Envie esta página a um amigo!

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

6

Livro: O Diário de Anne Frank



Título Original: HET ACHTERHUIS – Dagboekbrieven
Ano: 1947
Género: Drama, Histórico
Autor: Anne Frank


O ano está mesmo a acabar e por isso nada melhor do que terminar com um post sobre um dos livros mais conhecidos e lidos em todo o mundo. O Diário de Anne Frank começou por ser “apenas” um livro que com o passar do tempo deu origem a mais livros, documentários, filmes, museus… O que não é propriamente de admirar tal é a qualidade desta história e o fascínio que suscita naqueles que dela tomam conhecimento.

O livro, escrito na primeira pessoa, relata-nos a luta pela sobrevivência da jovem, de apenas 13 anos, Anne Frank num esconderijo que se tornou o seu refúgio entre 1942 e 1944. Tudo começou quando as tropas nazis invadiram a sua cidade natal, Amesterdão (Holanda), e Anne e a sua família, sendo judeus, se viram forçados a esconder, juntamente com outros judeus, numa zona secreta de uma casa para evitarem ser levados para um campo de concentração.
A partir daí, acompanhamos o dia-a-dia destes resistentes: os seus medos, angústias, esperanças e, também, alegrias.

Apesar de ser muito interessante e comovente, na nossa opinião este livro pode fazer com que algumas pessoas desanimem a determinada altura devido à característica que, ironicamente, mais o destaca: a sua fiel descrição da realidade. É que se tal pode ser extremamente cativante em alguns momentos da história, noutros acaba por tornar-se algo entediante. É que não é qualquer um que ficará interessado com as descrições exaustivas de alguns diálogos e situações vividas pelos protagonistas da história.
Mesmo assim, este é um livro que vale sem dúvida alguma a pena ser lido, por uma série de razões:

- Permite-nos assistir à tremenda evolução de Anne, que começa esta história como uma simples menina de 13 anos, mas quando escreve a sua última entrada no diário apresenta uma maturidade fora do comum para uma adolescente de apenas 15 anos;

- Dá-nos a oportunidade de “viver” um acontecimento, já tantas vezes descrito, pelos olhos de alguém que realmente sofreu na pele a perseguição nazi;

- Alerta-nos, tal como muitos outros trabalhos acerca do Holocausto Nazi, para aquilo que o ser humano é capaz de fazer. Pois, embora possamos caír na tentação de pensar que isso faz parte do passado e não passam de comportamentos “primitivos”, não devemos esquecer-nos que tudo isto aconteceu há bem menos de 100 anos.

Boas leituras!
 
Resta-nos desejar a todos um óptimo 2011!!
Nós cá estaremos para continuar com este blogue que tantas alegrias nos tem dado ao longo dos últimos 12 meses.
Obrigada a todos que nos acompanharam na nossa viagem. Continuem connosco!  :)

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

6

Filme: And Then There Were None


Ano: 1945
Direcção e Produção: René Clair
Género: Suspense
Duração: 97 min


Este filme foi mais um da "série" de filmes baseados nos livros, de mesmo nome, da nossa autora favorita: Agatha Christie.

A critica mundial referiu que este filme é uma das melhores versões adaptadas dos livros uma vez que tem um clima misterioso associado ao humor britânico.
O elenco não podia ser melhor:

Barry Fitzgerald (Juíz. Quinncannon)
Walter Huston (Dr. Armstrong)
Louis Hayward (Philip Lombard)
Richard Haydn (Thomas Rogers)
June Duprez (Vera Claythorne)
entre outros.

Como sempre, aconselhamos a ler o livro (vejam o post que fizemos) até porque o próprio final do filme difere do do livro.

Resumidamente (e para os preguiçosos que não quiserem ir ver o post sobre o livro), aqui fica um pouco da trama: 10 pessoas são convidadas pelo misterioso Sr. Owen a passar um final de semana numa ilha. Aí, 1 a 1 começam a morrer! A morte é então acompanhada por uma antiga canção infantil.

Aqui fica o trailer:



O filme pode ainda ser visto na integra no YOUTUBE!

HÁ VIRAM? VÃO VER? Comentem!

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

7

Série: Médicos e Estagiários


Título Original: Scrubs
Ano de estreia: 2001
Temporadas: 9
Género: Comédia
Produtor: Bill Lawrence


Esqueçam o drama de “Anatomia de Grey”. Esqueçam os brilhantes diagnósticos de “House”. Aliás, esqueçam qualquer série de hospitais que alguma vez viram, pois vamos falar de “Médicos e Estagiários”.
É verdade que a história se passa num hospital, mas ficam-se por aqui quaisquer semelhanças entre esta série e qualquer outra que retrate o dia-a-dia dos profissionais de saúde.
De facto, para quem não conhece “Médicos e Estagiários” basta fazer o seguinte exercício: pensem nas maiores parvoíces, aventuras, desventuras, acidentes, imprevistos que possam ocorrer num hospital; a tudo isso adicionem um conjunto de personagens cómicas em que nem o director do hospital se “salva” … e aí têm a fórmula de sucesso desta série: risos, gargalhadas e mais risos.

Nesta série acompanhamos a vida de J.D (um jovem médico) e dos seus companheiros de serviço: a médica Elliot (a sua eterna paixão), o médico Turk (o seu amigo com o qual parece competir para o prémio de “personagem-mais-engraçada-da-série”) e a enfermeira Carla (que à primeira vista pode parecer “normal” mas após 2 minutos em cena percebemos que é tão louca como as restantes personagens). A este grupo de divertidas personagens juntam-se outro médico louco, mais um louco director e um contínuo (também louco) que faz tudo menos zelar pela limpeza do hospital (e quando dizemos tudo significa mesmo TUDO).

Aquilo que mais gostamos em “Médicos e Estagiários” é que, sendo uma série-para-se-ver-quando-nos-apetece-passar-um-bom-tempo-sem-ter-o-compromisso-de-ver-todos-os-episódios-para-acompanhar-a-história, nos permite passar uns bons 20 min em frente à TV sem nos preocuparmos verdadeiramente com o enredo. É certo que os grandes fãs da série saberão apreciar a historia que evolui (de forma algo lenta, é um facto) ao longo das temporadas, mas para nós o prazer em ver “Médicos e Estagiários” está no fantástico sentido de humor com que somos presenteadas a cada episódio. Ainda não vimos um único episódio em que conseguíssemos estar de início ao fim sem nos rirmos. É verdade que a série também tem os seus momentos de vamos-todos-aprender-uma-boa-lição-de-moral, mas sem seguir o mesmo caminho que as demais séries sobre hospitais seguem.
Assim, se têm vontade de ver uma série original, com bom humor, bons actores e boas lições, “Médicos e Estagiários” é uma excelente ideia!

