriscar e palpar novos territórios. Também é um livro que se centra um pouco mais num romance (tema apresentado também no primeiro livro mas de forma mais secundária). 
Mais uma vez o autor nos vai apresentado factos que remetem para o passado, e factos do presente, que no final se interligam e criam a obra. 
Esta podia ser a história de qualquer família. Mas não é, é a história dos Baltimore. Muito bem contada, dá-nos vontade de também nós termos uma história familiar tão interessante para podermos transformar em livro. 


Roberta Frontini

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

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Livro: Abílio (Marco Taylor)



Título: Abílio
Autor: Marco Taylor
Páginas: 56
capa dura, autografado, cores, 13,5x16 cm, edição de autor, 2016

Ler mais: http://www.marcotaylorautor.com/livros/abilio/


Sinopse

Um menino que sonhava acordado: não queria estar aqui, mas ali. Um dia, obrigaram-no a descer. Não queria, entristeceu. Mais tarde, desapareceu. Há quem diga que sonhou mais alto.

Ler mais: http://www.marcotaylorautor.com/livros/abilio/

Opinião 
(por Roberta Frontini)

Há livros sobre os quais simplesmente não consigo falar. Este é um deles.
É daquelas obras que se têm de ler, ver, e que encerram nelas tanto que nos deixam sem palavras.
E esta é uma história sem palavras.
Todo o livro é com imagens, e a nossa interpretação e imaginação são as únicas que nos podem contar a história realmente.
Penso que esta é a obra mais bonita que "li" do autor, de quem tenho vindo a seguir o trabalho.
Mais uma vez Marco Taylor fez-me sonhar, fez-me emocionar, e fez-me terminar o livro, virá-lo ao contrario, e recomeçar de novo. Porque não há mais nada que possamos fazer a seguir senão querer repetir a experiência de novo, e sentir a história de novo...
A "ler" e re-"ler".


quinta-feira, 15 de setembro de 2016

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Novidades Universal Music Portugal



CRISTINA BRANCO
"MENINA" JÁ SE ENCONTRA EM PRÉ-VENDA

O novo disco de Cristina Branco, “Menina”, já se encontra em pré-venda: a edição digital pode ser encomendada aqui, recebendo-se imediatamente o primeiro single do disco; a versão física, aqui, com 2€ de desconto até à data de lançamento.
Entretanto, nos Jardins da Presidência da República, na Festa do Livro, em Belém, Cristina Branco revelou, ao vivo, alguns dos novos temas do disco. 
“Menina” é editado dia 16 de Setembro e será o mote dos próximos concertos de Cristina Branco que, acompanhada por Bernardo Moreira (contrabaixo), Luis Figueiredo (piano) e Bernardo Couto (guitarra portuguesa), tem já agendadas apresentações um pouco por todo o país assim como em Espanha e França.


STING: NOVO ÁLBUM “57th & 9th” CHEGA A 11 DE NOVEMBRO
O álbum já está em pré-venda, no mesmo dia em que estreia globalmente o primeiro avanço, “I Can’t Stop Thinking About You”.

Sting está de regresso a 11 de Novembro com “57th & 9th”, o seu primeiro álbum de pop/rock desde há mais de uma década.

O projecto, que já está disponível em pré-venda digital e física, na FNAC, é uma bandeira da abrangência de estilos musicais e de composição a que o cantor foi habituando os seus fãs. O cartão de visita chama-se “I Can’t Stop Thinking About You”, uma das canções que surgiu numa produtiva onda de inspiração e que, em poucas semanas, juntou os seus mais próximos colaboradores (Dominic Miller na guitarra e Vinnie Colaiuta na percussão), bem como alguns convidados: o baterista Josh Freese (Nine Inch Nails, Guns n’ Roses), o guitarrista Lyle Workman e os The Last Bandoleros, a banda de Tex-Mex de San Antonio.

