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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

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Canal FLAMES: Top 5 de Séries de 2015



Mais um ano passou e com ele séries fantásticas ficam no passado. Contudo, há algumas que vale a pena recordar. É este o meu Top 5 de Séries de 2015!!   :)



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Livro: O Último Adeus (Kate Morton) - Opinião dupla



Título: O Último Adeus
Autor: Kate Morton
Edição/reimpressão: 2015
Páginas: 632
Editor: Suma de Letras
ISBN: 9789896650148

Adquirir na WOOK aqui 


Sinopse
"O melhor romance da autora reconhecida mundialmente pelo público e a crítica.
Numa majestosa casa de campo inglesa um miúdo desaparece sem deixar rasto. Setenta anos depois Sadie Sparrow, de visita a casa de seu avô, encontra uma mansão abandonada. Espreita através de uma janela e sente que alguma coisa terrível aconteceu nessa casa."


Opinião da Mariana
"É realmente fantástico quando um autor nos conquista por completo mal lemos os primeiros capítulos de uma obra sua. Tive essa experiência com a Kate Morton o ano passado quando li o “Amores Secretos” e o mesmo voltou a acontecer com “O Último Adeus”. Se da primeira vez fui apanhada de surpresa pela qualidade da sua escrita, com este segundo livro o desafio era maior: as minhas expectativas estavam tão absurdamente elevadas que existia o sério risco de a obra não estar à altura. Assim, foi com grande entusiasmo que, terminadas as mais de 600 páginas de “O Último Adeus”, percebi que simplesmente adoro esta autora!

Neste incrível livro, acompanhamos uma única história de mistério com um certo toque de romance ao longo de diferentes épocas. Desde a Primeira Grande Guerra, passando pela Segunda até à actualidade, acompanhamos o percurso de várias personagens à medida que tentamos desvendar o misterioso desaparecimento de um bebé há 70 anos atrás.
Apesar da premissa do livro parecer semelhante a outras histórias já escritas, aquilo que distingue estas páginas de quaisquer outras é a mestria com que a autora escreve. É absolutamente fascinante ler algo escrito por Kate Morton. Ela tem um dom e ele transparece em cada parágrafo, em cada linha em que a autora descreve de forma exímia os sentimentos das personagens e na forma incrível como consegue viajar no tempo de uma forma tão subtil que quando o leitor se apercebe já viajou 70 anos.

Relativamente à trama em si, o mistério foi construído de uma forma muito inteligente e apreciei a forma como a autora nos conduzia por um caminho para, de forma abrupta, mudar de direcção e nos apresentar um cenário completamente diferente. Ao longo do livro fui, assim, agradavelmente "enganada" pela Kate Morton e dei por mim, por diversas vezes, a pensar numa explicação que se viria a revelar completamente errada. Confesso que apenas não gostei de um detalhe no final do livro que me pareceu pouco plausível e que penso que se deveu à vontade da autora em encontrar um final perfeito para todas as personagens. Afinal, a realidade está longe de ser perfeita!

Concluindo, esta é uma obra que recomendo sem pensar duas vezes e que, a par de "Amores Secretos" fez cimentar em mim a convicção de que quero ler todos os livros de Kate Morton. Quem ainda não conhece esta escritora ou ainda não teve a oportunidade de ler "O Último Adeus" aqui fica uma dica: tornem o vosso ano de 2016 muito mais feliz devorando estas páginas!"



Opinião da Roberta
"Esta foi a minha estreia com a autora Kate Morton, e não podia ter começado de melhor forma. 
Como já tive oportunidade de dizer em vários vídeos do nosso canal no youtube, este livro é fantástico e perfeito para qualquer tipo de leitor, porque tem um "bocadinho" de cada coisa: romance, policial, mistério, thriller... enfim... qualquer tipo de leitor vai aqui encontrar um livro que facilmente lhe encherá as medidas. 

Há várias coisas que me fazem sentir que esta é uma autora que me irá acompanhar para o resto da vida.
Em primeiro lugar, a forma como ela escreve e como nos consegue prender no final de cada capítulo. Esta é das coisas mais difíceis de se fazer e que a autora faz magistralmente. 
Depois, a forma como  nos apresenta varias personagens como protagonistas ao mesmo tempo, sem ser confusa. Mais uma coisa que muitos escritores tentam fazer e não conseguem. Kate Morton apresenta como personagens principais de uma mesma história, personagens muito distintas, que não se confundem e que fazem totalmente sentido onde ela as coloca. 
Uma coisa maravilhosa e que quase nunca encontro noutras obras é a forma como Kate Morton nos consegue dar a perspectiva de varias personagens sobe uma mesma situação. Não o faz logo, por vezes só nos dá essa nova perspectiva muitos capítulos depois, mas quando o faz é arrepiante. 
Por fim, adoro a forma como ela não deixa pontas soltas no ar. Mesmo coisas que achamos que não têm nada de especial e que não importam, a autora consegue, páginas e páginas mais tarde, pegar e dar um significado diferente.

A cereja em cima do bolo é a referência à Agatha Christie, uma referência constante e que aqui cai na perfeição. 

Não se deixem enganar pelo enorme número de páginas.. este é daqueles livros que se devoram! É impossível parar."

domingo, 27 de dezembro de 2015

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TAG Booktube e Personagens (Roberta)





sábado, 26 de dezembro de 2015

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192º Passatempo do FLAMES em parceria com a 4 Estações Editora




Temos para vos oferecer, em parceria com a 4 Estações Editora:
1 Livro + 1 Saco de algodão
Sinopse

Na Idade Média, uma jovem está prestes a ser queimada na fogueira. Entre os espectadores do auto-de-fé está um homem, que, apesar de ter o poder de a salvar, assiste, impávido, à execução. Surpreendentemente, antes de o fogo a consumir, ele sussurra que a amará para sempre.

Com a mestria que lhe é conhecida como autor de novelas de muito sucesso, Walcyr Carrasco cruza neste romance duas histórias: uma sonhada, quando vê uma mulher ser queimada por bruxaria num auto-de-fé na Idade Média, e uma outra história, passada nos nossos dias, ao encontrar durante uma viagem a trabalho uma mulher que de imediato identifica como a do sonho. O livro relata a relação com essa mulher, inicialmente muito difícil, mas na verdade uma empolgante história de amor com muito suspense e de um profundo e interessante questionamento sobre vidas passadas.