Aqui fica o genérico de abertura:

E não… não nos esquecemos :)

Queremos desejar a todos um FELIZ NATAL!!! Aproveitam da melhor forma cada minuto desta época tão especial !

Aqui fica o nosso vídeo de Natal Favorito. Enjoy:

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

4

Livro: O Natal de Poirot


Título original: Poirot's Christmas
Género: Suspense
Autora: Agatha Christie

Os leitores assíduos deste blogue já devem ter notado que Agatha Christie é uma constante! De facto é uma das minhas autoras favoritas. Devoro os seus livros com uma velocidade incrível.
Aqui fica o review de mais um livro seu e que, como não podia deixar de ser, leva uma avaliação positiva da minha parte!

A história começa no dia 22 de Dezembro com o encontro casual de duas personagens Pilar Lee e Stephen Farr.
Pilar viajava para Gorston Hall, a mansão da família Lee que ía ter um Natal muito... movimentado e SANGRENTO! Simeon Lee, o patriarca, era um homem fisicamente inválido mas muito desagradável. Nesse Natal, convocou todos os seus filhos e noras:

Alfred e Lydia
David e Hilda
George e Madgalene
e mesmo Harry (o filho "pródigo")

Convocou ainda a neta (filha da falecida filha de Lee, Jennifer)

A morte de uma das personagens conduz Poirot à Mansão para descobrir quem é o assassino. Será algum deles?

Um policial de Natal que aconselho a ler (quem sabe, porque não fazê-lo agora que nos encontramos na época?).

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

6

Filme: Zodíaco


tulo Original: Zodiac
Ano: 2007
Género: Drama, Mistério, Policial
Realizador: David Fincher


O filme Zodíaco chamou-nos à atenção desde o dia da sua estreia. Tratando-se de um filme baseado numa história real com muito suspense à mistura, estavam presentes todos os ingredientes que precisamos para passar um bom serão em frente à TV.

O filme apresenta-nos a história de Zodiac, um misterioso serial killer que durante a década de 60 e inícios da década de 70 aterroriza a população de São Francisco, Estados Unidos da América, quando dá início a uma série de horrendos crimes. A polícia principia uma verdadeira caça ao homem, mas parece que o criminoso, que faz questão que o conheçam por Zodiac, consegue estar sempre “um passo à frente” das investigações das forças de autoridade e nem as estranhas cartas que envia para a polícia são suficientes para que seja descoberto, servindo apenas para adensar todo o mistério que envolve este caso.
É então que Robert Graysmith (Jake Gyllenhaal), um cartonista do jornal San Francisco Chronicle, fica completamente fascinado pelo caso do inalcançável assassino e decide, por si mesmo, descobrir quem é o assassino, onde se esconde e quais os motivos por detrás de tantas mortes, nem que para isso tenha que arriscar a sua própria segurança e tornar-se numa potencial “presa” para Zodiac.

Para nós foi impossível desviar os olhos do ecrã do início ao fim do filme. David Fincher (realizador de grandes sucessos como “Se7en” e “Fight Club”), consegue trazer-nos um filme com momentos verdadeiramente arrepiantes, durante os quais não conseguimos evitar uma estranha sensação de medo e insegurança, como se nós próprias estivéssemos na pele de Robert Graysmith. As cenas filmadas nas ruas escuras, enevoadas e húmidas de São Francisco contribuíram em muito para que a sensação de perigo eminente perdurasse ao longo de todo o filme.
O filme, baseado num livro que o próprio Robert Graysmith acabaria por escrever descrevendo este caso, conseguiu retratar na perfeição todos os obstáculos, dúvidas, contrariedades e suspeitas que tanto a polícia como o jovem jornalista tiveram ao longo dos anos.
Este é, sem dúvida alguma, um filme a não perder para todos aqueles que não resistem a uma boa história de mistério. Vale mesmo a pena ver este filme, nem que seja para ficar a conhecer melhor a história de um dos serial killers mais conhecido e misterioso de todos os tempos.

Aqui fica o Trailer:


Bons filmes!

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

7

Livro: The Kitchen Boy

Livro: The Kitchen Boy
Autor: Robert Alexander

Ninguém imagina o quanto AMÁMOS este livro! Talvez para isso tenha contribuído o nosso interesse pela família Romanov e, apesar deste livro não nos desvendar a verdade (sim, porque ainda paira muito mistério sobre as suas vidas, ou melhor, as suas mortes), este livro traz-nos uma possibilidade. O livro agarrou-nos do início ao fim e, apesar de não ser uma obra prima (a escrita não é nada muito pomposa), parece-nos que pode ser considerado um Grande livro!

A história? Como sabem, foi a 16 de Julho de 1918 que a história da Rússia mudou para sempre. Foi nessa noite que o czar, Nicolau II, e a sua família foram executados brutalmente pelos bolcheviques. Nada se sabia até agora... De facto houve uma testemunha que sabe mais do que o que poderia desvendar. Essa testemunha é o ajudante de cozinha. Apenas ele sabe realmente o que se passou.
Como terão sido os últimos dias desta família?

Escrito de uma forma muito simples mas absolutamente cativante, Robert Alexander conta-nos a história dos últimos dias dos Romanov pelo relato do ajudante de cozinha, Leonka, um rapazinho muito simpático e que realmente assistiu à execução da família imperial. Num misto de fantasia e realidade, somos transportados no tempo e no espaço e, garantimos, não vão querer sair de lá sem saber toda a verdade!


Neste site, o autor colocou uma sinopse, reviews de algumas pessoas, um scrapbook que contem verdadeiras fotografias da altura, a história por detrás do livro, biografia do autor, tour info, um group guide feito por alguns dos leitores mais devotos, etc. 
Vale a pena visitar e...LER O LIVRO.

Não se esqueçam de comentar! Os vossos comentários são a razão dos nossos posts. Boas leituras!