“57th & 9th” conta com a produção de Martin Kierszenbaum e o título representa a esquina de Manhattan que Sting atravessou todos os dias para chegar aos estúdios em Hell’s Kitchen, onde esteve a gravar durante este período. Aliás, o cantor nota ainda que se há um tema nas letras deste álbum, será o da viagem e do movimento, de forma mais explícita em “Heading South on The Great North Road” ou “Inshallah”, um depoimento na primeira pessoa da crise global de refugiados. Mas Sting aborda outros temas da actualidade: as mudanças no clima e até a morte de vários ícones culturais neste ano, de David Bowie a Lemmy Kilmister ou Prince: foi na semana do desaparecimento deste último que escreveu a tocante balada “50,000”

Disponível na versão standard e deluxe, “57th & 9th” terá ainda uma edição Super Deluxe, que irá incluir um DVD com uma actuação ao vivo e uma entrevista em estúdio, bem como um conjunto de fotografias exclusivas e liner notes exclusivas.


Bon Jovi revelam capa do novo álbum, "This House Is Not For Sale", à venda a 21 de outubro
Disco já está em pré-venda na loja online oficial do grupo

Os Bon Jovi acabam de revelar a capa do seu novo álbum, “This House Is Not For Sale”, o seu 14.º disco de estúdio, que revela a integridade, o legado duradouro e as relações mais fortes do que nunca de uma das maiores bandas rock do mundo. O álbum chegará às lojas a 21 de outubro, mas entretanto a banda lançou um site oficial onde “This House Is Not For Sale” já se encontra disponível em pré-venda, tanto em formato CD como vinil: https://bonjoviofficialmerch.com. As pré-vendas digitais serão lançadas a 9 de setembro.

A capa deste novo álbum foi revelada pelos Bon Jovi aos seus fãs através das redes sociais. É uma imagem impressionante a preto e branco de uma casa altiva e histórica, ancorada por raízes profundas, da autoria do artista Jerry Uelsmann. Desde que o líder Jon Bon Jovi viu a imagem, há vários anos, que algo de muito forte o inspirou. Aliás, essa imagem esteve sempre na sua mente enquanto compunha o mais recente single deste álbum, também intitulado “This House Is Not For Sale”.

"A imagem contava a nossa história… Agora é a nossa capa de álbum”, diz o músico. Sobre o single, Jon acrescenta: “Esta canção é sobre integridade e sobre o que atravessámos nestes últimos três anos. Ficámos ainda mais próximos e, como a canção diz, "this heart, this soul, this house is not for sale."

“This House Is Not For Sale" é o 14º álbum de estúdio dos Bon Jovi desde a estreia em 1984. O grupo reuniu-se uma vez mais com o produtor, vencedor de prémios Grammy, John Shanks, com quem começaram a trabalhar em 2005, no platinado “Have A Nice Day”, que chegou ao 1.º lugar dos tops de vendas de 15 países. Este será o primeiro grande lançamento dos Bon Jovi desde “What About Now”, que foi o terceiro álbum multiplatinado da banda a entrar, consecutivamente, no n.º1 do Soundscan.

“This House Is Not For Sale” estará disponível em duas versões: a edição standard contém 14 temas, enquanto a edição deluxe inclui 17 canções.


MICKAEL CARREIRA ESTÁ DE VOLTA COM "FÁCIL"
Novo single e vídeo do cantor marcam a sua estreia na Universal Music Portugal

Mickael Carreira prepara-se para iniciar uma nova fase do seu muito bem-sucedido percurso musical e agora que o artista se juntou à Universal Music Portugal é lançado também um novo single, “Fácil”. A canção já está disponível e abre as portas para o que será o seu próximo álbum de originais, a ser editado em novembro.

O vídeo deste “Fácil” também já está disponível e promete surpreender os seus milhares de fãs, sendo uma ideia original do próprio músico. Desta vez, Mickael Carreira vestiu a pele de um nerdque acaba por conquistar a rapariga mais bonita de uma grande festa de piscina. Este vídeo aliado à produção de Jowan e Rolo e co-produção de Mosty para este single e, claro, ao carisma de Mickael Carreira, fazem de “Fácil” a canção perfeita para este final de verão.

Enquanto o novo álbum não chega às lojas, Mickael Carreira continuará a atuar por todo o país, sendo que a atual digressão será concluída com um concerto no Coliseu do Porto, dia 11 de novembro, no qual serão apresentadas pela primeira vez ao vivo as canções que farão parte do disco.

Com uma carreira de 10 anos, Mickael Careira é, hoje, uma das vozes mais incontornáveis e populares da música nacional. Os números falam por si: 719.813 likes no Facebook, 140 mil seguidores no Instagram, 49.309 subscritores do seu canal de YouTube, 21.600 seguidores no Twitter e 7.934 subscritores no Spotify.