TÍTULO: JUNTOS PARA SEMPRE 
AUTOR: Walcyr Carrasco 
FORMATO: 16 x 24 cm
ISBN: 978-989-8761-11-8 
PÁGINAS: 200
1.ª EDIÇÃO: outubro 2015

TERMINADO
Vencedor: Luciana Gaspar
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111ª Entrevista do FLAMES: Ana Moura (artista portuguesa)


Ana Moura


Ana Moura é um dos nomes incontornáveis do panorama musical da actualidade. Nome grande do fado português, há mais de uma década que leva um dos maiores símbolos nacionais além-fronteiras. Com vários álbuns de sucesso editados, foi com "Desfado" que chegou aos quatro cantos do mundo, um disco que lhe valeu 5 Platinas e que continua a ouvir-se um pouco por todo o lado, não fosse ele o disco mais vendido em Portugal nos últimos anos. Segue-se o seu mais recente disco de estúdio, "Moura", que no dia do seu lançamento alcançou o Ouro e que conta já com uma Platina. Pode dizer-se que, no caso de Ana Moura, nem o céu é o limite! 
O FLAMES esteve à conversa com a fadista e o resultado foi a entrevista que se segue... 

A todos os artistas o FLAMES pergunta... 

Quais são os artistas que mais a inspiram? 
Tenho vários artistas. Em Portugal obviamente a Amália Rodrigues, mas tenho vários artistas de diferentes áreas, acho que a Atrix é uma artista que me inspira. Quando falamos de inspiração posso também referir-me a outros eixos completamente diferentes, por isso a Nina Simone também é uma das cantoras que mais me inspira, o Marvin Gaye. Pronto, são assim alguns dos nomes que mais me inspiram. 

Há algum local onde gostaria muito de poder tocar, onde poderia levar este seu novo disco? 
Eu tenho tocado em salas espectaculares, muito boas e realmente este ano de 2016 volto a fazer uma tournée em salas como o Carnegie Hall em Nova Iorque, vou ao Olympia em Paris, mas vou fazer finalmente uma sala que gostava muito de fazer que é cá em Portugal - o Meo Arena. Vou fazer dia 9 de Abril e estou a preparar um concerto completamente diferente uma vez que é uma sala tão grande e que pede um espectáculo que também se centre não única e exclusivamente na música mas também numa parte mais cénica e portanto estou a desenvolver imensas ideias para o concerto. Essa é a sala onde eu gostaria de tocar pois já tenho tocado em várias salas extraordinárias e agora realmente faltava-me essa aqui em Portugal. 

Lembra-se de alguma situação caricata que já tenha ocorrido durante um dos seus concertos? 
Tenho várias, variadíssimas mesmo (risos). Por exemplo, uma coisa que muitas vezes me acontece é ter brancas e esquecer-me da letra. Então houve uma vez em que me esqueci da letra e de repente olho para o meu viola e só me ouço a dizer-lhe para me ajudar. Não aguentei e desatei a rir para o microfone. O que vale é que no público desataram a rir também e pronto acabámos por desculpar um bocadinho aquele momento, mas quando uma pessoa pensa que não se pode rir é pior porque assim é que dá mais vontade de rir. 

Que mensagem gostaria de ver a ser erguida num cartaz num concerto seu? 
Às vezes escrevem-me mensagens enternecedoras, principalmente as meninas mais pequeninas escrevem mensagens muito bonitas assim com corações... sei lá, tanta coisa! Mas assim como mensagem específica não sei, nunca tinha pensado nisso, mas as mensagens que me chegam e que mais me enternecem nos concertos quando eu tenho uma necessidade de estar um bocadinho com o público, quando dou os autógrafos, as mensagens que mais enternecem são aquelas onde as pessoas dizem que a minha música os ajudou a ultrapassar um momento mais difícil nas suas vidas. Tenho assim histórias incríveis e são esses momentos os que mais me enternecem. 

À Ana Moura o FLAMES pergunta... 

Este seu novo disco foi gravado em Los Angeles, tal como o "Desfado", com o produtor Larry Klein. Na altura como é que surgiu a oportunidade de trabalhar com ele? 
Eu comecei a fazer uma listinha de produtores que eu seguia, que produziam outras cantoras, e entretanto o meu manager contactou o Larry Klein e ele disse logo que sim porque ele já tinha ouvido falar da minha música, já me tinha ouvido cantar, e disse que já tinha manifestado o interesse com amigos de um dia me produzir, que gostava de trabalhar comigo. Foi uma coincidência daquelas felizes e que me têm acontecido. Por acaso têm acontecido imensas coincidências deste género e ainda bem que o contactei porque correu muito bem mesmo com o "Desfado" que foi muito bem aceite. É o disco mais vendido da última década e teve 5 Platinas numa altura em que ninguém vende discos e portanto deixou-me super feliz. Agora este meu mais recente álbum também conta com a colaboração dele e aproveitámos para ainda arriscar mais e desenvolver outras ideias mais arriscadas que me deixam super feliz como por exemplo: nós usámos várias coisas como a guitarra eléctrica que está muito mais presente neste disco, do que no "Desfado", e também temos vários detalhes em termos de som que são assim o que mais o diferenciam do "Desfado" que é, por exemplo, nós amplificámos a guitarra com o amplificador da guitarra eléctrica. Portanto, são assim pequenos detalhes que fazem toda a diferença e que nos põem naquela linha de risco que é sempre encantadora para não estarmos na nossa zona de conforto (risos). 

Apesar de a Ana fazer um cruzamento entre vários estilos musicais nos seus álbuns, o fado está bastante patente. Como é a reacção das pessoas de lá que trabalham consigo num tipo de música que é tão particular como o fado que presumimos que não seja tão ouvido lá? 
Por exemplo, essas experiência com estes músicos extraordinários com quem colaborei em estúdio foi muito bonita porque, de repente, eles estão a trabalhar com uma sonoridade completamente diferente da deles e nós também! Tanto eu como os meus guitarristas estamos também a descobrir outras sonoridades. Esse encontro é muito bonito. Por exemplo, com o "Desfado" nós fizemos uma tournée gigantesca, foram 3 anos, em que passámos por todos os cantos do mundo, quase mesmo, só não explorámos muito o continente africano, mas de resto andámos mesmo quase por toda a parte e as salas estavam sempre cheias. Há um conhecimento cada vez maior da nossa música e há uma vontade de conhecer e de ouvir coisas diferentes cada vez maior. Isso também se vê aqui em alguns festivais que temos em Portugal,vê-se que nós hoje estamos mais cultos.O festival Bons Sons, por exemplo, vai sempre procurar bandas um bocadinho mais alternativas e diferentes, com sonoridades diferentes; acontece também fora de Portugal, portanto há circuitos onde as pessoas procuram sonoridades diferentes às do seu dia-a-dia. 