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

6

Série: The Walking Dead


Ano: 2010
Género: Drama, Terror
Realizadores: Frank Darabont e Gale Anne Hurd
Nº Episódios: 6 (1ª temporada)


Histórias sobre mortos-vivos (zombies) nunca figuraram na nossa lista de preferências. Por isso, depois de ouvirmos falar desta série, baseada numa banda desenhada best-seller de Robert Kirkman com o mesmo nome, não ficámos minimamente interessadas. Contudo, mal pudemos acreditar quando num certo dia vimos uma notícia no Telejornal que dava conta de uma grande campanha publicitária relativamente à estreia desta história. Aquilo que aconteceu foi bastante simples e original ao mesmo tempo: várias cidades em todo o mundo (25 ao todo) foram “invadidas” por zombies com o propósito de chamar a atenção para a série que iria estrear brevemente… e Lisboa não foi excepção.


“Invasão” de Lisboa:








Se o objectivo deles era despertar a curiosidade das pessoas então temos que admitir que connosco resultou a 100% !! No dia da estreia não “descolámos” da televisão até ao final do primeiro episódio….e que episódio! A série revelou ter uma qualidade acima daquilo que estávamos à espera e ficámos fãs instantaneamente.

A história apresenta-nos um grupo de humanos, liderado pelo agente da polícia Rick Grimes, que tentam sobreviver a uma epidemia à escala mundial que transformou o Planeta num completo caos quando fez com que os mortos voltassem a “viver”, tornando-se zombies com um GRANDE apetite por…carne humana.
Ao longo dos episódios acompanhamos esta luta pela sobrevivência, ao mesmo tempo que os dramas pessoais dos personagens se avolumam e tornam a trama cada vez mais interessante e complexa.

The Walking Dead tornou-se numa das maiores surpresas deste ano: tem uma história interessante, bons efeitos, cenas espectaculares e actores à altura.
Contudo, o grande ponto negativo é o tamanho da 1ª temporada. Não pudemos evitar um sentimento de frustração quando descobrimos que esta temporada era composta por apenas 6 episódios (!!!), o que, inevitavelmente, nos deixou com uma sensação de que ainda nada foi dito e tudo ficou por fazer. Nem a notícia de que a próxima temporada teria 13 episódios serviu para melhorar a situação pois a data prevista para a sua estreia soou-nos algo anedótica da primeira vez que a escutámos: Outubro de 2011 !!!
A dúvida agora é se os telespectadores estarão dispostos a esperar quase um ano pela continuação de uma série que ainda lhes apresentou tão pouco da sua história. A ver vamos…


Aqui fica o Trailer:



Boas séries!!

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

9

Filme: Oldboy - Velho Amigo


         
Título Original: Oldboy
      Ano: 2003
   Género: Drama, Suspense
                                   Realizador: Chan-wook Park                               
                                    País de origem: Coreia do Norte                                 


A cultura oriental, nos últimos anos, tem vindo a despertar em nós uma curiosidade crescente. Talvez por se distanciar tanto da nossa e por nos presentear com novidades de cada vez que decidimos descobrir mais um pouco acerca desta. Assim, não é de admirar que, aos poucos, comecemos a ver filmes feitos nos mais diversos países asiáticos, sendo que o último com que nos cruzámos é “Oldboy”. De origem Norte Coreana, esta história baseia-se num manga de 1997 que, como provavelmente já sabem, é uma das formas de arte japonesas mais conhecidas e apreciadas em todo o mundo.

A história relata-nos as peripécias em que Oh Dae-Su se vê envolvido, quando num dia não muito especial é literalmente raptado e colocado numa prisão DURANTE 15 ANOS. Isto sem ter qualquer tipo de explicação e possibilidade de contactar com o mundo exterior (família, amigos, ….). Num certo dia, é libertado no telhado de um edifício, não sem antes o vestirem com um caríssimo fato, lhe darem imenso dinheiro e um telemóvel. Quando decide partir em busca dos culpados pelos seus anos desperdiçados numa prisão, descobre que o seu raptor continua a vigiá-lo e que tem planos bem definidos para ele…

Contar mais sobre a história seria estragar as surpresas que este filme apresenta. E não são poucas, acreditem.
Ficámos muito surpreendidas com a qualidade de Oldboy. A história consegue prender-nos desde o primeiro minuto e não conseguimos parar até ver todos os mistérios desvendados. É difícil pensar em algo que não nos tenha agradado neste filme pois está tudo muito bem conseguido: o guião, as interpretações, as cenas de luta, banda sonora…e poderíamos continuar enumerando muitos mais aspectos. O segredo em Oldboy está, muito provavelmente, nos vários mistérios que a história vai apresentando a começar pelo título (que despertou em nós suficiente curiosidade para ver este filme) que aparentemente não diz nada mas que depois de vermos o filme passa a dizer tudo. Desta forma, não temos “outro remédio” senão ver o filme até ao fim numa expectativa crescente; fim este que não nos desiludiu nem um pouco (ok, há um pequeno aspecto que se dispensava muito bem mas que não convém revelar para não “spoilar”).
Entendemos que quem não estiver familiarizado com o cinema asiático (até nós somos umas novatas por estas andanças) vá estranhar um pouco este filme, mas por certo não deixará de apreciar a sua qualidade. Contudo, deixamos aqui um aviso: uma característica constante neste filme são as cenas “fortes” (ou seja, alguma violência com muito sangue incluído) e algo “crus”. Mas até seria de admirar se assim não fosse, pois algo que caracteriza grande parte dos filmes asiáticos é essa mesma “aspereza” com que nos apresentam algumas das situações nas suas histórias.

Nota: Entre os vários prémios que ganhou (17 no total e mais 9 nomeações), Oldboy recebeu o Grand Prix no Festival de Cannes em 2004 (o segundo prémio mais importante deste festival lodo a seguir à Palma de Ouro)

Aqui fica o Trailer:


Bons Filmes!!

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

14

Leslie Nielsen

É a primeira vez que fazemos uma coisa destas, usar o nosso blog para falar de alguém que mal conhecíamos... que mal seguíamos... mas que merece o nosso tributo. Hoje vamos falar-vos de Leslie Nielsen para que vocês, e indirectamente nós, o fiquemos a conhecer melhor. 


Leslie William Nielsen foi um actor... um comediante. 