“Fácil” é o cartão-de-visita deste novo e entusiasmante capítulo da carreira de Mickael Carreira.



Emeli Sandé
Anuncia nova canção a 16 de setembro

"Hurts" assinala o regresso da cantora quatro anos depois da estreia

Só uma palavra vem à cabeça quando se ouve a nova música de Emeli Sandé. É palpável em cada nota, em cada letra; a sua presença visceral existe até no silêncio. Essa palavra é liberdade.

Foi desse sentimento de liberdade que surgiu o novo single de Emeli Sandé, “Hurts”. Uma balada cheia de alma e coração, “Hurts” foi produzida e coescrita com Mac & Phil (Miguel, Naughty Boy) e consegue encarnar tanto a dor mais crua, como a redenção mais rejubilante.

“Quis lançar a ‘Hurts’ primeiro porque senti-a como fosse tudo aquilo que evitei durante tanto tempo”, diz Sandé. “É mesmo uma explosão real. É tudo o que eu gostava de ter dito durante anos e anos. Não quis esconder mais nada.


Muito aconteceu a Sandé nos quatro anos que passaram desde que lançou o muito bem sucedido e aclamado álbum de estreia “Our Version of Events”. Não só foi o álbum mais vendido de 2012 e o segundo mais vendido de 2013, mas também atingiu 7 platinas, esteve sete semanas consecutivas em 1.º lugar no Reino Unido e ultrapassou os Beatles ao estar 63 semanas consecutivas no top 10 vendendo mais de 4,6 milhões de cópias em todo o mundo.

A cantora teve três singles em 1.º lugar no top do Reino Unido, incluindo “net to Me”, que chegou à platina nos EUA, com mais de 1,5 milhões de singles vendidos. Sandé foi também amplamente premiada, incluindo três Brit Awards, e distinções pelas revistas Q, Elle, Harpers e GQ. Inicialmente a multi-instrumentista estreou-se como compositora no meio urbano britânico, colaborando com artistas como Wiley, Wretch 32 e Chip, tendo-se mais tarde tornado numa compositora muito requisitada para grandes estrelas como Alicia Keys, Rihanna e Katy Perry.

Quando 2013 chegou ao fim, Sandé estava exausta e incapaz de ignorar a tensão que colocava em várias das suas relações mais próximas. “Soa um pouco dramático mas só queria desaparecer. Tive uma sensação esmagadora de que tudo tinha de parar”, afirma. “E aos poucos isso aconteceu.”

Agora, Sandé abre-se ao mundo e surge mais forte do que nunca. “Em retrospetiva era como uma espécie de panela de pressão à beira de estoirar. Tive de parar e olhar para mim mesma e perceber quem era. Essa foi a maior lição que aprendi, estar confortável com quem eu sou, com o que represento e com o que defendo.”

“Hurts”, e o restante próximo segundo álbum de Emeli Sandé, assinala um novo capítulo na sua vida. “Estou muito orgulhosa do meu primeiro álbum e agradecida pelas experiências que me deu, mas estou muito mais feliz com o meu novo álbum e com o sítio onde estou agora na vida.”

Bastille
Álbum chegou às lojas a 9 de setembro

Os Bastille lançaram “Send Them Off!”, o segundo single retirado do muito aguardado novo álbum do grupo, “Wild World”. A canção começa com uma intro bombástica, inspirada no hip hop, e conta uma história centrada na inveja irracional numa relação, enquanto o vocalista Dan Smith recorre a imaginário relacionado com “O Exorcista” e “Otelo”, ao lado de citações do filme sci-fi italiano dos anos 1970 “Cosmos: War of the Planets”. Esta é uma composição que desafia fronteiras, provocadora e altamente catchy.

O single “Good Grief” assinalou o regresso fenomenal da banda em junho. Viciante, esta canção, que fala de como lidar com perda de alguém que se ama, garantiu a melhor semana de lançamento para um grupo alternativo no Reino Unido em termos de streams.

O tema já atingiu o galardão de prata no Reino Unido, com mais de 250 mil cópias vendidas, não tendo saído do top 30 desde que foi lançado, há 10 semanas. O single precedeu “Take It”, canção influenciada pela sonoridade r&b, que foi acompanhado por um vídeo que era também um comentário mordaz sobre os media e a política atuais.