Para este álbum a Ana trabalhou de perto com o escritor José Eduardo Agualusa. No nosso blogue para além de falarmos muito de música também damos destaque à literatura. Gostávamos de saber se a Ana tem o hábito de ler e quais são os seus escritores favoritos? 
Eu gosto imenso do José Eduardo Agualusa,o último que li foi o "Milagrário Pessoal". Gosto também de Mia Couto... gosto de tanta coisa diferente! Gosto muito de poesia e gosto do nosso Fernando Pessoa. Neste momento estou a ler um livro da Chimamanda Ngozi, o "Todos devemos ser feministas". É este o livro que estou a ler neste momento. 

Já entrevistámos outros músicos que nos têm referido que o fado é mais apreciado lá fora do que em Portugal e que sentiam uma diferença ente actuar no estrangeiro e em Portugal. A Ana também sente essa diferença? 
Isso vai-se desvanecendo mais. Já o senti há uns anos atrás mas neste momento confesso que não o sinto. Hoje em dia eu vou a uma discoteca e existem remixes de músicas minhas, não é? Já não sinto isso cá em Portugal. Acho que foi algo que aconteceu há uns anos atrás mas agora já não se sente tanto. 

O disco "Moura" já foi galardoado com a marca de disco de Ouro, como é que foi para si receber esta notícia? 
No dia em que saiu foi logo Ouro e eu fiquei extremamente feliz porque nós fizemos uma pequena apresentação para as pessoas mais chegadas e portanto logo aí foi uma celebração, porque realmente no primeiro dia ser logo galardoado com o Ouro... mas em duas semanas já atingiu a Platina, neste momento já é disco de Platina. Estou extremamente feliz porque não contava assim tão de repente que fosse logo Platina. 

Neste disco trabalharam imensas pessoas e artistas nacionais e internacionais. Como é que conseguiu juntar tantas pessoas com esta qualidade para trabalharem consigo? Como foi estabelecer um contacto com eles? Sabemos que alguns já tinham trabalhado consigo em discos anteriores. Como é que normalmente surgem estas parcerias? 
Vai acontecendo de uma forma bastante natural. Eu vou conhecendo-os. Por exemplo, o Samuel Úria conhecemo-nos pessoalmente e eu adoro o trabalho dele e pedi-lhe uma música. Com os outros aconteceu também assim dessa forma. Eu não gosto de pedir algo a alguém em específico, eu gosto de ser surpreendida por eles. Gosto de sentir esse olhar, o olhar deles perante a música que eu faço acho que é sempre surpreendente e engraçado. Portanto, vou estando atenta àquilo que se passa no panorama actual musical e vou escolhendo os meus compositores que mais se assemelham; obviamente que também tem isso, os que mais se assemelham à minha linguagem. 

A música tende a modificar-nos não só enquanto músicos mas também enquanto pessoas. Acha que o fado a mudou enquanto pessoa? 
Mudou. Eu também acredito nisso. Acho que a música tem esse poder incrível de mudar as pessoas e o fado acabou por moldar um bocadinho a minha personalidade. Sou extremamente emotiva e acho que uma coisa está ligada à outra. Não sei se foi a minha emotividade que fez com que eu fosse buscar o fado ou se foi o contrário, não é? Mas obviamente o facto de eu ouvir fado transforma-me, eu acredito que sim. 

Com ainda tanto para cantar e para criar como é que pensa conseguir continuar a reinventar-se ao longo da sua carreira? 
Essa é a grande pergunta (risos). Realmente é o mais difícil, não é? Eu tinha esse desejo, uma vez que eu estava a trabalhar com o mesmo produtor e alguns dos compositores, queria que este disco fosse diferente. E consegui-o musicalmente. Ele é um disco diferente, bastante diferente. Mas realmente pensar assim num próximo disco... nem sei, não faço ideia do que é que vou fazer. Quer dizer eu vou ter sempre imensas ideias e vontade de escrever coisas completamente diferentes. Há vários ambientes por onde explorar. Eu costumo dizer que vou sempre vivendo na surpresa dos instantes, como diz a Sofia de Mello Breyner. Eu acho que a vida acaba por nos reservar algumas... como hei-de dizer: não se trata de acreditar no destino, é mais na serendipidade. Eu acredito que nós nos cruzamos com alguns músicos ou que ouvimos determinadas músicas ou que nos inspiramos em determinadas coisas ou situações por alguma razão. Portanto acho que vou vivendo nessa surpresa dos instantes e vendo o que é que a vida me reserva. 

Muito obrigada Ana pela simpatia e disponibilidade em conversar connosco!

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

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Desafio Pilha de Livros





Livros mencionados em Inglês:
- Madame Bovary - http://www.bookdepository.com/Madame-Bovary/9781853260780/?a_aid=RF
- The Illuminator (Brenda Rickman Vantrease) - http://www.bookdepository.com/The-Illuminator/9780312331924/?a_aid=RF
- The Professor (Charlotte Bronte) - http://www.bookdepository.com/The-Professor-Dr-Keith-Carabine-Charlotte-Bronte-Dr-Sally-Minogue/9781853262081/?a_aid=RF
- The Karamazov Brothers (Fyodor Dostoyevsky) - http://www.bookdepository.com/The-Karamazov-Brothers-Dr-Keith-Carabine-Fyodor-Dostoyevsky--D-P-Briggs-Constance-Garnett/9781840221862/?a_aid=RF
- The Leopard (Giuseppe Tomasi di Lampedusa) - http://www.bookdepository.com/The-Leopard/9780099512158/?a_aid=RF
- The Gambler (Fyodor Dostoyevsky) - http://www.bookdepository.com/The-Gambler-Fyodor-Dostoyevsky/9781907523410/?a_aid=RF
- Dewey's Nine Lives (Vicky Miron) - http://www.bookdepository.com/Deweys-Nine-Lives-Vicki-Myron/9781847378576/?a_aid=RF
- The Gargoyle (Andrew Davidson) - http://www.bookdepository.com/The-Gargoyle/9781847671691/?a_aid=RF
- Descartes' Error : Emotion, Reason and the Human Brain (António Damásio) -http://www.bookdepository.com/Descartes--Error/9780099501640/?a_aid=RF
- Seriously... I'm Kidding (Ellen DeGeneres) - http://www.bookdepository.com/Seriously----I-m-Kidding/9781455547784/?a_aid=RF