Data de Nascimento: 1 de Fevereiro de 1926
Naturalidade: Regina, Saskatchewan  Canadá

Morte: Morreu a 28 de Novembro de 2010 com 84 anos em Fort Lauderdale, Flórida,  Estados Unidos
O sobrinho, Doug Nielson, afirmou que o actor, que estava internado há 12 dias por complicações devido a uma pneumonia, "adormeceu e faleceu" com os familiares e amigos a seu lado.


Não conhecíamos muito bem os seus filmes... Mas aqui vos deixamos a sua FILMOGRAFIA:

1955:
The Battle of Gettysburg

1956:
Ransom!
Forbidden Planet
The Vagabond King
The Opposite Sex

1957:
Hot Summer Night
Tammy and the Bachelor

1958:
The Sheepman

1964:
Night Train To Paris  
  
1965:
Dark Intruder
Harlow

1966:
The Plainsman
Beau Geste

1967:
The Reluctant Astronaut
Gunfight In Abilene
Rosie!

1968:
How to Steal the World
Counterpoint
Dayton's Devils

1969:
How to Commit Marriage
Change of Mind

1971:
Four Rode Out

1972:
The Poseidon Adventure

1973:
...And Millions Die!

1976:
Grand Jury
Project Kill

1977:
Sixth and Main
Day of the Animals
Viva Knievel!
The Kentucky Fried Movie
The Amsterdam Kill

1979:
City on Fire

1980:
Airplane!
Prom Night

1982:
Foxfire Light
Wrong Is Right
Creepshow

1983:
The Creature Wasn't Nice

1986:
The Patriot
Soul Man

1987:
Nuts
Home Is Where The Hart Is

1988:
Dangerous Curves
The Naked Gun: From the Files of Police Squad!

1990:
Repossessed

1991:
All I Want for Christmas
The Naked Gun 2½: The Smell of Fear

1993:
Digger
Surf Ninjas

1994:
S.P.Q.R. 2000 e 1/2 anni fa
Naked Gun 33⅓: The Final Insult

1995:
Dracula: Dead and Loving It

1996:
Spy Hard

1997:
Mr. Magoo
Family Plan

1998:
Wrongfully Accused

1999:
Pirates: 3D Show

2000:
2001: A Space Travesty

2001:
Camouflage
Kevin of the North

2002:
Men with Brooms

2003:
Scary Movie 3

2004:
The Nutcracker and the Mouseking

2006:
Scary Movie 4

2007:
Music Within

2008:
Superhero Movie
An American Carol      
                        
Aqui vos deixamos algumas cenas de alguns dos seus filmes:

 

Talvez o seu último filme nunca seja visto. De facto, o actor já tinha gravado algumas vozes para a  longa-metragem de animação "The Waterman movie", que, no entanto, se encontra com problemas financeiros. 

O actor foi casado quatro vezes e teve duas filhas, Maura e Thea. Para o funeral a família sugeriu aos fãs que, em vez de enviarem flores, façam donativos a organizações de beneficência em nome do actor.

Leslie participou em mais de 100 filmes, tendo aparecido mais de 1500 vezes na TV. Iniciou a sua carreira interpretando figuras masculinas autoritárias e, paradoxalmente, em papéis sérios (incluindo o comandante da nave espacial da ficção científica "Planeta Proibido" (1956) e o capitão em "O Destino do Poseidon" (1972)). A sua carreira mudou quando, em 1980, interpretou o médico maluco na comédia “Airplane!”. A partir daí passou a ser dos comediantes mais requisitados.

Conheciam o actor? O que achavam dele?
E viram alguns dos seus filmes?
Gostaríamos de saber a vossa opinião...

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

8

Livro: A Ciganita


Título: A ciganita
Autor: Miguel de Cervantes

Este livro foi, sem dúvida, uma agradável surpresa. Constitui-se, a nosso ver, nujm dos clássicos da literatura e deve ser leitura obrigatória para todos.

Trata-se de uma pequena narrativa que se encontrava, originalmente, no livro de Miguel de Cervantes "Novelas Exemplares" publicada em 1613.

Nesta pequenisssima história conhecemos uma jovem cigana (Precisosa) que, como ganha pão, canta e dança nas ruas da cidade. Um dia, um belo nobre apaixona-se por ela sendo que a ciganita lhe pede, como prova de amor, que ele deixe a sua anterior vida de nobre e passe a viver como cigano com ela e com o seu grupo, antes de se casarem.

É uma história ternurenta, de muita fácil leitura e muito simples que pretende, ainda, ensinar-nos as regras e limites artificias da moral impostos pela nossa sociedade. Enfim, trata-se de uma obra intemporal.

Sobre o autor:
Foi um escrito espanhol, dramaturgo e poeta mais conhecido pela sua obra "Don Quixote".
O trabalho de Cervantes é considerado como um dos mais importantes da literatura

Curiosidades:
Apesar de assinar inicialmente Cerbantes, o autor ficou conhecido como Cervantes.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

7

Manga: Detective Conan

Autor: Gosho Aoyama
Género: Mistério, Policial
Ano: 1994 – até à actualidade
Número de volumes: 70


À primeira vista pode não parecer, mas a verdade é que somos apaixonadas por Mangas (não, não nos referimos ao fruto mas sim a um tipo de arte japonesa que consiste em histórias num formato que normalmente designamos por “banda desenhada”). É um facto que, ao longo dos últimos meses, não temos falado sobre isto e o motivo deve-se pura e simplesmente a uma coisa: falta de tempo! É que com tantas coisas para fazer e tantas coisas para ver, acabamos, às vezes, por ficar sem saber muito bem “para onde nos devemos voltar”. Contudo, há uns dois meses atrás, lá decidimos regressar a esta nossa paixão e começámos a ler um novo Manga.
A escolha era imensa (existem, sem exagero, milhares de Mangas) mas a nossa atenção cedo recaiu sobre um Manga que já tínhamos ouvido falar: Detective Conan. Sendo um Manga muito popular no Japão (e noutros países como Reino Unido, Canadá e E.U.A.), tendo já dado origem a um anime com bastante sucesso, foi com muita curiosidade que começámos a ler esta aventura.