“Wild World”, o novo álbum, será lançado a 9 de setembro e sucede-se ao multiplatinado “Bad Blood”, disco de estreia, que vendeu mais de quatro milhões de cópias. O álbum mantém o ADN dos Bastille, com as suas composições cinematográficas, mas progride de forma a levar o som do grupo por novos caminhos. É um álbum ambicioso, tanto musicalmente como liricamente, incorporando novas influências dentro do mundo muito próprio do grupo.

A revista Q já escreveu: “‘Wild World’ é o álbum certo no momento certo”, tendo distinguido o disco com uma pontuação de quatro estrelas. “Send Them Off!” é mais um aperitivo para um álbum que marcará profundamente o ano musical.






Linda Martini
Estreiam curta-metragem no Doclisboa

“O Dia em que a Música Morreu” é apresentada dia 27 de outubro

Os Linda Martini apresentam “O Dia em que a Música Morreu”, uma curta metragem do realizador Bruno Ferreira, concebida de uma ideia original deste com a banda.

A ideia teve como ponto de partida a realização de um videoclip para o tema “O Dia Em que a Música Morreu”, um dos mais elogiados pela crítica, editado com “Sirumba”, o mais recente álbum dos Linda Martini.


O videoclip depressa passou a um filme documental cuja narrativa se constrói em torno dos mineiros de Aljustrel e da sua relação com o silêncio. Bruno Ferreira propõe um híbrido que nos priva os sentidos e faz com que as palavras que não podemos escutar ressoem contundentes no espaço interpretativo, dilatando as margens do cinema documental e do formato “vídeo clip”.

O filme conta com a participação do “Grupo Coral do Sindicato dos Mineiros de Aljustrel” e da companhia de teatro de marionetas Chilena “Silencio Blanco”.

A ante estreia, integrada no festival Doclisboa, está marcada para o dia 27 de Outubro, às 21h30, na Culturgest, em Lisboa. Trata-se de uma sessão especial dentro da secção Heart Beat e contará com a presença de Bruno Ferreira e dos Linda Martini numa sessão de perguntas e respostas aberta ao público, seguida de uma festa na qual todos os elementos da banda vestem a pele de DJs.


NORAH JONES: NOVO SINGLE JÁ DISPONÍVEL
“Flipside” faz parte do novo álbum da cantora, “Day Breaks”, que chega às lojas a 7 de outubro

Norah Jones acaba de lançar “Flipside”, novo single do seu surpreendente sexto álbum a solo, “Day Breaks”, que chegará às lojas a 7 de outubro pela Blue Note Records. O álbum assinala o regresso às suas raízes musicais e ao piano, sendo a alma gémea de “Come Away With Me”, o seu disco de estreia, com o qual conquistou 9 prémios Grammy. Em “Day Breaks” faz-se acompanhar por nomes emblemáticos da história do jazz, como o saxofonista Wayne Shorter, o organista Dr. Lonnie Smith e o baterista Brian Blade.

“Flipside” é claramente a canção com uma componente rítmica mais forte deste álbum, caracterizando-se também pela sua mensagem sociopolítica. O single está disponível em streaming no Spotify e na Apple Music.

“Day Breaks” já se encontra disponível em pré-venda na loja oficial de Norah Jones, no iTunes e na Amazon, sendo que os fãs que fizeram já a sua reserva recebem imediatamente os singles “Flipside” e “Carry On”. Este novo álbum será ainda lançado numa versão em vinil cor-de-laranja de 180 gramas, bem como uma versão “deluxe” em CD com quatro canções gravadas ao vivo.

“Norah Jones está no sítio certo quando precisamos dela… uma voz quente e doce, honesta e sem AutoTune”, escreveu o “Boston Globe” numa crítica muito elogiosa do primeiro concerto de Norah Jones no Newport Jazz Festival, durante este verão. Até ao final do ano a cantora continuará em digressão não só pelos EUA e Canadá, mas também pela Europa.


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Livro: O Jardim dos Segredos




Título Original: The Secret Garden
Ano de Edição: 2011
Género: Romance, Mistério
Autora: Kate Morton
Editora: Porto Editora


* Por Mariana Oliveira *

Quando se trata de Kate Morton, já me convenci de que não há como errar. Tudo o que li dela até ao momento foi absolutamente excepcional. Por isso, foi sem grande surpresas que “O Jardim dos Segredos” entrou para o grupo de melhores leituras deste ano.