Livros mencionados em português:
- Jane Eyre (Charlotte Brontë) - http://www.wook.pt/ficha/jane-eyre/a/id/14529579
- A Filha do Barão (Célia Correia Loureiro) - http://www.wook.pt/ficha/a-filha-do-barao/a/id/15422847
- No Meu Peito Não Cabem Pássaros (Nuno Camarneiro) - http://www.wook.pt/ficha/no-meu-peito-nao-cabem-passaros/a/id/10952321
- Filipa de Lencastre (Isabel Stilwell) - http://www.wook.pt/ficha/filipa-de-lencastre/a/id/198329
- O Iluminador (Brenda Rickman Vantrease) - http://www.fnac.pt/O-Iluminador-Brenda-Rickman-Vantrease/a103785
- Marquesa de Alorna (Maria João Lopo de Carvalho) - http://www.wook.pt/ficha/marquesa-de-alorna/a/id/11449681
- Os Irmãos Karamázov (Fiódor Dostoiévski) - http://www.wook.pt/ficha/os-irmaos-karamazov/a/id/14117548
- A Vingança das Vagas (José Teles Lacerda) - http://www.wook.pt/ficha/a-vinganca-das-vagas/a/id/14304363
- A Siciliana (Sveva Casati Modignani) - http://www.wook.pt/ficha/a-siciliana/a/id/10691771
- O Leopardo (Giuseppe Tomasi di Lampedusa) - http://www.wook.pt/ficha/o-leopardo/a/id/15677371
- O jogador - (Fyodor Dostoyevsky) - http://www.wook.pt/ficha/o-jogador/a/id/46924
- As Nove Vidas de Dewey (Vicky Miron) - http://www.wook.pt/ficha/as-nove-vidas-de-dewey/a/id/10015942
- A Gárgula (Andrew Davidson) - http://www.wook.pt/ficha/a-gargula/a/id/1421578
- Os Pioneiros (Luísa Beltrão) - http://www.wook.pt/ficha/os-pioneiros/a/id/46172
- O Erro de Descartes (António Damásio) - http://www.wook.pt/ficha/o-erro-de-descartes/a/id/11236606
- Nunca me Esqueças (Lesley Pearse) - http://www.wook.pt/ficha/nunca-me-esquecas/a/id/225459
- Os Ratoneiros (William Faulkner) - http://www.wook.pt/ficha/os-ratoneiros/a/id/220183
- O Elefante Evapora-se (Haruki Murakami) - http://www.wook.pt/ficha/o-elefante-evapora-se/a/id/7419555
- Um Conto de Duas Cidades (Charles Dickens) - http://www.wook.pt/ficha/um-conto-de-duas-cidades/a/id/9573779
- Um Sonho do Tio (das Crónicas de Mordássov) (Fiódor Dostoiévski) - http://www.wook.pt/ficha/um-sonho-do-tio-das-cronicas-de-mordassov-/a/id/11236717.
- A Trilogia da Neblina (Carlos Ruiz Zafón) - http://www.wook.pt/ficha/a-trilogia-da-neblina/a/id/16992494
- Confundir a Cidade com o Mar (Richard Zimler) - http://www.wook.pt/ficha/confundir-a-cidade-com-o-mar/a/id/219255
- A Tia Marquesa (Simonetta Agnelo) - http://www.wook.pt/ficha/a-tia-marquesa/a/id/179017
- A Paixão de Senna (Rui Pelejão) - http://www.wook.pt/ficha/a-paixao-de-senna/a/id/15677379
- A Lucidez do Amor (Tânia Ganho) - http://www.wook.pt/ficha/a-lucidez-do-amor/a/id/2159683
- Ilha Teresa (Richard Zimler) - http://www.wook.pt/ficha/ilha-teresa/a/id/10918108
- O duplo (Fyodor Dostoyevsky) - http://www.wook.pt/ficha/o-duplo/a/id/45376
- Cuba Libre (Tânia Ganho) - http://www.wook.pt/ficha/cuba-libre/a/id/196170
- Mizé - Antes Galdéria do que Normal e Remediada (Ricardo Adolfo) - http://www.wook.pt/ficha/mize-antes-galderia-do-que-normal-e-remediada/a/id/5424286
- O Livro Inacabado de Dickens (Matthew Pearl) - http://www.wook.pt/ficha/o-livro-inacabado-de-dickens/a/id/7504608

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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

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191º Passatempo do FLAMES (em parceria com a Ambar)



Em parceria com a ambar: temos mais 1 caderno para vos oferecer.

Se queres ser o vencedor(a) basta preencher o formulário em baixo. BOA SORTE :)

TERMINADO
Vencedor: Nuno Miguel Vitória Carriço

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

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110ª Entrevista do FLAMES: Diogo Piçarra (artista português)


Diogo Piçarra

A re-edição do primeiro disco de Diogo Piçarra, "Espelho" foi o pretexto para voltarmos a conversar com o músico português.
Este foi o resultado desta conversa.
Caso não tenham lido, vejam a entrevista anterior ao Diogo Piçarra aqui - http://flamesmr.blogspot.pt/2015/03/96-entrevista-do-flames-diogo-picarra.html

O CD será re-editado com um DVD extra. Este realizado por André Tentúgal e mostra Diogo Piçarra em interpretações acústicas, ao vivo, num universo que remete aos ambientes em que filmava os seus vídeos caseiros, com os quais foi aumentando a sua base de seguidores no seu canal de Youtube (com mais de 79 mil subscritores).

De todos os locais onde já levou o álbum “Espelho”, houve algum que considerou assim mais especial ou de diferente?
Todos os sítios onde toquei são especiais! Pelas pessoas, pelo palco... pela temperatura, o espaço, as cidades...! Qualquer sítio é especial à sua maneira. 
No entanto, há cidades e sítios que nos marcam mais. Um dos que me marcou um pouco mais este verão foi na Madeira, quando fui ao Funchal apresentar o disco "Espelho". Foi de uma grandiosidade que eu não esperava. Estavam milhares de pessoas à minha frente. Todas elas cantavam, gritavam e para mim foi inacreditável, não esperava nada. Há muitos, muitos outros, por exemplo, logo o 2º concerto no Porto, também foi muito especial. Senti que aquela casa estava, mesmo mesmo quente e acolhedora. 
Mas foi tudo especial, foi tudo bom, todos os concertos estavam cheios. Um concerto também muito engraçado e especial foi em Caracavelos na praia. Era um concurso de surf mas estava a chover e só vieram cerca de 30 ou 40 pessoas ao concerto. Eu percebi perfeitamente, não obrigo ninguém a vir aos meus concertos à chuva, mas foi um dos meus melhores concertos porque as pessoas estavam lá mesmo porque gostavam de mim e estavam à chuva. Eu senti isso e convidei-os para vir para cima do palco e juntaram-se ali 20 ou 30 pessoas em cima do palco. Soube-me muito bem esse concerto também.