A história apresenta-nos um jovem estudante de 17 anos, Shinichi Kudo, que é um apaixonado por Sherlock Holmes e tudo o que esteja relacionado com mistérios. Muito inteligente, Shinichi, apesar da tenra idade, já por diversas vezes colaborou com a polícia para resolver vários mistérios, à partida irresolúveis. Contudo, num certo dia, Shinichi tem o azar de se cruzar com uma perigosa organização – a Black Organization – e ver a sua vida “voltada de pernas para o ar”. Quando os membros dessa organização se apercebem que o jovem detective sabe mais do que aquilo que eles desejariam, decidem dar-lhe uma substância secreta para eliminá-lo de vez. No entanto, o plano dos criminosos não corre exactamente como eles queriam e Shinichi sobrevive com apenas um senão: o seu corpo voltou atrás no tempo e ficou com o aspecto de uma criança de 7 anos. Assim, o jovem vê-se na necessidade de ocultar a sua identidade, sob o pseudónimo de Conan Edogawa, para que a organização não descubra que sobreviveu e também para que ninguém da sua família e amigos saiba o que lhe aconteceu.
Assim começam as aventuras do detective Conan que tem que perseguir a perigosa organização responsável pela sua situação ao mesmo tempo que resolve inúmeros mistérios que o (pouco eficiente) detective Kogoro Mouri – pai da amiga com quem Conan passa a viver – não consegue resolver.

Ainda estamos MUITO longe de nos podermos considerar adiantadas na história, mas por aquilo que vimos até agora há um conjunto de aspectos positivos e negativos que podemos enumerar:

Positivos:

- Apesar da sua relativa simplicidade, a história consegue “prender-nos”. Temos sempre vontade de ler mais uma página para descobrir o que acontecerá a seguir;
- As personagens sofrem uma evolução gradual ao longo da história o que torna tudo muito mais interessante e imprevisível.

 Negativos:

- Muitos dos mistérios que o detective Conan resolve são bastante simples. Não podemos dizer que sozinhas conseguiríamos chegar à sua resolução, mas quando a descobrimos não conseguimos evitar um certo desapontamento por muitas das vezes a explicação ser algo “simplória” demais;
- Os desenhos (não se esqueçam que se tratam de banda desenhada) são demasiado simples para o nosso gosto. Os traços são muito básicos e a disposição das imagens acaba por ser quase sempre a mesma (quando aquilo que gostámos é que variem e nos surpreendam);
- O elevado número de volumes (embora para alguns possa ser visto como um aspecto positivo) para nós, neste caso em específico, é algo de bastante negativo uma vez que, não sendo uma história FENOMENAL, não nos imaginamos a conseguir chegar ao fim desta colecção (que ainda nem sequer terminou). Achamos que este tipo de história teria muito mais a ganhar se tivesse até uns 30 volumes.

Bem, aqui ficou a nossa opinião sobre um Manga que muitos, tal como nós, poderão achar extremamente longo mas que, na verdade, desde a sua estreia até à actualidade tem tido imenso sucesso. Por isso, se gostam de histórias de detectives e têm vontade de “entrar” numa nova e longa aventura, Detective Conan é o Manga ideal para vocês.

Bons Mangas!

domingo, 21 de novembro de 2010

8

Série: Freaks and Geeks


Género: Drama, Comédia
Duração: 40 min (por episódio)
Criador: Paul Feig
País: U.S.A
Idioma: Inglês

Cast:
Linda Cardellini
John Francis Daley
Becky Ann Baker
Joe Flaherty
James Franco
Samm Levine
Seth Rogen
Jason Segel
Martin Starr

Transmissão original: 25 Setembro 1999 - 8 Julho 2000
Nº de episódios: 18

Esta série foi das mais divertidas que já vimos e, por ser curtinha, vale a pena. É uma série interessante (para quem gostaria de ver como era a vida nos anos 80), crua, e muito ligada à "realidade".
Em Portugal a série ficou conhecida como A Nova Geração. Infelizmente foi cancelada em Julho de 2000 o que originou protesto por parte de milhares de fãs.

É possível que nunca tenham ouvido falar nela uma vez que se trata de uma série muito crua e que foge aos parâmetros de série de sucesso dos tempo modernos.

A trama é simples - Lindsay Weir e o seu irmão Sam frequentam o Liceu McKinley no início dos anos 80 em Detroit. Com a morte da avó, Lindsay deixou de querer ser a menina perfeita que era e passa a frequentar outros amigos (denominados freaks). Assim começam os conflitos com a sua família.

Vemos ainda uma outra perspectiva, a de Sam (e os seu grupo de amigos geeks).

Como personagens principais temos:

Geeks

    * Samm Levine - Neal Schweiber
    * Martin Starr - Bill Haverchuck
    * Sarah Hagan - Millie Kentner
    * Jerry Messing - Gordon Crisp
    * Stephen Lea Sheppard - Harris Trinsky

Freaks

    * James Franco - Daniel Desario
    * Busy Philipps - Kim Kelly
    * Jason Segel - Nick Andopolis
    * Seth Rogen - Ken Miller

É interessante vermos como os nosso pais viviam nos anos 80 e a diferença de dinâmicas familiares, relacionais, escolares, enfim...é interessante ver como as coisas mudaram (ou não) em tão pouco tempo...

Aqui ficam com o trailer:




 

Ainda podem ver episódios no youtube :)

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

16

Filme: O grande peixe


Título Original: Big Fish
Ano de estreia: 2003
Género: Aventura, Fantasia, Drama
Realizador: Tim Burton




"A man tells his stories so many times that he becomes the stories, they live on after him. And in that way, he becomes immortal."


Este filme foi uma das maiores surpresas que tivemos nos últimos tempos!
Já há muito tempo (7 anos para ser mais precisas) que ouvíamos falar sobre ele. Contudo, nunca tivemos grande curiosidade em conhecê-lo. Assim, foi com grande surpresa que na semana passada vimos esta fantástica história (que nem a fugaz presença de Miley Cyrus conseguiu estragar) e nos rendemos por completo à genialidade de Tim Burton.

A história é extremamente interessante, sendo bastante diferente daquilo que estamos habituados a ver. No filme, conhecemos Will, um jovem adulto que nunca conseguiu estabelecer uma relação próxima com o seu pai, Edward Bloom. Contudo, agora que este se encontra às portas da morte, Will, numa derradeira tentativa, tenta perceber como foi a vida do seu pai. E é desta forma que acompanhamos as aventuras de Edward Bloom, um jovem aventureiro para quem a sua cidade é demasiado pequena e o mundo inteiro é um lugar de descobertas e desafios infinitos. Assim, aos poucos, Will começa a perceber que a vida é um grande conto no qual nós somos os protagonistas e que, na realidade, somos aquilo em que acreditamos ser!