Sinopse:
"Nas vésperas da Primeira Guerra Mundial uma criança é encontrada só, num barco que se dirigia à Austrália. A mulher misteriosa que prometera tomar conta dela tinha desaparecido sem deixar rasto. No seu 21.º aniversário, Nell Andrews descobre algo que mudará a sua vida para sempre. Décadas depois, embarca em busca da verdade, numa demanda que a conduz até à costa da Cornualha e à bela e misteriosa Mansão Blackhurst, em tempos propriedade da aristocrática família Mountrachet.Com o falecimento de Nell, a neta Cassandra recebe uma herança surpreendente. A Casa da Falésia e o seu jardim abandonado são famosos nas redondezas pelos segredos que ocultam - segredos sobre a família Mountrachet e a sua governanta, Eliza Makepeace, uma escritora de obscuros contos de fadas. É aqui que Cassandra irá por fim desvelar a verdade sobre a sua família e resolver o mistério de uma pequena criança perdida."


Opinião:
Uma das coisas de que mais gosto nas obras da Kate Morton são as épocas em que as histórias se passam. Em “O Jardim dos Segredos” mais uma vez viajamos no tempo entre o presente, a década de 70 e o início do século XX. A forma suave como a autora transita de uma época para a outra é fascinante e é extremamente curioso ler sobre as mesmas personagens em períodos diferentes e perceber o que mudou e o que permaneceu igual.
Tal como todos os autores de sucessivos bestsellers, a escritora australiana descobriu a sua fórmula para o sucesso. Neste caso, nas suas obras espera-nos sempre um grande mistério, com um pouco de romance à mistura.
No caso particular deste livro, sendo o terceiro que leio da autora, confesso que pela primeira vez tive alguma dificuldade em “entrar” numa das suas histórias. Por algum motivo, as primeiras páginas estavam a ter alguma dificuldade em captar a minha atenção. Contudo, à medida que fui conhecendo as personagens e o mistério se adensou, dei por mim novamente rendida ao génio de Kate Morton!
Toda a história assume um tom quase mágico visto que, tal como o próprio título indica, grande parte da acção decorre num jardim, neste caso um jardim secreto isolado do resto do mundo, onde se ouve o mar e onde o mundo civilizado não consegue de forma alguma chegar. Haverá cenário mais encantador do que este? Dei por mim a percorrer o labirinto, a imaginar-me sentada à sombra das majestosas árvores do belo jardim e a magicar sobre a resolução do grande mistério. Se é verdade que, pela primeira vez, consegui descobrir com antecedência a resposta para a sua resolução, não foi por isso que fiquei menos deliciada com a forma como tudo se desenrolou e nos foi apresentada a desejada resposta.   

Finda esta leitura uma certeza saiu fortalecida: quero continuar a ler mais livros de Kate Morton. Enquanto as suas palavras continuarem a fazer-me sonhar, a desafiar-me com as suas questões e a fascinar-me com a força das suas personagens, continuarei a ler os seus fantásticos livros!

terça-feira, 13 de setembro de 2016

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241º Passatempo do FLAMES (em parceria com a Castor de Papel)


No dia 21 de Setembro vai chegar a Portugal o livro "Corações na Escuridão" da autora bestseller Laura Kaye e é com imenso prazer que o FLAMES tem, em parceria com a editora Castor de Papel, um exemplar da obra para oferecer ao vencedor deste passatempo!

Uma parceria:

Visitem o site da editora:


E a sua página do Facebook: 





Sinopse

Makenna James acha que o seu dia não pode ficar pior até que no edifício do seu escritório corre para apanhar o elevador. Enquanto se distrai para atender uma chamada o elevador pára e fica às escuras. Makenna encontra-se assim na companhia de um estranho do qual apenas vislumbrou a tatuagem de um dragão numa das suas mãos antes das luzes se apagarem. Quatro horas... Caden Grayson diverte-se com esta linda ruiva tão atrapalhada com a sua mala e o telemóvel. Mas logo a diversão acaba quando o elevador se imobiliza e ele, apesar dos seus piercings, tatuagens e cicatrizes, entra em pânico. Agora está preso dentro do seu pior pesadelo...durante quatro horas. Somente abrindo-se com Makenna é que Caden poderá vencer os seus demónios, da mesma foram que Makenna consegue ultrapassar o seu terror do desconhecido. Aos poucos e apesar da escuridão, ambos acabam por descobrir o muito que têm em comum. Na escuridão a atração e o desejo crescem e os dois não resistem a envolver-se com paixão. Mas, perguntam-se, irão sentir o mesmo quando as luzes voltarem? E quando forem salvos do elevador que os aprisiona o que farão? 