Que giro! Parece ter sido muito engraçado… e diferente.
Relativamente ao "Espelho" qual é que foi assim o melhor elogio que já lhe fizeram sobre este trabalho em concreto?
O melhor elogio? Bem, eu devia ter preparado melhor estas respostas (risos), já me disseram tanta coisa...!
Tenho muitas pessoas nos concertos a virem falar comigo a dizerem que faleceu alguém a semana passada e aquela música tocou-o e veio ao concerto de propósito só para ouvir aquela música. E acho que desta maneira eu faço parte da vida das pessoas e em muitas pessoas tem acontecido isso. Infelizmente acontece-nos a todos, quando perdemos alguém... Há histórias inacreditáveis e uma delas é incrível! Havia um rapaz que estava em coma já há algum tempo e ele não reagia a nada, não reagia à fala dos pais e da família e lembro-me que eles contaram-me que colocaram os headphones com música e a música que estava a tocar era minha, e o rapaz começou a chorar e estando ele em coma... eu... eu nem queria acreditar nesta história! Parece que passado uns minutos ele faleceu... parecia que estava à espera daquilo, à espera da música, à espera que lhe colocassem música aos ouvidos para deitar uma última lágrima e ir-se embora e isso deixou-me sem palavras.

Até me arrepiei agora... nem consigo imaginar o que deve ter sentido quando soube da história...
Pois... eu fiquei todo arrepiado? Fiquei a segurar um bocadinho a lágrima porque... é forte! É muito forte mesmo. 
É claro que depois tenho outras coisas, não é? Tenho coisas muito mais alegres! As fãs seguem-me para todo o lado, dormem na rua... Vão às 9 da manhã para a porta do concerto e eu só estou lá no outro dia de amanhã. E depois é claro, elas cantam as músicas de início até ao fim! Identificam-se com as letras e isso é muito bom! É muito bom receber esse carinho.

Como é que surgiu a ideia desta reedição e o que é que podemos esperar de diferente deste álbum em comparação com o outro?
A reedição do "Espelho" teve mais como objectivo voltar às origens, à altura em que eu fazia covers e versões em acústico. O objectivo era esse! Eu antes “despia” as canções dos outros e agora vou “despir” as minhas canções, o meu próprio disco e vou tocá-las ao piano. Fiz os arranjos dos violinos também... Convidámos cerca de 20 pessoas, participaram num concurso para virem assistir às gravações e para mim o resultado foi lindíssimo. Foi acima daquilo que eu estava à espera! Foi numa casa abandonada... Por isso, quem ainda não viu compre o DVD. Acho que as filmagens estão lindíssimas. Podem já ver dois vídeos na internet, é o “Meu é teu” e o “Sopro” e aí já conseguem perceber mais a onda e o estilo da abordagem.
Acho que foi um grande grande feito e estou muito orgulhoso com o trabalho. Já estava orgulhoso com o “Espelho”, e agora estou orgulhoso com o DVD.



Se pudesse voltar atrás teria feito alguma coisa de diferente nestes últimos meses em que correu assim, o país de norte a sul?
Se eu voltasse atrás este ano?

Sim, sim, este ano.
Se calhar eu despedia-me mais rapidamente do meu trabalho para me dedicar mesmo a 100% ao disco e aos concertos ao vivo. Foi a única coisa que se calhar falhou. Não me dediquei a 100% porque eu tocava ao vivo e no dia a seguir ia trabalhar. Lá ia eu para a empresa e por isso foi muito cansativo. E de facto eu já andava de rastos, estava na empresa a trabalhar toda a semana e ao fim de semana ia dar um ou dois concertos. E se não tivesse trabalho, eu durante a semana descansava, trabalhava para melhorar ainda mais os concertos e depois ia tocar ao vivo outra vez. Por isso, é que se calhar a rotina alteraria um pouco.

Na última entrevista que lhe fiz, perguntei-lhe se está a pensar fazer uma nova tatuagem relacionada com esta nova fase musical e o Diogo respondeu que a faria se o álbum fosse um sucesso. Agora que o álbum é um sucesso, chegou a fazê-la ou não? 
Eu e o meu irmão fizemos um logótipo, que representa basicamente as minhas primeiras letras, as iniciais do meu primeiro e último nome, o D e o P, em losângulo. Sempre adorei aquela figura, adorei aquele logo e de facto representa-me. Só que nunca tive a oportunidade de o fazer. Gostava de a fazer com um tatuador que está no Algarve e que já me tatuou a maior parte do corpo. É o Mauro, e eu adoro o trabalho dele, só que nunca tive oportunidade. 
Agora os fãs é que já começaram a tatuar o logo e é lindo ver isso! Por vezes nas sessões de autógrafos lá vem uma rapariga com o braço esticado e o meu logo lá tatuado e eu “ai meu Deus, o que é que tu foste fazer, deixa lá ver se isto é mesmo verdadeiro” (risos). E é mesmo verdade, está mesmo tatuado! Já conheço pelo menos duas pessoas que já fizeram e conheço outra pessoa que escreveu no pulso também... e também conheci há uma semana uma rapariga no Porto, que tinha tatuado a letra do “Tu e eu”. Isso é inacreditável. 
Eu adorava tatuar as minhas letras mas acho um pouco egocêntrico da minha parte! Acho que não faria isso. No máximo faria o meu logo porque fui eu e o meu irmão que o fizemos, e quem sabe tatuar o nome "Espelho" ao contrário, também já pensei nisso. 
Mas eu não gosto muito de tatuar coisas relacionadas com a música, sabes? Como muitos músicos  e artistas fazem. Claro que tatuar uma clave de sol ou umas teclas de piano era o que eu adorava fazer mas ao mesmo tempo acho que não se deve tratar assim a música. Muita gente tatua uma clave de sol e nem sabe o que é, e eu sei ler música e sei escrever em clave de sol, mas não vou fazer isso. Faço as tatuagens como se o meu corpo fosse uma tela. Tento não confundir as coisas, tento criar uma divisão entre as duas coisas.