Não somos muito fãs de Tim Burton, mas desengane-se quem pensa que Big Fish segue os mesmos trilhos de outros filmes deste realizador. Ao contrário dos habituais tons sombrios a que Tim Burton nos habituou, este filme mostra-nos um lado muito mais alegre e colorido. Acompanhado por uma óptima banda sonora e por uma grande interpretação de Ewan McGregor (no papel do protagonista Edward Bloom), este filme conseguiu prender-nos da primeira à última aventura. Mas aquilo que mais destacamos nesta história não são os interessantes diálogos, peripécias engraçadas ou frases emblemáticas, mas sim a sua mensagem final. Foi precisamente por causa dessa mensagem que gostámos tanto do filme. Mas sobre isso não nos podemos alongar pois não queremos estragar o efeito surpresa a quem ainda não viu o filme…

Aqui fica o Trailer (no entanto, aconselhamos a quem quiser ver o filme sem saber nada à partida, como foi o nosso caso, que não veja este Trailer):


Bons Filmes!!

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

6

Livro: Sem Sangue


Livro: Sem Sangue
Autor: Alessandro Baricco
Páginas: +/- 88
Género: Romance/Thriller




História: Numa fazenda isolada, no tempo subsequente ao final da Guerra, um médico vivia com os seus dois filhos onde, um dia, é visitado por quatro homens armados. O médico, o doutor Manuel Roca, é então assassinado, bem como o seu filho mais velho, sendo a filha, Nina, a única sobrevivente e, como tal, testemunha do terrível acontecimento.
Mais tarde, esta "menina" procura um certo "ajuste de contas".

É um romance muito bem escrito, onde conta tudo: quer os diálogos fabulosos entre as personagens, quer as pausas estratégicas, as frases curtas, os "gestos"... escrito quase como se se tratasse de um guião cinematográfico.

O que terá acontecido a Nina anos depois da morte da única família que possuía? E o que quererá ela dos homens que assassinaram o seu pai e irmão?

Este é um livro que, apesar de no início poder ser um pouco difícil de ler, se torna muito interessante. É, sem dúvida, uma das obras que deve constar da vossa lista de leitura (especialmente se quiserem um livro pequenino, rápido e fácil de se ler).

O autor italiano, Alessandro Baricco, é um escritor premiado e dos autores da literatura italiana contemporânea mais traduzidos no mundo.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

4

Anime: Darker than Black


Ano de estreia: 2007
Género: Policial, Acção, Drama, Ficção Científica
Nº episódios: 25 (1ª temporada) + 12 (2ª temporada) + 4 (OVA)
Autor: Tensai Okamura


Sabendo que existem centenas de animes e que a cada ano que passa mais algumas dezenas surgem, muitas vezes temos dúvidas em relação aos animes que devemos começar a ver. Assim, é com grande frequência que gostamos de saber a opinião de outros fãs deste género de animação para podermos “apostar” num anime com boas expectativas (e para evitarmos ao máximo cruzarmo-nos com um novo Neon Genesis Evangelion). Então, numa altura em que procurávamos um novo anime, eis que algumas pessoas começaram a falar de um tal anime que seria muito bom e que valeria mesmo a pena ver – Darker Than Black. É claro que não pensámos duas vezes tal foi a curiosidade que estas opiniões despertaram em nós e, desta forma, lá fomos dar uma olhadela nesta nova história.

Em Darker Than Black conhecemos uma cidade de Tóquio que nunca mais foi a mesma desde que uma estranha construção, denominada por Portão do Inferno (Hell’s Gate), ali surgiu há dez anos atrás. Nessa mesma altura, apareceram pessoas com poderes especiais denominados Contratantes. Estes, outrora seres humanos, adquiriram estranhos poderes em troca de um alto preço: a perda de qualquer tipo de emoção humana. Contudo, são poucos os que conhecem a existência destes Contratantes e aqueles que os conhecem utilizam-nos como agentes e/ou espiões nas mais diversas missões.
Hei é um desses contratantes, que trabalha para uma agência secreta cujo principal objectivo é descobrir os segredos que se escondem por detrás do Portão do Inferno. Contudo, existem pessoas interessadas em manter esses mesmos segredos dificultando, desta forma, o trabalho de Hei e da sua equipa.



Quando terminámos de ver o anime não conseguimos evitar um certo desapontamento. Não por Darker Than Black ser um mau anime mas talvez, admitimos, por irmos com expectativas demasiado elevadas à partida. E isto principalmente em relação à primeira temporada. Nesta, a história desenrola-se numa espécie de “episódios soltos”, ou seja, de uma forma semelhante àquelas séries em que podemos ver apenas alguns episódios para conseguirmos entender a história. Ora, isto é completamente o oposto daquilo que gostamos num anime, pois o que realmente nos consegue fazer apreciar um bom anime são episódios que terminam em aberto e que tornam necessário seguir toda a temporada para conseguirmos ficar a par dos acontecimentos. Contudo, nos últimos episódios desta temporada o autor como que se “redime” e começa a fazer os tais episódios de que gostamos particularmente.



A segunda temporada foi mais do nosso agrado pois já possui o tipo de episódios que mais gostamos. Assim, foi com muito gosto que vimos os 12 episódios, sempre curiosas com o desenrolar dos acontecimentos e cheias de vontade para ver o episódio seguinte. Contudo, reparámos que algo estava “errado” nesta temporada (não pudemos deixar de ter a sensação de que tínhamos perdido alguma informação entre a primeira e segunda temporadas pois alguns aspectos não estavam a fazer muito sentido) e só quando a terminámos e fizemos uma pesquisa mais aprofundada é que percebemos o que se passava (e aproveitamos para deixar aqui um aviso a quem ainda não viu Darker Than Black e tenha intenções de fazê-lo algum dia): existem 4 episódios adicionais que explicam o que se passa no intervalo que decorre entre as duas temporadas. Assim, só depois de vermos esses 4 episódios é que ficámos completamente esclarecidas em relação ao que se tinha passado na segunda temporada.