 Podem participar até ao dia 21 de Setembro, data de lançamento do livro, podendo fazê-lo no máximo uma vez por dia.
Boa sorte!

Parabéns: 
Rita Lopes

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

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Anime: Tokyo Ghoul



Ano de Estreia: 2014
Número de episódios: 24
Género: Drama, Acção, Fantasia


* Por Mariana Oliveira *


Há demasiado tempo que não falava no blogue de um anime, por isso mesmo decidi voltar à temática com um dos animes que mais sucesso tem tido nos últimos anos e que me deixou rendida: Tokyo Ghoul.


Sinopse:
"A história tem como protagonista o jovem Ken Kaneki que após ser atacado por Rize Kamishiro, uma mulher que é um ghoul, se torna ele próprio meio humano e meio ghoul.
Os ghouls são nada mais nada menos que criaturas semelhantes a humanos que caçam e devoram carne humana e têm poderes que os tornam autênticas máquinas de batalha. Assim, a partir desse violento ataque, o jovem vê-se a braços com um grande dilema: deverá consumir carne humana para poder sobreviver ou então enfrentar a fome e possível morte?"


Opinião:
Este é o típico anime que começa de forma algo "morna", já que a principal preocupação inicial é a de apresentar este mundo peculiar de humanos e ghouls ao espectador.
O protagonista,  o estudante Ken Kaneki, aparenta ser um jovem pacífico que tem tudo menos as características ideais para sobreviver no mundo dos ghouls. Contudo, à medida que avançamos na história temos o prazer de assistir à evolução do protagonista à medida que se debate com o maior dilema que alguma vez teve de enfrentar: ingerir ou não carne humana. 
Se é um facto que a história apresenta um ritmo aceitável nos primeiros episódios, à medida que as cartas vão sendo lançadas na mesa e ficamos a conhecer as personagens que tecem esta enorme teia, tudo adquire contornos mais intensos e os episódios entram numa espiral de acção e drama absolutamente viciantes.
Assim, o final da primeira temporada e início da segunda tem alguns dos melhores episódios que já vi em qualquer anime nos últimos anos com cenas de luta de suster a respiração.
Para além de uma trama interessante e progressivamente mais complexa, em que as personagens apresentam uma evolução considerável e extremamente interessante, tenho de destacar a qualidade do traço do desenho do anime. Há situações, principalmente com os cenários de fundo, em que parece que estamos perante imagens reais e não desenhos feitos por pessoas tal é a qualidade das imagens. E para complementar tudo isto? Uma banda sonora muito boa a condimentar na medida certa as cenas chave do anime.
 Por tudo isto, aconselho Tokyo Ghoul aos amantes de animes que não perdem por nada a oportunidade de conhecer uma boa história repleta de drama, acção e personagens complexas!

sábado, 10 de setembro de 2016

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Chocolate Book TAG / TAG Chocolate Literário





Livros mencionados

Em português:









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sexta-feira, 9 de setembro de 2016

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Livro: A factura (Jonas Karlsson)




Título: A Factura
Autor: Jonas Karlsson
Editor: Alfaguara Portugal
Edição ou reimpressão: 2016
ISBN: 9789896651084

SINOPSE

A felicidade tem um preço? Um homem está prestes a descobrir.
Minimalista, surreal e original, o romance de Jonas Karlsson explora o absurdo da vida e questiona a grande meca dos tempos modernos: numa sociedade em que só o dinheiro conta, o que é, afinal, a felicidade e como a medimos? A factura vai mudar a forma como vê a vida.

OPINIÃO 
(Por Roberta Frontini)

Será preciso eu, mais uma vez, bradar aos céus o quanto amo as capas da Alfaguara e o quanto elas me atraem sempre? Não pois não? Mas como posso falar nesta obra sem referir esta capa absolutamente fantástica? Não posso! Mais uma vez um livro começa logo por me atrair pela capa. As cores, o design, tudo! E então, quando eu recebi este livro em casa, fiz o que normalmente faço sempre que recebo uma obra deles: meti todas as minhas leituras de lado, e comecei a lê-lo!