Nessa mesma entrevista disse “Ainda nem estou a pensar no disco como um sucesso, mantenho as minhas expectativas em baixo em relação ao meu trabalho”. Quando é que se começou a aperceber do sucesso que este álbum teve?
Quando comecei a perceber o sucesso… Hum... Na verdade nem sequer te apercebes. 
No primeiro dia, quando começou a dar nas rádios, eu estava a ir para o trabalho (risos), estava a ouvir rádio, estava preso no trânsito e comecei a ouvir a minha música e nem queria acreditar que a minha voz estava a passar ali naquele rádio. Até olhei para o rádio para ver se não era um CD ou um MP3 que estava ali por engano (risos)... foi mesmo emocionante. Passei para outra rádio e estava a dar outra vez a música e comecei-me a aperceber nesse momento que a minha música estava a tomar todas as rádios. Foi um bom sinal.
A seguir, apercebi-me dos seguidores a crescerem, dos comentários aos milhares... Acima de tudo comecei a reparar pelos seguidores do facebook que ainda continuam a crescer! Já ultrapassei os 212.000 no Facebook e ainda mais noutras redes sociais. É inexplicável... não sei... não sei o que é que hei-de fazer com tanta gente (risos). Acho que essa é uma prova da visibilidade que a música teve e dos milhares de pessoas a que a música chegou, especialmente a "Tu e Eu". Depois comecei a ver que realmente poderia ser ainda mais, e que iria crescer ainda mais com os concertos ao vivo. Logo nos dois primeiros tinha a casa cheia, com as pessoas a cantar o CD do início ao fim, em Lisboa no Armazém F e no Hard Club no Porto. Fiquei muito sensibilizado com isso porque não estava à espera... Primeiro fiquei sensibilizado com o facto de estar a casa cheia, em segundo lugar fiquei contente que as pessoas cantassem do início ao fim. E a partir desses dois concertos é que eu comecei a ver que se calhar ia ter um bom verão e que o disco tinha realmente corrido bem.

Agora o Diogo vai dar dois grandes concertos em Março? Um em Lisboa e outro no Porto. O que é que o público vai poder esperar desses dois concertos? Em que é que eles vão ser diferentes dos outros?
Acima de tudo vou apresentar o meu último disco “Espelho” em sítios lindíssimos. Só tive oportunidade de tocar num anfiteatro o disco "Espelho". Foi em Oliveira de Azeméis, no Caracas e aí não mudei o concerto, não mudei nada... mas mesmo assim o concerto foi diferente! Acho que tocar ao vivo, ao ar livre, o "Espelho" tem uma vida e ao tocar num anfiteatro, todo escuro, com as pessoas sentadas a ouvir o "Espelho", tem uma outra vida. 
Acho que só o facto de tocar no CCB e na Casa da Música já vai ser lindíssimo! Vai ser bom. As pessoas vão poder esperar do início ao fim um espectáculo de arrepiar. Acho que até eu próprio me arrepio só com aquele ambiente, de ouvir as pessoas a cantar ali ao pé de mim, sentadas. Agora o que podem esperar é, mais qualidade, algumas abordagens diferentes nas minhas músicas e eu adorava ainda se calhar tocar uma música nova, uma novidade ou outra... 
Por isso acho que vai ser especial! Vão ser mesmo especiais estes dois concertos! Vou tentar ainda marcar um outro, entre estes dois, outro concerto também num teatro, no norte do país, ainda não posso revelar qual é. Quem sabe, tocar dois concertos entre esses dois, seria em Lisboa no dia 10 de Março, dia 11 nesse outro sítio, dia 12 também noutro teatro e depois dia 13 no Porto, na Casa da Música.

Obrigada ao Diogo por mais uma entrevista. Desejamos que os concertos sejam FABULOSOS!

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

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Entretenimento: Novidades Musicais


THE VAMPS 
lançam novo álbum "Wake Up" 

Grupo britânico estreia vídeo do single "Rest Your Love" 

Os britânicos The Vamps são, sem dúvida, umas das bandas sensação do momento e nos últimos anos conquistaram milhares de fãs um pouco por todo o mundo. É por isso que o segundo álbum do grupo, "Wake Up", chega às lojas rodeado de muita expectativa. 
Para aguçar o apetite, a banda anunciou que "Rest Your Love" foi escolhido como novo single e o vídeo acaba também de estrear.


Conor Maynard, Dynamo, Maisie Williams ou Nina Nesbitt são algumas das personalidades que entram neste novo vídeo.
"Wake Up" inclui 18 canções e um DVD com imagens dos concertos que o grupo deu na O2 Arena e que esgotaram num ápice. O DVD só estará disponível durante as primeiras quatro semanas. Entretanto os The Vamps estrearam duas novas canções: "Cheater" e "Stolen Moments". Para o ano o grupo prepara o seu regresso aos grandes palcos, para uma nova digressão que já está a caminho de esgotar. O espetáculo que os The Vamps prepararam para a "The Wake Up UK Tour" inclui gigantes ecrãs LED e um palco que se alastra um pouco por todo o espaço, de forma a possibilitar os fãs estarem mais perto da banda. Conor Maynard, The Tide e Hometown foram convidados para fazer as primeiras partes desta digressão (exceto os concertos em Belfast e Dublin). De forma a permitir que qualquer fã consiga ir a um dos concertos desta digressão britânica, os The Vamps colocaram 40 mil bilhetes à venda apenas por 9,50 libras.
Desde que se estrearam com "Meet The Vamps" que o grupo britânico se afirmou como um dos grandes fenómenos da pop juvenil do momento. O álbum recebeu a marca de platina em vários países e chegou ao n.º 2 do top britânico. Desse disco foram retirados cinco singles que venderam mais de 10 milhões de cópias. Os The Vamps são também um fenómeno online. O teledisco de "Can We Dance" tem mais de 41 milhões de visualizações no YouTube, o de "Wild Heart" ultrapassa as 25 milhões de visualizações, o de "Last Night" conta com 23 milhões, o de "Somebody To You" tem mais de 79 milhões e o de "Oh Cecilia (Breaking My Heart)" ultrapassou as 34 milhões de visualizações. O canal oficial do YouTube dos The Vamps conta mais de 1,2 milhões de subscritores, enquanto no Facebook já ultrapassaram os 5,3 milhões de likes.

ANA MOURA 

"Moura" foi apresentado ao vivo na TVI em ação inédita 

Estreou o videoclip de "Dia de Folga", o tema de Jorge Cruz, usado como o primeiro avanço de "Moura", o 6.º álbum de Ana Moura. Realizado por Joana Areal, (Orelha Negra, Kalaf, Los Lobos). 
Editado com Galardão de Ouro, “Moura”, sobejamente elogiado pela crítica, foi apresentado ao vivo, num concerto inédito, em direto a partir dos estúdios da TVI. Primeiro, a fadista recebeu o galardão de Ouro de "Moura" e o galardão de Quíntupla Platina de "Desfado" das mãos de Judite de Sousa, no Jornal das 8: para ver aqui. De seguida, apresentou 5 temas do novo disco, em primeira mão, num concerto transmitido pela TVI 24. Para ver aqui.