Concluindo, Darker Than Black, sem ser um anime genial, consegue apresentar-nos uma história muito interessante que vale a pena ficar a conhecer, quanto mais não seja pela originalidade da trama e pela qualidade da segunda temporada. Fica no ar a possibilidade de uma terceira temporada (embora o autor, Tensai Okamura, afirme que tão cedo não tem intenções de fazê-la), já que os fãs desta história continuam a insistir para que esta seja feita e, verdade seja dita, não seria a primeira vez que os pedidos dos fãs fariam um autor mudar de ideias.

Aqui fica o Trailer:


Bons Animes!!

domingo, 7 de novembro de 2010

9

Filmes: Cinderella I, II e III



Como grandes fãs que somos da Disney, não podíamos deixar de falar num dos seus mais fantásticos tesouros: Cinderella

O filme já se encontra na 3ª sequela.



Cinderella I
Data de Lançamento: 4 Março 1950
Género: Animação, Musical, Romance
3 Nomeações para óscares
Duração: 74 minutos

A história é bastante conhecida: Cinderalla vivia feliz com os seus pais até que a mãe morre. O pai volta, então, a casar-se com uma terrível mulher que já é mãe de duas meninas - Drizella e Anastasia. 
A pobre Cinderella, no entanto, é muito azarenta e, uns tempos mais tarde, também o seu pai morre. Assim passa a ser a "empregada" da madrasta e das irmãs, até ao dia em que o rei decide fazer um baile para convidar todas as moças do reino por forma a arranjar uma mulher para o príncipe encantado... e pronto, o resto da história já toda a gente conhece.


Aqui fica o trailer:



Cinderella II
Data de Lançamento: 26 Fevereiro 2002
Género: Animação, Musical, Romance
Duração: 73 minutos

A primeira sequela do filme explora o que aconteceu após o casamento de Cinderella com o principie. Explora um pouco a vida da princesa no castelo e do que ela faz para se tentar integrar na sua nova vida.
Em paralelo com a história de Cinderella entramos em contacto com uma nova história de amor na qual a protagonista é uma das sua irmãs - Anastasia.
Parece-nos ter sido até uma boa sequela e é, sem dúvida, um bom filme para ver (especialmente para quem ama os filmes da Disney). Na nossa opinião, não vão perder tempo em vê-lo. Como é óbvio, não é tão bom como o primeiro (nem tão bom como muitos dos filmes criados pela Disney), mas vale a pena!

Aqui fica o trailer:



Cinderella III

Data de Lançamento: 6 Fevereiro 2007
Género: Animação, Musical, Romance
Duração: 70 minutos

Esta sequela já é completamente diferente da outra.
A história? A madrasta de Cinderella consegue a varinha da fada madrinha e consegue voltar atrás no tempo, até ao momento em que se descobre que Cinderlla é a dona do sapatinho de cristal que foi deixado no castelo. O que acontecerá a partir daqui? Bem, para conseguir responder a esta pergunta vão ter de ver o filme, e mais uma vez acreditamos que não se vão arrepender. Na nossa opinião, no entanto, existe uma clara falta de de ligação entre este 3º filme e o 2º que, apesar de não ser obrigatório, acaba por não fazer muito sentido, sendo que poderia ser uma questão muito facilmente contornada (mas não podemos desvendar segredos)...


Aqui fica o trailer...


Já viram estes filmes? Gostariam de ver? Deixem-nos o vosso comentário...

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

12

Livro: Felicidade

Título Original: Happiness
Autor: Will Ferguson
Género: Comédia, Aventura
Ano: 2003
Páginas: 335


Quem é que nunca olhou para uma montra de uma livraria e se deparou com os mais diversos manuais de auto-ajuda? Os milagrosos livros que prometem revolucionar a nossa vida de uma forma simples, barata, rápida e indolor?! Há de tudo um pouco: livros para deixarmos de fumar, livros para percebermos como usar as beterrabas a nosso favor e chegar ao Verão com um corpo escultural…
Agora imaginem um livro que permitiria às pessoas perder peso, deixar de fumar, curar o vício do jogo, do alcoolismo, da toxicodependência, atingir o equilíbrio interior, ganhar dinheiro, melhorar a sua vida sexual, etc. ... fazendo com que se tornassem mais auto-confiantes, altruístas, em paz e auto-suficientes? Sem esquecer que também poderiam melhorar a sua ortografia e a sua postura? E melhor ainda: imaginem que esse livro existia e realmente FUNCIONAVA?

Pois bem, é esta a premissa para a hilariante história que Will Ferguson nos apresenta em “Felicidade”.

O protagonista é Edwin de Valu, um jovem editor que simplesmente odeia a cidade onde vive, o seu patrão, os seus colegas (excepto a sua colega May por quem tem uma paixoneta), tem medo da sua mulher e não percebe como é que após tantas horas passadas no ginásio continua a ser “um saco de ossos”.
Contudo, a sua vida está prestes a mudar, ou melhor, TODO O MUNDO está prestes a mudar quando num dia não muito especial vai parar às mãos de Edwin um manuscrito de um desconhecido autor – Tupak Soiree – intitulado: “O que aprendi na montanha”. A primeira reacção de Edwin é lançá-lo para o lixo mas quis o destino (ou melhor, a pressão do odiado patrão para apresentar algum livro para publicação num tempo recorde) que o livro acabasse por ser publicado.
E é assim que o fim do mundo começa, quando este livro de mais de mil páginas, cheio de erros de gramática e sem qualquer ponta de credibilidade se torna no melhor best-seller de sempre e as pessoas decidem começar a viver seguindo os seus princípios “à risca”.

Foi completamente por acaso que comprámos este livro (uma vez que nunca tínhamos ouvido falar nem do livro nem do autor) quando numa feira do livro nos deparámos com ele a um preço verdadeiramente apetecível. E ainda bem que o fizemos, pois simplesmente adorámos esta história! Will Ferguson apresenta-nos, com um humor sarcástico, uma divertidíssima história que faz o leitor rir do início ao fim; com uma escrita muito agradável e uma imaginação, no mínimo, muito fértil. Mas o que torna este livro ainda mais interessante é o facto de, no meio de piadas e caricatas situações, o autor conseguir fazer uma dura crítica à sociedade ocidental e à sua obsessão pela felicidade. Desta forma, aquilo que começou por ser uma história de puro entretenimento acaba por se tornar em algo que nos desafia a pensar sobre várias situações do dia-a-dia...

Sem dúvida, é um livro que vale a pena ler!