O livro começa logo muito bem. A leitura é muito agradável e prende-nos logo. 
A história quase nos leva para um Universo paralelo que, no entanto (e assustadoramente) não se afasta assim tanto do nosso. Um homem recebe em casa uma carta com uma factura absurda para pagar e, através dessa factura, começa a repensar toda a sua vida. O amor, a morte, a vida, a solidão, são algumas das questões que vão sendo abordadas de forma leve e, por vezes, humorística, mas que, no entanto, nos deixa a reflectir. 
Não pude deixar de pensar em Kafka enquanto lia esta obra, e até me arrepiei quando na contra-capa leio a opinião do Mail on Sunday "é como se Kafka tivesse decidido olhar para o lado positivo das coisas". No entanto, eu acrescento mais. É como se Kafka nos ajudasse a olhar para o lado positivo da nossa vida e, a questionar quão absurda a sociedade pode vir a ser. 

De forma subtil, o autor também nos apresenta um romance... um romance entre uma personagem e uma voz. A voz que, no entanto, lhe consegue ir respondendo a todas as dúvidas da nossa personagem principal. E, como esta mesma personagem trabalha num vídeoclube, temos ainda algumas sugestões cinéfilas ao longo da obra.

Este é um livro que se lê de forma muito rápida e, por esse motivo, não me quero alongar mais sobre ele. Apenas vos quero dizer o seguinte: LEIAM LEIAM LEIAM!!!!!! Estão perante um dos melhores livros de 2016!

Por fim fica um comentário.. será que os senhores que alteraram o coeficiente que avalia a qualidade e o conforto das casas tendo em conta a localização (pelo IMI) leram este livro? Hum..

Fiquem com um bookhaul que fiz em que falo um pouco desta mesma obra aqui





segunda-feira, 5 de setembro de 2016

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Livro: Dicionário de sonhos (Pamela Ball)




Título: Dicionário de Sonhos
Autora: Pamela Ball
Editor: Arena PT
Edição ou reimpressão: 2016
ISBN: 9789896650636 

SINOPSE

Os sonhos podem dizer-nos muito sobre nós. Se quiser descobrir o que os seus sonhos estão a tentar dizer-lhe, deixe-se guiar por este livro que lhe oferece uma prática secção de A-Z com sonhos comuns e as ferramentas para a sua interpretação instantânea. Este livro será a sua chave para o conhecimento.


SOBRE A AUTORA

Conceituada autora sobre livros de sonhos, Pamela Ball desenvolveu a sua carreira profissional no campo do desenvolvimento pessoal, ajudando centenas e centenas de pessoas a melhorarem em todos os aspectos das suas vidas. A autora considera a interpretação de sonhos como crucial para o progresso de cada indivíduo a todos os níveis da consciência; reside nos sonhos a chave para o processo de desenvolvimento pessoal. Autora de uma vasta obra sobre sonhos, é agora editada pela primeira vez em Portugal.

OPINIÃO
(por Roberta Frontini)

Saber o significado dos sonhos sempre foi algo que despertou a minha curiosidade. Confesso que era daquelas tarefas que eu achava que fariam parte do meu dia-a-dia depois de terminar o curso. No entanto, esta é uma técnica que não costumo utilizar. Em miúda achava imensa piada aos sonhos, e eu costumo ter sonhos muito estranhos, por isso de vez em quando gosto de os anotar, mas não é meu costume procurar um significado escondido. 

Apesar de tudo, achei imensa piada a este livro. Primeiro porque está dividido em duas partes. A primeira é uma parte tipo agenda/caderno, onde a pessoa pode anotar o sonho que teve e tem ainda um espaço para o interpretar. E depois vem a outra parte que é mais parecido com dicionário de sonhos propriamente dito. 

Pamela Ball acredita na importância dos sonhos para o desenvolvimento pessoal e por isso criou esta obra que arrisco a acreditar que seja mais voltado para o público mais jovem. Eu pelo menos teria delirado se alguém mo tivesse oferecido quando era mais nova. No entanto a obra está criada de tal forma que dá para qualquer tipo de idade. 