JACK GARRATT 
Vence o Brit Critic's Choice de 2016 
O álbum de estreia chega em fevereiro de 2016 

Jack Garratt foi eleito pela crítica britânica o artista revelação para 2016, com o prémio Brit Critics Choice, já entregue no passado a artistas como Sam Smith ou Florence and the Machine. 
Para além disso, está nomeado para o prestigiado BBC Music Sound of 2016, sendo este mais um indicador de que vai ser a próxima grande estrela britânica. É neste contexto que anuncia a data de edição do seu álbum de estreia: "Phase" chegará às lojas a 19 de fevereiro de 2016 tendo sido, maioritariamente, produzido pelo artista de 23 anos. "Phase" incluirá algumas canções já conhecidas, como os singles "Weathered" ou o mais recente "Breathe Life", cujo vídeo foi rodado em Los Angeles e realizado por Andrew Donoho. "Phase" contará ainda com os temas "The Love You're Given" e "Chemical", que, anteriormente, integraram o alinhamento do EP "Synesthesiac". O álbum já se encontra em pré-venda no site oficial do músico. Jack Garratt, artista e produtor britânico, rapidamente conquistou fãs um pouco por todo o mundo. Durante este ano, Jack esgotou todos os concertos em nome próprio, tanto na Grã-Bretanha, como nos Estados Unidos, além de se ter apresentado para grandes plateias em importantes festivais europeus. O músico tem a particularidade de ser um multi-instrumentista e em palco divide-se numa panóplia de instrumentos que toca sozinho, o que torna o espetáculo de Garratt uma experiência fascinante e de cortar a respiração, por nos mostrar o quão confiante e talentoso é este jovem músico. Ao cruzar géneros musicais díspares em palco e elevá-los a uma nova fasquia, Jack Garratt prova que é um dos artistas mais emergentes para 2016. Até 14 de dezembro o músico continuará a acompanhar o grupo Mumford e Sons na sua digressão britânica, que começou no final de novembro, além de já ter marcado para 15 de abril um espetáculo em nome próprio na mítica sala de espetáculos O2 Academy Brixton, em Londres.


Jorge Palma e Sérgio Godinho 
JUNTOS ao vivo no Theatro Circo 

Foi editado em CD e em edição deluxe (2CD+DVD) 
"Estamos muito contentes por estar juntos" foi a primeira frase que os músicos ouviram, no primeiro ensaio, mesmo sem ninguém ter dito isso. Ia dar certo. Deu certo. As palavras são de Sérgio Godinho, escritas para um dos textos que integra a edição deluxe "Jorge Palma e Sérgio Godinho - Juntos ao vivo no Theatro Circo" e que descreve o espírito presente nesta aventura a dois. 
Esta edição, em que constam 2CD + DVD com a versão integral do concerto, está disponível em exclusivo na Fnac e inclui fotografias de Rita Carmo, textos exclusivos escritos pelos dois protagonistas e por duas devotas admiradoras, Capicua e Mafalda Veiga, e ainda um DVD realizado por André Tentúgal também ele cantautor, associado ao projecto We Trust. Aliás, em torno destes "135 anos de música", estão alguns dos mais consistentes e criativos músicos nacionais – Nuno Rafael e Pedro Vidal, responsáveis pela direcção musical, nas guitarras; Nuno Lucas no baixo; João Cardoso nas teclas; e João Correia e Sérgio Nascimento, num admirável jogo de energia e sensibilidade nas duas baterias e percussões. A captação e mistura ficaram a cargo de Nelson Carvalho. "O meu prazer em ouvir as canções do Sérgio é genuíno desde sempre e cantá-las tem sido minha prática comum - quando o fazemos em conjunto esse gozo aumenta exponencialmente, esse sentimento é recíproco e abrange obviamente as minhas canções também (…)", diz Jorge Palma. Esse "gozo" tem percorrido algumas salas do país desde Maio e foi registado no magnífico Theatro Circo de Braga nos passados dias 24 e 25 de Setembro, em duas noites absolutamente memoráveis para o público presente. 
Para além da "edição deluxe", "Jorge Palma e Sérgio Godinho - Juntos ao vivo no Theatro Circo" terá ainda edição digital e uma edição standard em CD com 17 dos 25 temas registados. "A Noite Passada", canção seleccionada como single de avanço já está disponível aqui. Mas neste registo histórico, que reúne duas das figuras mais preponderantes da música nacional, podemos ouvir e emocionarmo-nos com canções como "Dá-me Lume", "O Elixir da Eterna Juventude", "A Gente Vai Continuar", "Na Terra dos Sonhos" ou o inédito, escrito por Sérgio Godinho a propósito desta reunião, "Caso For Esse o Caso". São quatro décadas de canções que de, alguma maneira, fazem a banda sonora das nossas vidas. 
Em paralelo com esta edição, os artistas anunciam ainda a estreia do espectáculo nas cidades de Porto e Lisboa com apresentações nos Coliseus, respectivamente a 25 de Fevereiro e 4 de Março de 2016.

Jorge Palma e Sérgio Godinho - Juntos pode ser encontrado aqui: 
Rdio 

Track list aqui

PAUS 
Iniciam digressão do novo álbum em Lisboa a 12 de Fevereiro 
Cachupa Psicadélica na primeira parte em Portugal 

O Cinema São Jorge, em Lisboa, recebe a primeira data do ano dos PAUS. 
É a noite de apresentação oficial do novo disco da banda, intitulado "Mitra", cuja edição está marcada para a mesma data. A primeira parte de todos os espetáculos em Portugal fica a cargo de Cachupa Psicadélica. 

A nova tour começa em Lisboa e segue por vários pontos do país. Coimbra (Teatro Gil Vicente), Guimarães (Centro Cultural Vila Flor), Castelo-Branco (Cine-Teatro Avenida), Ílhavo (Centro Cultural), Faro (Teatro Municipal das Figuras) e Ovar (Escola de Artes e Ofícios) são as primeiras cidades a receberem o novo trabalho do grupo português. 
A primeira parte destes concertos fica a cargo de Cachupa Psicadélica, que lançou recentemente o álbum "Último Caboverdiano Triste". 

Todas estas noites ficaram completas com after parties, em locais a anunciar, nas quais os próprios PAUS serão os DJs. Serão autênticas noites de comunhão e festa agendadas para o início do próximo ano. 