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

5

Filme: Bonnie & Clyde

Realizador: Arthur Penn
Data de lançamento (U.S.A): 13 Agosto 1967

Vencedor de 2 Óscares:
Best Actress in a Supporting Role - Estelle Parsons
e
Best Cinematography - Burnett Guffey

Cast
Warren Beatty         ...     Clyde Barrow
Faye Dunaway         ...     Bonnie Parker
Michael J. Pollard    ...     C.W. Moss
Gene Hackman        ...     Buck Barrow

Duração: 112 minutos

Depois de uns posts mais descontraídos, eis um poster mais...hum...mais CLÁSSICO!
A história de Bonnie & Clyde é bastante conhecida! Este, no entanto, é um filme que dá uma nova visão a estas duas personagens históricas.

Bonnie é uma rapariga do campo que se encontra permanentemente aborrecida.
Clyde é alguém com experiência no mundo da delinquência: é um assaltante de bancos!

***



Os dois encontram-se acidentalmente e Bonnie incita Clyde a iniciarem juntos uma vida de crime, por forma a conseguir uma alteração na sua vida... uma mudança que sempre desejou e que agora se pode concretizar com ele.
Os dois apaixonam-se e começam então uma vida criminosa que se estende por uma grande parte da América do Norte. Assaltam, maioritariamente bancos e, a pouco e pouco, tornam-se conhecidos...

O filme está muito bem conseguido. Consegue ser divertido ao mesmo tempo que nos faz entrar um pouco na "intimidade" destas duas personagens.

Aconselhamos todos a verem este clássico do cinema!

Aqui fica o trailer :) e não se esqueçam de opinar :)

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

20

Evento: Latada 2010 - Coimbra


A derradeira Latada...

 4 anos atrás ficámos muito chateadas quando soubemos que tínhamos de percorrer as ruas de Coimbra a trincar nabos e, no fim, lavar o cabelo nas águas do Mondego (que, acreditem, não cheira lá muito bem).

O trauma foi tão grande que, na passada terça-feira, decidimos....PASSAR PELO MESMO!
(Entenda-se que dispensámos a lavagem do cabelo)

Depois de muito ponderar (há meses que andávamos a combinar as coisas) decidimos render-nos à nossa paixão pela cultura oriental e fomos vestidas de....

                                .


 





CHINESAS!!!




















Acreditem, não foi uma tarefa fácil... -------------->



Não, não é a 3ª Guerra Mundial, foi apenas o resultado da nossa luta com a maquilhagem (e fiquem a saber que saímos perdedoras...)
***
不,不是第三次世界大戰,只是我們奮鬥的結果與化妝(並且是輸家都知道,我們離開了...)








Começámos a nossa viagem junto à Cabra (um dos símbolos mais emblemáticos da Universidade de Coimbra). 
***
我們開始我們的行程與山羊(其中最具象徵符號的科英布拉大學)








Na Faculdade de Direito (uma das mais bonitas da nossa Universidade - tirando a Faculdade de Psicologia que, por motivos óbvios, não fez parte do nosso percurso)

*** 

在法學院(其中一個最美麗的大學 - 除了心理學院,對於顯而易見的原因,是不屬於我們的旅程)


 
 Entretanto, lá ganhámos coragem e juntámo-nos à multidão!
***
然而,獲得了勇氣和我一起在人群!






E fomos logo abordadas por turistas ;)  
 ***
 而且我們很快就走近遊客 ;)












Entretanto, descansámos junto de um dos monumentos mais emblemáticos da nossa cidade: conhecido como a rotunda do PAPA
 *** 
但是,我們對一個休息的最具象徵性的紀念碑我市被稱為環島教宗





 


 
 Estivemos muito bem dispostas, apesar de estarmos sempre a ser abordadas por vários doutores para morder o nabo  (por nos confundirem com caloiras).
***
我們總是充分的準備,雖然我們總是被一些醫生接觸,咬蘿蔔(誤我們癒傷組織) 









A viagem já vai longa? Não conseguem aguentar? Não se preocupem, casas de banho não faltam nas ruas de Coimbra!
***
這次訪問已經很久了嗎?不能忍受?不要擔心,在街頭比比皆是浴室科英布拉!











Este será o resultado final ...
***
 這將是最終結果 ...










Famosos de todo o mundo não perderam a oportunidade de estar presentes e de pedir para tirar uma foto connosco
***
世界各地的著名失去了機會參加,並要求我們與我們拍照








E não faltaram alguns dos nossos mais caros leitores (apesar de não comentar no nosso blog) - Marvin
***
 它錯過了一些我們親愛的讀者(雖然不是我們的博客評論) - 馬文










Todos os anos esta é uma oportunidade para os estudantes se fazerem ouvir 
***
  每年這是一個機會,使自己的學生聽說  










Enquanto para outros esta é uma ocasião para darem largas aos seus mais íntimos desejos... 
***
而對其他人而言,是一個機會,釋放他們的內心慾望...









 





Não podíamos deixar escapar a oportunidade de passar pelo Mosteiro de Santa Cruz, local onde estão os túmulos dos dois primeiros reis de Portugal - D. Afonso Henriques e D. Sancho I
***

我們不能錯過機會,移動寺聖克魯斯,哪裡的墳墓前兩個國王葡萄牙 - 四四阿豐恩里克桑丘













A ponte de Almedina, outro local emblemático da Cidade dos Estudantes 
***
這座橋 Almedina,另一個位置的城市象徵學生


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Quem nos acompanhou durante todo o cortejo e foi responsável por tirar estas belas fotos foi a doutora Lucie. Muito Obrigada!!!
***
誰陪我們整個遊行,並負責採取這些美麗的圖片是露西博士。謝謝!




 
 
Quando o cortejo terminou a fome era tanta que, quebrando as "leis da Física", decidimos ir vestidas de chinesas, com alguns amigos, a um restaurante ITALIANO!!!
***
當遊行結束了飢荒是如此巨大,,突破了“物理定律”,我們決定去穿著中,有一些朋友在一家意大利餐館!


 
 
 
 

E foi assim a nossa última Latada: cheia de momentos divertidos com um misto de nostalgia antecipada.
Mas, como se diz: Coimbra tem mais encanto na hora da DESPEDIDA!!
***
因此,這是我們最後特雷利斯:充滿樂趣倍,混合懷舊提前。


但是,正如他們所說,科英布拉有更多的魅力,在一小時的歡送會!



Ocorreu um erro neste dispositivo

1%

1%