Parece-me um excelente livro de cabeceira :p

E antes de terminar este post, gostava de fazer apenas mais um reparo: que capa de sonho!!

domingo, 4 de setembro de 2016

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Canal FLAMES: Quem conta um conto...



Os contos estiveram durante muito tempo ausentes da minha estante. Contudo, desde o ano passado que esse meu interesse renasceu e tenho vindo a coleccionar alguns livros de contos, de diversos géneros literários.

Vejam no vídeo quais as obras que adquiri nos últimos meses:


quinta-feira, 1 de setembro de 2016

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Livro: O Diário Secreto de Laura Palmer




Título Original: The Secret Diary of Laura Palmer
Ano de Edição: 2016
Género: Mistério
Autora: Jennifer Lynch
Editora: Suma de Letras


* Por Mariana Oliveira *


A primeira vez que ouvi falar na série "Twin Peaks" foi, por coincidência,  há poucos meses quando surgiu uma questão relacionada com ela num concurso televisivo português. Logo nessa altura fiquei com vontade de ver a série pois tanto o apresentador como o concorrente atestaram o tremendo sucesso que a mesma teve na altura em que foi emitida. Por isso mesmo, podem imaginar o meu espanto e agrado quando, passado pouco tempo, recebi em casa o livro "O Diário Secreto de Laura Palmer", nada mais nada menos que a obra baseada na série e escrita pela filha de um dos criadores.


Sinopse
"Laura Palmer — a rapariga de rosto doce de Twin Peaks — escondeu as suas acções mais sombrias e os sonhos mais retorcidos num diário secreto, a partir dos doze anos... até ao dia em que foi assassinada. O diário contém pistas importantes sobre a identidade do seu assassino. E, para os habitantes de Twin Peaks, tem início um mistério que irá obcecá-los a todos...".


Opinião
"Esta foi uma história que, a meu ver, começou de uma forma extremamente interessante e inquietante mas que, com o avançar da trama, acabou por sair prejudicada por algumas inconsistências da autora deixando, assim, de ser tão prazerosa.
O ponto de partida da história é muito entusiasmante: o leitor conhece uma jovem de apenas 12 anos que decide contar ao seu diário tudo aquilo que se passa na sua vida. Uma situação tranquila, certo? Errado! É que logo de início conseguimos perceber que a jovem Laura vive uma vida de fachada e que há algo que a perturba tremendamente, algo que a persegue à noite e a obriga a esconder de tudo e todos quem ela verdadeiramente é... 
Assim, nesta fase inicial, sentimo-nos compelidos a avançar na leitura, à medida que acompanhamos o crescimento de Laura e vemos o quão diferente ela se torna: a jovem e inocente menina torna-se numa adolescente que procura o perigo e vive a vida no limite, numa tentativa de fazer frente ao "monstro" que a persegue durante as longas e sombrias noites.
Até este ponto esta foi uma leitura entusiasmante e viciante. Contudo, a determinada altura a protagonista entra numa espiral de decadência que faz com que escreva com menos frequência no seu diário e, por isso mesmo, nós leitores passamos a ter um vislumbre de pequenas parcelas da vida dela bastante espaçadas no tempo. Parcelas essas que, da forma como a autora as desenvolveu, senti que eram insuficientes para nos situarmos por completo na vida de Laura e percebermos verdadeiramente tudo aquilo pelo qual ela estava a passar. Dado que nessa altura a jovem está envolvida no mundo da droga e, por isso mesmo, anda um pouco alheada da vida, percebo que possa ter sido precisamente essa a intenção de Jennifer Lynch: mostrar-nos uma Laura Palmer perdida, desesperada e confusa. Contudo, senti a falta de pontos de ligação entre as diferentes passagens do diário para eu ser capaz de pintar um retrato mais completo desta história. 
Em relação ao assassinato propriamente dito, muito pouco é aqui desenvolvido mas visto que, se não estou em erro, o livro foi escrito antes do final da série é normal que a intenção fosse a de despertar a curiosidade do leitor para em seguida ir ver a série e perceber todo o desenlace final. Fosse essa ou não a intenção, a verdade é que, no que a mim própria diz respeito, fiquei cheia de curiosidade para ver "Twin Peaks" e compar o livro com a série. Desta forma, acredito que conseguirei "fechar" melhor alguns pontos nesta história e ter um retrato mais completo do grande mistério que foi a vida da jovem Laura Palmer."
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