Datas: 
12 / Fev - Lisboa, São Jorge - bilhetes aqui 
13 / Fev - Coimbra, TAGV 
19 / Fev - Guimarães, CCVF 
20 / Fev - Castelo Branco, Cine Teatro Avenida 
26 / Fev - Ílhavo, Centro Cultural 
27 / Fev - Faro,Teatro Municipal Figuras 
05 / Mar - Ovar, Escola de Artes e Ofícios 
23 / Mar - Groningen - Vera (NL) 
24 / Mar - Utrecht - Ekko (NL) 
25 / Mar - Paaspop Festival (NL) 
26 / Mar - Amsterdam - Paradiso (NL) 
27 / Mar - Brussels - AB (BE)


FRANK SINATRA UM DOS MAIORES ÍCONES DA MÚSICA FARIA 100 ANOS DIA 12 DE DEZEMBRO 

DIOGO GARCIA 
VENCEDOR DO THE VOICE KIDS ESTREIA "AR" 

Já estreou "Ar", o lyric video para o novo single de Diogo Garcia.
A balada, que o vencedor do The Voice Kids incluiu no seu álbum de estreia "O Que Eu Sou", faz já parte da banda sonora da novela Santa Bárbara, da TVI.
O lyric video, gravado em Lisboa, pode ser visto aqui.


O cantor de 16 anos, que apaixonou os portugueses no palco do The Voice Kids, com Daniela Mercury como mentora, apresenta assim, mesmo a tempo do Natal, o sucessor do single “Sinto-me Livre Contigo”. 
"O Que Eu Sou" é uma colecção de 7 canções pop que têm tudo a ver com esta idade, com as histórias de amor da adolescência e a vontade de abrir as asas e ser livre. Ao lançar este disco, Diogo Garcia deu a conhecer o talento que já vinha a trabalhar desde os 8 anos. Antes de chegar ao The Voice Kids, o cantor já tinha vencido o festival Funchal a Cantar e o Festival da Canção Infantil da Madeira. Ao ver o irmão mais velho, Pedro Garcia, a participar numa edição anterior do The Voice, Diogo decidiu também embarcar e triunfar nessa aventura, tendo sido acompanhado no programa pela mentora Daniela Mercury, com quem ainda hoje troca mensagens e ideias sobre o trabalho: "fiquei muito contente, porque percebi que a distância não nos ia afastar, e ainda hoje é como se a Daniela continuasse a ser minha mentora". Sente-se em palco como se estivesse em casa, na gravação de um vídeo como se o fizesse a vida inteira, à frente de um microfone como se sempre tivesse sido seu. "Tudo isto, acho que faz parte do que eu sou".
CLUB BANDITZ 
ESTREIAM "OPEN YOUR EYES", O NOVO VÍDEO 

Entrevista ao FLAMES aqui 

A dupla de DJs e produtores portugueses Club Banditz acaba de estrear o vídeo de "Open Your Eyes", um single que traz a reconhecível sonoridade de assinatura destes, bem como as participações de Anthony Trainor e Matthew Steeper. 
O vídeo pode já ser visto aqui. 


Os Club Banditz são um dos nomes revelação de 2015, e para além de serem a 1ª parte de Axwell/Ingrosso no MEO Arena no próximo dia 18 de Dezembro, a dupla regressa ao Brasil, um território que conhecem bem, para 4 datas no final do ano e partem depois para o Panamá, onde actuam no palco principal do festival The Day After, ao lado de Jack U, Zedd, Above and Beyond ou Nervo.
Recentemente estrearam-se nos Estados Unidos, na Black and Orange Ball da Monster Headphones. Depois de "Endless Sunrise" e "Connecting Like Stars", lançados através da Universal Music, "Open Your Eyes" é a primeira edição dos Club Banditz no AfterCluv, um selo global ligado à música electrónica e criado pela editora. O single está em avanço nos primeiros lugares do Top da Rádio Nova Era e tem estado na bagagem dos próprios e de outros DJs internacionais que estão a encher pistas de dança.

As próximas datas dos Club Banditz são as seguintes:
December 18th - Meo Arena - Lisbon w/ Axwell Ingrosso - Portugal
December 25th - Recife - Brazil
December 26th - Fortaleza - Brazil
December 31th - Stella Reveillon - Itapema - Brazil
08th January - Florianópolis - Brazil
15th January - The Day After Festival - Panama
ÁTOA 
"Pouco de Sol" - novo single e videoclipe já estrearam.

Menos de um mês após o lançamento do seu álbum de estreia "Idade dos Inquietos", os ÁTOA, um dos maiores fenómenos recentes da música portuguesa, lançaram "Pouco de Sol", o seu novo single e videoclipe. 
"Pouco de Sol" é uma balada épica co-produzida por João Bessa (Pedro Abrunhosa, Miguel Araújo) e Dan McCalister (produtor da equipa de RedOne responsável pelas gravações de Kika). O videoclipe foi realizado por Ricardo Reis, que já tinha trabalho com os ÁTOA nos videoclipes de "Falar a Dois" e "Distância". 
"Pouco de Sol", que faz já parte da banda sonora da telenovela "Poderosas" da SIC, sucede a um dos maiores hits do ano da música portuguesa, "Distância", que conta com mais de 1 milhão e 150 mil visualizações no YouTube e foi durante semanas a música portuguesa mais procurada no Shazam. "Falar a Dois", o single que serviu de apresentação à banda de Évora, conta já com mais de 500.000 visualizações no YouTube e faz parte da banda sonora da telenovela da SIC "Coração D'Ouro". Formados por Guilherme Alface (voz, guitarra, piano), João Direitinho (guitarra, voz, piano), Rodrigo Liaça (bateria, percussão, voz, piano) e Mário Monginho (baixo, guitarra), os ÁTOA deram mais de 30 concertos em 2015, entre os espetáculos mais emblemáticos que os ÁTOA já deram em tão pouco tempo contam-se concertos no Festival MEO Sudoeste, na MEO Arena (onde fizeram a primeira parte de Jessie J), na discoteca Bliss, e várias Semanas Académicas e Recções ao Caloiro um pouco por todo o país. Na passagem de ano vão marcar presença em Famalicão, na festa WIN 2016, mas antes vão continuar a apresentação de "Idade dos Inquietos" nas Fnac's.

FNAC: SHOWCASES ACÚSTICOS + SESSÃO DE AUTÓGRAFOS: 
19 DEZ: 17h Fnac Almada 
19 DEZ: 21h 30 Fnac Oeiras 
31 DEZ: Famalicão - WIN 2016 - Quinta da Bemposta 
20 JAN 2016: Amiais de Baixo


E o videoclip aqui:
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